Nome científico: Aloysia citriodora Palau.
Nome popular: Erva-cidreira, cidró-pessegueiro, cidrozinho.
Partes usadas: Folhas frescas, sumidades floridas.
Princípios Ativos: Óleo essencial (menos de 1%) caracterizado principalmente pelos aldeídos neral e geranial (citral). Monoterpenos limoneno, carvona, dipenteno, linalol, nerol e geraniol.
Propriedade terapêutica: Antiespasmódica, aromática, carminativa.
Indicação terapêutica: Nervosismo, insônia, dor de cabeça, gripe, má digestão.
Uso popular e medicinal
Como muitas outras especiarias com aroma de limão, o cidró é usado para dar sabor a sopas, ensopados de peixe e aves. Sua principal aplicação no entanto é como aromatizador de doces, sobremesas e bebidas.
Esta planta tem forte afinidade com frutas frescas, pois enfatiza e reforça o aroma natural das mesmas. Em saladas de frutas, dá um toque incomum. Algumas folhas picadas podem ser polvilhadas sobre uma tigela de frutas, ou o suco de frutas preparado na hora pode ser enfeitado com uma ou duas folhas de cidró.
Outras aplicações incluem sobremesas processadas à base de frutas, como sorvete. O doce aroma cítrico é encontrado em perfumes, sabonetes e sachês.
A planta é usada como chá para acalmar espasmos estomacais, nervos e reduzir febres.
Preparo e dosagem
Para fazer um chá de ervas ou um tempero culinário, usa-se um punhado de folhas frescas picadas ou uma colher de sopa de erva seca e peneirada para cada xícara de água. Infundir suavemente, derramando a água quente sobre as folhas e deixando em infusão até esfriar o suficiente para beber.