Nome popular: Calanchoê, mãe-de-milhares.
Nome científico: Kalanchoe daigremontiana.
Partes usadas: Folha, flor.
Princípios ativos: Antocianinas (delfinidina, cianidina e pelargonidina), fenóis, flavonas, catequinas, esteroides.
Propriedade terapêutica: Antioxindante
Indicação terapêutica: Úlcera gástrica, cálculo renal, artrite reumatoide, infecção bacteriana e viral, doença de pele, ação anti-câncer.
Uso popular e medicinal
Planta de amplo uso na medicina tradicional, por exemplo no tratamento de úlcera gástrica, cálculo renal, artrite reumatoide, infecção bacteriana e viral, doenças de pele e ação anti-câncer.
Acredita-se que as propriedades dessa espécie sejam devidas à presença de substâncias bioativas com capacidade antioxidante.
Um experimento com extratos de folhas e flores identificou a presença de compostos antocianinas (delfinidina, cianidina e pelargonidina).
Segundo os autores, tais extratos mostraram efeito antioxidante promissor significativo nas folhas e flores, comparável ao demonstrado pelo ácido ascórbico, e que a espécie pode ser explorada como fonte de substâncias bioativas para aplicação como aditivos na indústria alimentícia, cosmética ou farmacêutica
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Testes fitoquímicos realizados nas folhas secas de aranto resultaram positivo para fenóis, flavonas, catequinas e esteroides
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Apesar do uso caseiro, do potencial terapêutico em uma gama de doenças inclusive ação contra o vírus da herpes, aranto ainda não deve ser visto como tratamento de tumores e câncer, pois não existem pesquisas que comprovem a atividade e a segurança da planta em seres humanos.