Nome popular: Angico-rosa, angico-verdadeiro, angico-do-banhado, paricá.
Nome científico: Parapiptadenia rígida.
Partes usadas: Casca, goma.
Princípios ativos: Tanino (15%) na casca.
Propriedade terapêutica: Adstringente, expectorante, antidiarreico, antisséptico, anti-hemorrágica, emoliente,
Indicação terapêutica: Sinusite, tosse, bronquite, gripe, leucorreia, gonorreia, lavagem vaginal, reumatismo, contusão.
Uso popular e medicinal
O chá da casca é empregado como tônico amargo e depurativo no tratamento de disenterias, raquitismo, inapetência e debilidade. Como hemostático é usado nas hemorragia uterina, cólica menstrual (dismenorreia) e hemorragias em geral.
Externamente o decocto é usado no tratamento da leucorreia (corrimento vaginal), blenorragia (gonorreia) e lavagens vaginais.
A tintura da casca é indicada no tratamento de reumatismo, contusões, golpes (ferimento ou pancada com instrumento cortante ou contundente) pois fortalece os ossos.
A tintura é usada no tratamento da sinusite e da tosse.
A goma é emoliente e peitoral, sendo empregada nas afecções bronco pulmonares, afecções catarrais e na desobstrução das vias respiratórias como calmante da tosse e da asma, facilitando a expectoração.
É muito usada na forma de xarope devido ao sabor agradável.
Dissolvendo-se a goma em água morna ou em infusão de flores de malva e adoçando-se este preparado com mel ou açúcar, obtém-se um remédio útil na cura de bronquites.