Nome popular: Lípia, alecrim-pimenta, alecrim-do-nordeste, estrepa-cavalo, alecrim-bravo.
Nome científico: Lippia sidoides Cham
Partes usadas: Folhas e flores
Princípios ativos: Óleo essencial (timol, cravacrol, terpenos fenólicos), flavonoides, quinonas.
Propriedade terapêutica: Antibiótica, antimicótica, antimicrobiana, escabicida.
Indicação terapêutica: Afecções da pele, impingem, mau cheiro dos pés (chulé), afta, corrimento vaginal, acne, pano-branco, escabiose, caspa, sarna infecciosa, pé-de-atleta, inflamações da boca e garganta.
Uso popular e medicinal
As partes medicinais são as folhas e as flores usadas em chás em lavações nasais para rinite alérgica. Também útil para aftas e corrimento vaginal, em gargarejos e lavações, respectivamente.
Pode ser feito tintura das folhas a 20%, aplicada em couro cabeludo e afecções da pele, como impingens e "chulé".
Também indicado para acne, pano-branco, aftas, escabiose, caspa, maus odores dos pés, axilas, sarna-infecciosa, pé-de-atleta, para inflamações da boca e garganta, como antiespasmódico e estomáquico.
Seus constituíntes químicos lhe conferem forte ação antisséptica contra fungos e bactérias.
Tem óleo essencial (4%) dos quais se destaca o timol em 60% e cravacrol, dois terpenos fenólicos com boas atividades antibiótica e antimicótica, e flavonoides e quinonas que lhe dão caráter antisséptico.
Dosagem indicada
Infusão: 1 colher (chá) de folhas picadas para cada xícara de água, tomar 2 a 3 xícaras por dia.
Tintura: 200 a 300g de folhas frescas com 1/2 litro de álcool e 250 ml de água. Usar como loção em lavagens e compressas. Para gargarejos e bochechos usar a tintura diluída em 2 partes de água.
Outros usos
Há um estudo que mostra ação moluscicida contra o hospedeiro intermediário da esquistossomose, o caramujo Biomphalaria glabra.