Nome científico: Vernonanthura phosphorica.
Nome popular: Assa-peixe branco, estanca sangue, tramanhém, mata-pasto, cambará-guassu, erva-préa, enxuga.
Partes usadas: Folhas e flores.
Princípios Ativos: Alcaloides, glicosídeos, flavonoides, óleos essenciais, lactonas sesquiterpênicas e dilapiol.
Propriedade terapêutica: Tônica, emenagogo, diurética, expectorante, excitante, carminativo, inseticida.
Indicação terapêutica: Afecções do aparelho respiratório, problemas renais, feridas, fraturas, torções, luxações.
Uso popular e medicinal
As formas mais comuns de usar assa-peixe é infuso, decocto, tintura, extrato fluido, melito, sumo ou emplasto.
As folhas são utilizadas no tratamento de afecções do aparelho respiratório, de problemas renais, de feridas e fraturas e em torções, contusões e luxações. É ainda indicada como tônica, emenagoga e diurética.
O dilapiol isolado do assa-peixe é comprovadamente um inseticida.
Dosagem indicada
Torções, contusões e luxações
Usa-se o emplasto ou o sumo das folhas. O decocto e o infuso são usados tomando-se 2 xícaras (chá) da planta picada em 1 litro de água. Tomar de 3 a 4 xícaras de chá ao dia. Adoçar com mel.
Como expectorante
Componentes: 3g folhas secas e 150m de água. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.
Modo de uso: acima de 12 anos, tomar 150ml do infuso, logo após o preparo, uma vez ao dia.
Advertência
Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes.