Nome científico: Tanacetum vulgare.
Nome popular: Tanaceto, tanásia, atanásia-das-boticas, erva-lombrigueira e tasneira (há outra espécie com este nome).
Partes usadas: Flor
Princípios Ativos: Esteroides, terpenoides, óleos voláteis com tuiona (tóxica), ácido cafeico.
Propriedade terapêutica: Tônico aromático, anti-helmíntica, carminativa, antiespasmódica, colerética, estimulante de vísceras abdominais, inclusive útero.
Indicação terapêutica: Regula o ciclo menstrual, tonifica o útero.
Uso popular e medicinal
É tônico aromático e amargo e aromatizante natural (a planta é aromática) mas sua virtude maior é como anti-helmíntica, embora seja usada ainda como carminativa, antiespasmódica, colerética (pelo ácido cafeico) e estimulante de vísceras abdominais, inclusive útero.
Na medicina caseira é usada em pomada para prurido anal e seu decocto é escabicida. Há trabalhos afirmando que diminui lipideos séricos, ajuda abaixar o quantum de açúcar sérico e tem atividade anticancerígena.
Em sua composição química consta esteroides (ß-sitosterol é o principal, campesterol, colesterol, estigmasterol e taraxasterol), terpenoides (principalmente amirinas, mas também lactonas sesquiterpênicas incluindo arbusculina, tanacetina, germacreno e crispolideo), óleos voláteis com tuiona (tóxica) e cânfora como componentes principais e ainda pireno, borneol, cineol, umbelona, sabineno e ácido cafeico.
Dosagem indicada
Estudos dizem que regula o ciclo menstual e tonifica o útero. Nestes casos deve-se tomar infusão de 20g das flores em meio litro de água, 2 xícaras por dia.
Toxicidade
Intoxicações podem acontecer pela presença de tuiona.
Grávidas e nutrizes não a devem usar.