Os Hsien são diferentes das fadas, os estranhos visitantes do Ocidente que os chamam de primos por razões que os Shinma não entendem completamente. Eles não são criaturas perdidas formadas por matéria onírica, mas sim servos de uma grande ordem celestial, pequenos deuses formados de puro Chi que conduzem e guiam o fluxo desta energia pelo mundo a fim de atender às orações dos mortais e animais. O Chi que lhes dá forma também os empodera e, ao se sintonizar com o Chi natural, eles podem fazer grandes milagres através de sua maravilhosa arte alquímica, o Wu Tan.
Todas as coisas são feitas de Chi, a dualidade de Yin e Yang, escuridão e luz, calmaria e energia, que se complementam sem oposição. O mesmo acontece com os Shinma, que existem como Chi puro em sua forma natural, mas oculto em corpos mortais. Sua natureza os torna alvos tentadores para uma multidão de criaturas que se alimentam de Chi, e se tal criatura devora um Hsien, ele é destruído e nunca mais será reencarnado através do Kun Shou.
Os Hsien podem sacrificar 1 ponto Chi para gerar 1 ponto de Yugen, mas fazer isso causa 1 nível de dano agravado por ponto sacrificado. O ponto de Chi perdido não se regenera até que a ferida se cure.
Uma forma totalmente diferente de energia, inefável e brilhante, formada a partir das orações dos mortais. As orações individuais são pequenas demais para gerar uma quantidade que possa ser utilizada, mas as celebrações, festivais e práticas religiosas geram quantidades abundantes que os Shinma podem usar. Essa é a única forma de subsistência e poder, pois eles não têm acesso ao Chi ilimitado do Céu.