Nihil Est in Intellectu Quod Prius non Fuerit in Sense. Não há nada no intelecto que não estivesse primeiro nos sentidos. O princípio do sensacionismo. Contra-exemplos: Os conceitos de 0, consequência lógica, tempo, relação causal, conhecimento, evolução, passado remoto e divindade. (1)
Nihil est in intellectu quod non prius fuerit in sensu - (lat.) = nada há no intelecto que não tenha primeiramente estado nos sentidos. Máxima de Aristóteles que se transformou na de todos os empiristas, embora fosse ele um empirista-racionalista. (2)
Nihil ex nihilo. É a máxima que é o adágio fundamental da filosofia grega e da escolástica: "Nada do nada" ou "do nada, nada". O nada não é capaz de produzir alguma coisa, porque é nada. Se o nada tivesse antecedido a alguma coisa, nada haveria. Como há alguma coisa, o nada não pode ter antecedido ao que há. E se alguma coisa começou a existir, ela foi antecedida, necessariamente, por algum coisa. (2)
(1) BUNGE, M. Dicionário de Filosofia. Tradução de Gita K. Guinsburg. São Paulo: Perspectivas, 2002. (Coleção Big Bang)
(2) SANTOS, M. F. dos. Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais. 3. ed. São Paulo: Matese, 1965.