Nome científico: Ilex paraguariensis.
Nome popular: Mate, erva-do-paraguai.
Partes usadas: Folha, ramo.
Princípios Ativos: Compostos fenólicos (ácido clorogênico), xantinas (cafeina, teobromina, teofilina), minerais (Mg, Ca, Fe, Na, Mn, K), vitaminas (A, B1, B2, B6, C).
Propriedade terapêutica: Estimulante do sistema nervoso central, diurética, anti-inflamatório, antioxidante, antirreumático, benéfico para o sistema cardiovascular.
Indicação terapêutica: Fraqueza, cansaço, depressão, má digestão.
Uso popular e medicinal
A erva-mate é um produto consumido em grande parte da América do Sul. Folhas e ramos são utilizados no preparo de bebidas estimulantes como o chimarrão, tererê, chá-mate solúvel, chá-mate tostado e chá pronto para beber. A forma tradicional e mais difundida de saboreá-la é o chimarrão (infusão com água quente e erva-mate beneficiada), consumida em cuias de madeira ou porongo (ou cabaça).
Erva-mate é ótima fonte de antioxidantes, principalmente polifenóis, são substâncias de valor reconhecido por ajudar a combater os radicais livres. Existem evidências de que o consumo regular de erva-mate, provavelmente vinculado a ingestão de polifenóis, reduz o risco de certas doenças crônicas ou degenerativas. Polifenóis são compostos naturais encontrados em grandes quantidades em alimentos de origem vegetal como frutas (maçã, uva), legumes (tomate, pimentão, cebola), chá, vinho, chocolate escuro, café e erva-mate.
Na erva-mate os polifenóis encontram-se nas folhas, determinando o sabor amargo e adstringente do chá de erva-mate.
O fenol majoritário é o ácido clorogênico (atualmente conhecido por ácido 5-O-cafeoilquínico). Outros componentes: xantinas (cafeina, teobromina e teofilina), minerais (magnésio, cálcio, ferro, sódio, manganês, potássio) e vitaminas (A, C, B1, B2, B6) [1].
Internamente é indicado em problemas de fraqueza, cansaço, depressão, má digestão, como estimulante e diurético.