Nome científico: Spinacia oleracea.
Nome popular: Espinafre-da-nova-zelândia
Partes usadas: Folha.
Princípios ativos: Vitaminas A, C e E, e compostos fenólicos, como luteína, zeaxantina e canferol .
Propriedade terapêutica: Antioxidante, anti-inflamatório, antianêmico, estimulante, hipotensor e remineralizante.
Indicação terapêutica: Proteje contra as doenças cardiovasculares, controla a pressão arterial, previne anemia, saúde dos olhos, mantém os ossos saudáveis, ajuda a emagrecer, regula os níveis de açúcar no sangue, mantém a saúde do cérebro, fortalece o sistema imune, retarda o envelhecimento e auxilia no combate ao câncer.
Uso popular e medicinal
O espinafre é um vegetal verde-escuro rico em, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, que auxiliam no combate ao envelhecimento precoce da pele e evitam o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Além disso, o espinafre possui também minerais como potássio e cálcio, necessários para a regulação da pressão arterial, e ferro, um mineral essencial para ajudar no tratamento e na prevenção da anemia.
Esse vegetal é muito versátil podendo ser consumido cru ou cozido em saladas, sopas, refogados e sucos naturais, sendo uma opção fácil, barata e com poucas calorias para enriquecer a dieta com vitaminas e minerais. Para obter os benefícios do espinafre, deve-se consumir cerca de 90g, 5 vezes por semana, o que equivale a cerca de 3,5 colheres de sopa desse vegetal cozido.
O ideal é consumir o espinafre nas refeições principais, pois a absorção dos seus antioxidantes aumentam com a gordura da refeição, normalmente encontrada nas carnes e nos óleos da preparação dos alimentos.
Os principais benefícios do espinafre são a vitamina C, a luteína e os compostos polifenólicos, como a quercetina e o canferol, presentes no espinafre possuem potente ação antioxidante, ajudando a reduzir os danos causados pelo estresse oxidativo nas células dos vasos sanguíneos que podem causar espessamento das paredes das artérias. Assim, o espinafre ajuda a prevenir e reduzir o risco de doenças cardiovasculares como aterosclerose, infarto ou derrame cerebral.
Alguns estudos em laboratório usando células do câncer do colo de útero mostram que os glicolipídeos do espinafre podem destruir ou, pelo menos, ajudar a diminuir a multiplicação de células cancerígenas.
Além disso, os polifenóis presentes no espinafre, como a luteína e o canferol, possuem potente ação antioxidante, e também mostraram que podem ajudar a inibir o crescimento de células do câncer de mama, colon, esôfago, próstata e fígado e provocar a destruição dessas células. Entretanto, ainda são necessários estudos em humanos que comprovem esses benefícios.
Dosagem indicada
Folhas - 2 colheres (sopa); água - 1 xícara (café); limão e sal. Em uma panela (não de alumínio) com água fervente, coloque o espinafre. Espere amolecer e coe. Adicione sal e limão, e coma uma vez ao dia, durante 2 semanas antes das refeições.