Nome científico: Cochlospermum regium.
Nome popular: Algodão-do-campo, algodãozinho, algodão-do-mato, pacotê; mandyyura, mandyju-i (em guarani)
Partes usadas: Raiz, casca.
Princípios ativos: Excelsina, esteroide, ácido p-hidroxicinâmico estearato, naringenina
Propriedade terapêutica: Analgésico, anti-inflamatório, antinociceptiva, antimicrobiana, antipirética, antidisentérico, purgativo.
Indicação terapêutica: Inflamação uterina, regular menstruação, albumina na urina, depurativo de sangue, reumatismo, prisão de ventre, prostatite, dores diversas, febre, gastrite, afecção da pele.
Uso popular e medicinal
A parte mais utilizada é a raiz que colocada em vinho branco é usada para tratamentos de inflamações uterinas.
O chá da raiz, preparado juntamente com a entrecasca de barbatimão e de jatobá, serve como regulador menstrual. O pó da raiz, adicionado à água, é indicado como antidisentérico.
Vários autores afirmam que a raiz é purgativa, contra albumina na urina, que o chá preparado com a casca é usado como depurativo do sangue e a casca é usada em reumatismo e prisão de ventre.
As sementes contêm um óleo irritante.
Levantamento efetuado demonstrou que esta planta é utilizada no tratamento de várias enfermidades, sendo as mais frequentes inflamação ginecológica e renal, prostatite, dores diversas, febre, gastrite e afecção de pele.
É empregada na medicina popular como analgésico, anti-inflamatório e anti-infeccioso. Estudos farmacológicos comprovaram as atividades antinociceptiva, antimicrobiana e antipirética justificando a sua utilização na terapêutica