Nome científico: Solidago chilensis.
Nome popular: Espiga-de-ouro, arnica-do-campo, arnica-silvestre, erva-de-lagarto, macela-miúda, rabo-de-rojão, erva-lanceta.
Partes usadas: Folha, partes aéreas floridas e sumidades floridas.
Princípios ativos: Partes aéreas: quercitrina, flavonoide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido cafeico etc.
Propriedade terapêutica: Estomáquica, adstringente, cicatrizante, vulnerária, antisséptica, analgésica, cicatrizante, anti-inflamatória.
Indicação terapêutica: Ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões.
Uso popular e medicinal
Apesar de não terem sido ainda comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança no emprego desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular de uma maneira crescente.
É empregado externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição a Arnica Montana L.
A espécie vem sendo amplamente utilizada no Brasil principalmente na forma de extratos alcoólicos e infusões, sendo associada às propriedades antisséptica, analgésica, cicatrizante e anti-inflamatória.
Quanto à composição química de plantas do gênero Solidago é descrita a presença de terpenos, saponinas, ácidos fenólicos e altas quantidades de flavonoides principalmente quercetina, campferol e rutina.
Análises da composição química de S. chilensis relatam que das raízes já foram isolados diterpenos do tipo labdano, além dos flavonoides quercetina e quercitrina, esse último majoritário das partes aéreas da planta.
Dosagem indicada
Tratamento de traumatismos e contusões.
Aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidos na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas.
Contraindicações
Por ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico.