Nome científico: Luffa cylindrica.
Nome popular: Esponja-vegetal
Partes usadas: Folha, caule, fruto, raiz.
Princípios Ativos: Mormodicina, buchinina (atuam sobre as mucosas).
Propriedade terapêutica: Purgativa, vermífuga, emoliente, emético, catártico, diurético.
Indicação terapêutica: Afecção hepática, amenorreia, clorose, anemia, obstipação, câncer nasal, cicatrização de feridas, maturação de abcessos, tosse convulsa, edema, malária, dor de estômago etc..
Uso popular e medicinal
Na medicina caseira o caule e as folhas da bucha são usados como infusão contra afecções hepáticas, amenorreia, clorose e anemia. Emprega-se a polpa do fruto maduro e a raiz como purgativo e a infusão das sementes como vermífuga. Tem ação sobre a prisão de ventre crônica.
Na medicina tradicional africana a polpa de toda a planta é usada como um supositório contra a prisão de ventre.
Preparações da raiz são indicadas para o tratamento de obstipação e como diurético.
Relata-se que uma decocção de raiz e seiva das folhas são ingeridas para reduzir o risco de aborto. As folhas são usadas para promover a cicatrização de feridas e maturação de abcessos.
O suco da folha é considerado eficaz contra filária (ou elefantíase, doença causada por verme). Tomam um macerado aquoso de folhas frescas para o tratamento de tosse convulsa.
Em Ruanda as folhas trituradas com água e a seiva servem para tratar dor de estômago.
A seiva do fruto é tido como forte purgante.
Às sementes são atribuídas propriedades emoliente, anti-helmíntico, emético (provoca vômito) e catártico (purificador, purgativo). O óleo de semente é utilizado para o tratamento de problemas de pele.
Dosagem indicada
Afecções hepáticas, amenorreia, clorose e anemia
Colocar em infusão 20g de caule e folhas de bucha em 1 litro de água fervente. Esfriar, coar e beber de 4 a 5 xícaras ao dia.