Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 95
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 95
Fotografia de Fátima dos Santos Possato, funcionária da Revista Scientia Agricola da USP/Esalq.
Coordenadas: -22.71262812759979, -47.63095424035206
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Vilma A. Sarto Zeferino é responsável pelo serviço de Comutação Bibliográfica.
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A Divisão de Biblioteca da ESALQ retomou suas atividades presenciais de atendimento somente para empréstimos e devoluções, mediante agendamento. Para outros serviços oferecidos, o atendimento continuará por meio de teletrabalho.
As bibliotecárias referêncistas auxiliam alunos e professores na resolução de questões associadas ao desenvolvimento acadêmico por meio de conteúdos bibliográficos.
Este livro contém 5 capítulos que apresentam uma discussão simples e direta dos princípios e processos envolvidos na produção de grãos por safras agronômicas e como esses processos fundamentam e influenciam as decisões de manejo. O foco está nas safras de grãos, principalmente milho e soja, embora os princípios gerais se apliquem igualmente a cereais, leguminosas para grãos e oleaginosas. As decisões de manejo definem todos os sistemas de cultivo - quais (espécies de cultivo, variedade), onde (clima), quando (data de plantio) e como (espaçamento entre linhas e densidade populacional) são as escolhas fundamentais.
O conhecimento dos processos fundamentais responsáveis pelo crescimento da planta e pelo acúmulo de rendimento simplifica o processo de tomada de decisão e leva a melhores decisões de manejo, maior rendimento de grãos e sistemas de cultivo eficientes, resiliente e sustentável. O conteúdo inclui processos básicos de crescimento da planta (por exemplo, fotossíntese, respiração, evapotranspiração); crescimento e produção de rendimento; manejo da cultura (qualidade da semente, seleção de variedade, data de plantio, espaçamento entre linhas); e produção de safras no futuro (mudanças climáticas, OGM, agricultura de precisão e novas safras). Este livro é destinado a pesquisadores em ciências agrícolas, agronomia e ciências vegetais, e profissionais de produção agrícola.
Este livro permitirá que os leitores tomem decisões de gestão melhores e mais informadas; decisões que ajudarão a manter um mundo bem alimentado no futuro. e produção de safras no futuro (mudanças climáticas, OGM, agricultura de precisão e novas safras). Este livro é destinado a pesquisadores em ciências agrícolas, agronomia e ciências vegetais, e profissionais de produção agrícola. Este livro permitirá que os leitores tomem decisões de gestão melhores e mais informadas; decisões que ajudarão a manter um mundo bem alimentado no futuro. e produção de safras no futuro (mudanças climáticas, OGM, agricultura de precisão e novas safras). Este livro é destinado a pesquisadores em ciências agrícolas, agronomia e ciências vegetais, e profissionais de produção agrícola. Este livro permitirá que os leitores tomem decisões de gestão melhores e mais informadas; decisões que ajudarão a manter um mundo bem alimentado no futuro.
Este livro contém 12 capítulos enfocando as tendências atuais na produção de cereja doce, floração de cereja, frutificação e cultivares, porta-enxertos de cereja doce, planejamento de um novo pomar de cereja, estabelecimento e produção de pomar, os fundamentos da poda de cereja doce, vários sistemas de treinamento de cereja doce, manejo do ambiente do pomar, amadurecimento e colheita dos frutos e manejo de pragas, patógenos e doenças do pomar. O futuro promissor da produção de cereja também é discutido.
A Vila de Paranapiacaba, distrito do município de Santo André, se destaca dentro da região macrometropolitana de São Paulo como um território ímpar por sua história, relevância patrimonial, ambiental e por preservar importante remanescente da Mata Atlântica, que fornece uma série de serviços ecossistêmicos à sociedade, especialmente a provisão de recursos hídricos.
Diante da possibilidade de implantação de um empreendimento logístico de grande porte nos arredores dessa área, refletir sobre o impacto socioambiental da intervenção em diferentes escalas requer um olhar crítico, que contemple e alie saberes técnicos e populares no entendimento do problema e, sobretudo, que contribua para construção de um processo de aprendizagem social, governança e efetivação de políticas públicas verdadeiramente emanadas do território. Nesse sentido, qualificar o planejamento territorial de modo que possibilite a participação social e atenda às necessidades e olhares dos diversos atores, evitando que a lógica desenvolvimentista se sobressaia à sustentabilidade, é um grande desafio da contemporaneidade.
Desmistificar a biologia molecular e destacar a importância dos alimentos funcionais de forma lúdica e interativa é o objetivo de um projeto que aproximou alunos do curso de Ciências dos Alimentos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e estudantes do ensino médio e técnico de escolas de Piracicaba e Rio Claro, em São Paulo.
“Os alimentos funcionais têm se mostrado um importante aliado na prevenção de doenças como câncer, obesidade, diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares”, conta a professora Aline Silva Mello Cesar, do departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq, coordenadora da iniciativa que contou com apoio do programa Aprender na Comunidade, da Pró-Reitoria de Graduação da USP.
Em 2015, a FAO informou que 45% das frutas e vegetais eram perdidos ou desperdiçados ao longo da cadeia de oferta do produto. Em Piracicaba, no entanto, a preocupação da cadeia varejista tem refletido em índices abaixo dos indicados pela FAO, mas ainda há espaço para melhoras.
Um estudo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) identificou o perfil dos estabelecimentos revendedores de hortaliças e frutas no município afim de definir o perfil e as características das perdas de hortaliças e frutas e caracterizar os métodos de conservação dos produtos utilizados pelos estabelecimentos.
A coleta de dados ocorreu a partir da aplicação de questionários nos estabelecimentos revendedores de hortifrútis. “Entrevistamos profissionais de supermercados, varejões, hortas, atacados e feiras municipais”, conta o economista Paulo Segato Pedroso, autor da tese defendida no programa de pós-graduação em Economia Aplicada.
Comunicamos que os empréstimos, renovados de forma automática até a data de 4 de outubro de 2021, por esta Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica – AGUIA, poderão ser renovados pelos usuários via web, utilizando o Aplicativo Móvel da AGUIA, Banco DEDALUS ou Portal de Busca Integrada da USP, de forma ilimitada, até fevereiro de 2022, desde que o material não esteja atrasado ou reservado para outro usuário.
A decisão de tornar a renovação ilimitada no momento atual tem o objetivo de atender diferentes demandas das Bibliotecas e seus usuários, diminuindo os riscos à situação de pandemia e facilitando o processo de retorno das atividades presenciais nas Bibliotecas.
Com o objetivo de demonstrar à população a ciência em situações e vivências cotidianas, bem como responder a algumas questões e curiosidades específicas, pesquisadores e especialistas da Universidade de São Paulo (USP) criaram o Instagram @comcienciausp, para compartilhar, em linguagem acessível, dados científicos.
Trata-se de uma nova forma de divulgação científica, já que responde a “dúvidas reais” das pessoas “ao invés de divulgar linhas de pesquisas de nossos pesquisadores”, afirma Carlos Roberto Bueno Júnior, professor da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP) da USP e integrante do projeto ComCiência USP, que teve início em setembro deste ano.
Empresa, academia, instituto de pesquisa e poder público se uniram em torno de um projeto de recuperação de quatro microbacias hidrográficas de Piracicaba, todas prioritárias para a produção de água e abastecimento público. A partir da restauração florestal das imediações delas, Imaflora, hub agroambiental, Esalq (Escola Superior de Agricultura) e Sema (Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento) identificaram e irão viabilizar com maior rapidez a recuperação uma área potencial de 1.300 hectares em APPs (Áreas de Preservação Permanente). O foco está nos ribeirões do Paredão Vermelho, Congonhal, Marins e Córrego Tamandupá. As informações são do gerente florestal do Imaflora, Leonardo Sobral.