Nome científico: Clitoria ternatea.
Nome popular: Cunhã, feijão-borboleta, ervilha-borboleta, ismênia, palheteira.
Partes usadas: Raiz, folha, caule, vagem.
Princípios Ativos: Taraxerol, antocianina, esteroides, flavonoides, saponinas, glicosídeos, ácidos graxos (palmítico, esteárico, oleico e linoleico), finotin, inibidores de tripsina.
Propriedade terapêutica: Aperiente, purgativa, catártica, diurética, laxante, refrigerante, anti-helmíntica, tônica.
Indicação terapêutica: Problemas oculares, picada de cobra, demência, hemicrania, sensação de queimação, lepra, inflamação, leucodermia, bronquite, asma, tuberculose pulmonar, ascite.
Uso popular e medicinal
As flores são misturadas à agua em uma preparação para tratar problemas oculares. As sementes maduras em pó são aperientes e purgativas. As raízes contém taninos, são amargas, poderosamente catártica (acelera a defecação), diurética e purgativa. A casca da raiz é diurética e laxante. A planta é usada no tratamento de picada de cobra. As sementes contêm um óleo fixo, um princípio resinoso amargo e tanino.
Existem indícios de que pode ser saudável para as lipoproteínas hepáticas e circulantes e possível benefício dos diabéticos, inibindo a absorção de glicose na dieta.
Raízes, folhas e caules são usados com frequência na Ayurveda com propósitos ligeiramente diferentes.
As raízes, amargas, são mais utilizadas como refrigerante, laxativa, intelectuais, diurética, anti-helmíntica, tônica e são úteis na demência, hemicrania, sensação de queimação, lepra, inflamação, leucodermia, bronquite, asma, tuberculose pulmonar, ascite e febre. As sementes são catárticas, enquanto as folhas são usadas na otalgia e hepatopatia.