Nome popular: Arapari-da-várzea, arapari-branco, angelim-vermelho.
Nome científico: Macrolobium acaciifolium.
Partes usadas: Sementes, partes aéreas.
Princípios ativos: Ácidos palmítico, linoleico, lignocérico, mirístico, eicosenóico, presenças ocasionais de esteroides (principalmente γ-sitosterol).
Propriedade terapêutica: Antioxidante.
Uso popular e medicinal
Os principais usos desta espécie são o extrato das partes aéreas como antioxidante, o aproveitamento do óleo das sementes pela indústria e a madeira para diversos fins, incluindo a confecção de biojóias.
Um trabalho avaliou 1.260 extratos obtidos de plantas da região da Amazônia e da Mata Atlântica quanto ao potencial antioxidante e quanto à presença de algumas classes químicas, usando técnicas de cromatografia em camada delgada, dentre os quais o extrato de partes aéreas de Macrolobium acaciifolium.
Foi realizado um estudo prospectivo da potencialidade de sementes de 11 espécies de Leguminosae da Amazônia Central, visando a exploração industrial.
Em termos da espécie em questão, foi determinada por cromatografia em fase gasosa a constituição lipídica das sementes, sendo encontrados ácido palmítico (31,4%), ácido linoléico (23,4%), ácido lignocérico (tetracosanóico - 9,30%), traços de ácido mirístico, ácido eicosenóico (3,75%) e presenças ocasionais de esteroides (principalmente γ-sitosterol - 9,95%).