Nome popular: Agoniada, açoita.
Nome científico: Luehea divaricata Mart.
Partes usadas: Casca do caule, folha.
Princípios ativos: Tanino e glicosídeos, óleo essencial, goma, mucilagem, saponinas (hecogenina), ácido flavonólico, ácido oxálico, ácido málico, cutina.
Propriedade terapêutica: Adstringente, diurético, anti-inflamatório, cicatrizante, antifúngica, antibacteriana, antiproliferativa.
Indicação terapêutica: Artrite, disenteria, hemorragia, reumatismo, leucorreia, tumores, feridas, acne, lavagem vaginal.
Uso popular e medicinal
Na medicina popular brasileira açoita-cavalo é empregada contra artrite, disenteria, hemorragia, reumatismo, leucorreia, tumores e como adstringente.
Existe relato de que é também usada para outros fins: as folhas como diurético, as hastes como anti-inflamatório, a casca e partes aéreas para cicatrizar feridas e espinhas (acne); e lavagem vaginal. Já foi averiguada a sua propriedade antifúngica.
Um estudo químico relatou os principais constituintes das cascas do caule e das folhas de L. divaricata, e também as atividades antifúngica, antibacteriana e antiproliferativa dos extratos brutos, e antibacteriana das frações do extrato das cascas do caule.
Dosagem indicada
Contra artrite, disenteria, hemorragia, reumatismo, leucorreia, tumores e como adstringente.
Decocto: 1 xícara (café) de casca picada em 1 litro de água fervente. Deixar esfriar, aplicar 3 vezes ao dia nos locais afetados.
Infuso: 1 xícara (café) com pedaços de casca do caule para 1 litro de água. Tomar de 2 a 3 xícaras (chá) ao dia.