Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 96
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 96
Fotografia de Ronaldo Aparecido Carpecci, funcionário da Divisão de Biblioteca da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
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A Divisão de Biblioteca da ESALQ retomou suas atividades presenciais de atendimento somente para empréstimos e devoluções, mediante agendamento. Para outros serviços oferecidos, o atendimento continuará por meio de teletrabalho.
As bibliotecárias referêncistas auxiliam alunos e professores na resolução de questões associadas ao desenvolvimento acadêmico por meio de conteúdos bibliográficos.
Este livro contém 14 capítulos. É um guia prático sobre hidroponia e cultivo protegido . Os tópicos abordados incluem: contexto e história da hidroponia e cultivo protegido ; estufas e estruturas de cultivo protegidas ; operação e gestão da estufa; sistemas hidropônicos - cultura em solução; sistemas hidropônicos baseados em substrato; sistemas orgânicos de estufa sem solo; propagação e produção de transplantes; nutrição de plantas e formulação de nutrientes; Fitossanidade, fitossanidade e fatores abióticos; produção hidropônica de safras selecionadas; fábricas - sistemas fechados de produção; qualidade e avaliação dos produtos da estufa; e fatores de colheita e pós-colheita.
Esta publicação apresenta o estado atual do conhecimento sobre a origem, história, cultura e comércio da goiaba no mundo. A composição e o processamento dos frutos, bem como a fixação, o desenvolvimento e a maturação dos frutos são descritos. A propagação, biotecnologia, nutrição, irrigação, manejo de pomares, floração, distúrbios fisiológicos, fotossíntese, produtividade, pragas (incluindo nematóides), doenças, fisiologia pós-colheita e armazenamento de goiaba também são discutidos. O livro é dirigido principalmente a pesquisadores de goiaba, professores e acadêmicos, estudantes, conselheiros e pessoal de apoio à indústria.
Foi lançado, no dia 26 de outubro, o Portal USP de Ciência Aberta, por meio de um trabalho envolvendo a Pró-Reitoria de Pesquisa, a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (Aguia) e a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI).
Durante o lançamento do portal, o magnífico reitor, prof. Vahan Agopyan, e o pró-reitor de Pesquisa, prof. Sylvio Canuto, também publicaram a Declaração USP de Apoio à Ciência Aberta, o que pode ser encontrado na íntegra no portal. Nesse mesmo dia, foi anunciado que a USP, a partir daquele momento, era signatária da Declaração de São Francisco sobre Avaliação da Pesquisa (Dora – The Declaration on Research Assessment), se juntando a milhares de instituições e pesquisadores de 150 países no mundo.
O e-book “Avanços da pecuária na Amazônia: pesquisas em desenvolvimento regional em Rondônia” é gratuito e foi lançado no dia 6/12. Ele traz dados científicos que podem promover a pecuária sustentável na região.
São informações valiosas para o desenvolvimento de tecnologias e ações que sejam adaptadas à realidade do estado e que também podem ser adotadas em todo o Bioma Amazônia.
O Mendeley é um gestor de referência gratuito, desenvolvido pela empresa Elsevier, disponibilizado aos usuários para gerenciar, compartilhar, ler, anotar e editar artigos científicos. Auxilia na formatação de trabalhos acadêmicos (citações e referências) de acordo com normas nacionais e internacionais, possuindo mais de 8.000 estilos de referências, incluindo ABNT.
Comunicamos que os empréstimos, renovados de forma automática até a data de 4 de outubro de 2021, por esta Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica – AGUIA, poderão ser renovados pelos usuários via web, utilizando o Aplicativo Móvel da AGUIA, Banco DEDALUS ou Portal de Busca Integrada da USP, de forma ilimitada, até fevereiro de 2022, desde que o material não esteja atrasado ou reservado para outro usuário.
A decisão de tornar a renovação ilimitada no momento atual tem o objetivo de atender diferentes demandas das Bibliotecas e seus usuários, diminuindo os riscos à situação de pandemia e facilitando o processo de retorno das atividades presenciais nas Bibliotecas.
Indicadores de desempenho acadêmico não são uma novidade para as universidades e institutos de pesquisa. Reputação, visibilidade, relevância e número de artigos publicados são alguns dos parâmetros dos rankings internacionais para avaliar instituições de ensino superior. Alguns rankings utilizam medidas comparativas mais abstratas, como “excelência” ou “qualidade” da performance das instituições. Outros podem medir aspectos específicos da influência universitária, como sua contribuição para o alcance das Metas do Desenvolvimento Sustentável, por exemplo. No geral, os rankings são vistos como importantes termômetros da qualidade do ensino superior de um país. Na era da prestação de contas e da contagem de views, o desafio está em ter pesquisadores reconhecidos e citados, representando a elite da produção científica mundial.
Durante o mês de novembro foram divulgados os vencedores da edição de 2021 de três importantes prêmios literários do País: o Prêmio Jabuti, o Prêmio Abeu e o Prêmio Literário Biblioteca Nacional. Em todos eles, professores e pesquisadores da USP se fizeram presentes, como vencedores ou finalistas.
Em sua 63ª edição, o Prêmio Jabuti foi idealizado em 1959 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Considerado o mais tradicional prêmio literário do País, premia autores, ilustradores, livreiros, editoras e gráficas que, ano após ano, se destacaram no mercado editorial.
Já o Prêmio Abeu, em sua 7ª edição, foi criado em 2015 pela Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu), com o propósito de destacar as melhores edições universitárias ligadas ao conhecimento científico e acadêmico. O prêmio também dá atenção especial ao projeto gráfico das obras.
O interesse por produtos veganos dos mais diversos segmentos está em crescimento, como indica o mercado global de cosméticos veganos, que deve chegar a US$ 21,4 bilhões até 2027, segundo dados da ReportLinker, empresa de tecnologia com sede na França. Além disso, no Brasil, mais de 30% da população escolhe opções veganas em restaurantes e estabelecimentos, indica pesquisa realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec) encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). A principal motivação para a busca de produtos sem origem animal é justamente a “crueldade que existe com a parte dos animais”, avalia Dirceu Tornavoi de Carvalho, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP.
Além disso, o professor também atribui o crescimento do consumo desses produtos a “causas ambientais, como o desmatamento”, à causa animal e à “crença em relação à saúde”, situações em que os consumidores observam impactos negativos da carne para o organismo. Ainda segundo a SVB, 46% da população já exclui a carne do prato, por vontade própria, pelo menos uma vez na semana.
A USP, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Instituto Pasteur assinaram, no dia 8 de dezembro, um acordo para o financiamento de projetos de jovens pesquisadores na área de ciências biomédicas a serem desenvolvidos na Plataforma Científica Pasteur-USP (SPPU, na sigla em inglês), no campus da USP em São Paulo, por um período de quatro anos. O convênio se destaca por prever mecanismos de retenção de talentos após a execução dos projetos, de quatro a cinco anos após a seleção.
A assinatura do documento foi realizada na sede do instituto, em Paris, e contou com a presença do presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago; do reitor da USP, Vahan Agopyan; e do diretor-geral do Instituto Pasteur, Stewart Cole.
De acordo com publicação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 2020 a fome cresceu 30% na América Latina. No Brasil, essa situação é ainda mais preocupante: quase 20 milhões de pessoas estão passando fome no País e 44% estão em algum grau de insegurança alimentar.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição, a professora Thais Mauad, coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do Instituto de Estudos Avançados da USP e integrante do Grupo de Trabalho Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome, explicou que esse cenário se agravou devido à falta de políticas públicas e à pandemia, que gerou a crise econômica.