Nome científico: Lafoensia pacari.
Nome popular: Mangava-brava, candeia de caju, copinho, dedal, dedaleira, pacuri, dedaleira-amarela, louro-da-serra, mangabeira-brava, pacari, pacari-do-mato, pacuri, pau-de-bicho.
Partes usadas: Casca
Princípios Ativos: Ácido elágico, taninos.
Propriedade terapêutica: Antioxidante, antitumoral, antiúlcera gástrica.
Indicação terapêutica: Úlcera gástrica, gastrite, ferimentos, inflamação do útero, transtornos da vesícula biliar, emagrecimento, urticária.
Uso popular e medicinal
O uso medicinal é amplo com destaque sobre o macerado aquoso para o tratamento da úlcera gástrica e gastrite.
Sua utilidade também é registrada para ferimentos, inflamação do útero, transtornos da vesícula biliar, emagrecimento e urticária.
Nas indicações de uso oral sugere-se a maceração em água ou vinho, com consumo periódico enquanto persistir o quadro patológico.
Os ensaios farmacológicos foram: teste hipocrático, toxicidade aguda (DL50), toxicidade subcrônica, motilidade do trânsito intestinal, tempo de sono barbitúrico; tempo de imobilização pressão arterial média, atividade antinoceptiva periférica, atividade anti-inflamatória por edema de pata induzido por carragenina e atividade antiúlcera pelos modelos de lesões gástricas induzidas por etanol, estresse hipotérmico, ácido acético e indometacina.
Estudos biológicos registraram a eficácia do extrato aquoso da casca de L. pacari sobre a peritonite aguda induzida por carragenina, ação imunoestimulante sobre a produção de anticorpos contra antígeno timo-dependente, inibição da hipersensibilidade tardia e atividade imunossupressora dependente da dose sobre a síntese de anticorpos anti-ovoalbumina.
Toxicidade
Vários autores informam sobre a toxicidade do decocto, que pode provocar náuseas e vômitos.