Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 241
Período: 22 a 28/11/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 241
Período: 22 a 28/11/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
O registro fotográfico da edição 241 do Dicas & Notícias é de Silvio Bacheta, funcionário da Divisão de Biblioteca da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
De 07 a 29/11/2024, das 7h45 às 21h30, a Divisão de Biblioteca (DIBD) da ESALQ promoverá a "Quinzena do Perdão" com o objetivo de recuperar o material em atraso e conscientizar os usuários da DIBD sobre a importância de cumprir o regulamento.
Os usuários inscritos nas Bibliotecas da ESALQ (Central e LES) poderão trocar sua suspensão por doação de leite, que será encaminhado à entidade ao projeto solidário “Exército de Formiguinhas e Pastoral Social”.
Ressalta-se que essa ação social estará aberta a todos que tiverem interesse em participar e realizar a doação desse mantimento.
Objetivo:
Recuperar materiais bibliográficos com devolução atrasada, permitindo a disponibilidade das obras para outros usuários que tenham interesse no documento e aguardam a sua devolução;
Possibilitar o aumento da demanda no uso dos serviços disponibilizados pelo Processo Atendimento e Orientação ao Usuário;
Aproveitar os benefícios da campanha de “anistia” em prol da responsabilidade social;
Proporcionar vantagens ao usuário para regularizar sua situação com a biblioteca, reforçando a importância do cumprimento do regulamento (pontualidade na devolução) e o alerta aos compromissos assumidos, utilizando as doações como caráter educativo.
"A campanha atenderá o projeto solidário “Exército de Formiguinhas e Pastoral Social”, que busca ajudar famílias e comunidades carentes em Piracicaba"
Ronaldo A. Caprecci é responsável pelo setor de Emprésimo da Divisão de Biblioteca da USP/Esalq.
Base de dados mais antiga na área de biologia animal, a Zoological Record é considerada a principal referência taxonômica global, com cobertura desde 1864 e registro não oficial de nomes de animais em escala internacional. A base está disponível como uma iniciativa da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) da USP para acesso da comunidade universitária pelas redes da Universidade ou pela conexão remota via VPN, ou ainda pela plataforma Web of Science.
Os registros zoológicos abrangem todos os aspectos da pesquisa moderna com animais, incluindo: Comportamento, Conservação, Evolução, Habitat, Nomenclatura, Fisiologia, Taxonomia, Biodiversidade, Ecologia, Genética, Morfologia, Parasitologia, Reprodução, Zoogeografia.
Pesquisadores frequentemente utilizam a base Zoological Record para verificar nomes científicos, identificar publicações sobre espécies específicas e acompanhar a evolução da classificação taxonômica de diferentes grupos animais. Por exemplo, estudos sobre novas espécies de insetos na Amazônia ou revisões taxonômicas de vertebrados podem ser encontrados na base de dados.
Outro exemplo de pesquisa pode envolver a descoberta e catalogação de novas espécies, o estudo da biodiversidade em diferentes ecossistemas ou a análise de comportamentos e habitats de animais específicos. A base de dados cobre temas amplos, como taxonomia, ecologia, conservação, e fisiologia de organismos, abrangendo desde organismos fósseis até espécies modernas.
As fontes de informação ainda incluem títulos de periódicos publicados em mais de 100 países, monografias (incluindo relatórios), livros, boletins informativos, trabalhos e resumos de congressos, além do Zoological Record Thesaurus, que remonta a 1864.
Como reconhecimento de destaque na produção de publicações científicas em acesso aberto, a USP recebeu no dia 21 de novembro o Prêmio Capes & Clarivate de Contribuição Científica ao Acesso Aberto. Trata-se da valorização da democratização da ciência, pela disponibilização gratuita de artigos científicos, dados de pesquisa e outros recursos acadêmicos, permitindo que qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, acesse e utilize essas informações para educação, inovação e avanço do conhecimento.
A iniciativa premiou cinco instituições, uma por região do País, que se destacaram pelo avanço do acesso aberto no Brasil nos últimos cinco anos, com maior número de publicações altamente citadas entre 2019 a 2023. A metodologia da premiação considerou um volume de no mínimo 4.000 publicações no período, que estivessem em qualquer modalidade open acess e considerassem a abrangência de toda a produção científica das instituições brasileiras. A seleção é baseada em análises feitas pela Clarivate, empresa global especializada em informações sobre pesquisas científicas, com dados extraídos da plataforma Web of Science de citações acadêmicas.
Além da USP, destaque na região Sudeste, também foram premiadas a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
A metodologia da premiação considerou o período de análise de cinco anos, de 2019 a 2023. Incluiu como critério um volume de no mínimo 4.000 publicações no período, que estivessem em qualquer modalidade open acess e considerassem a abrangência de toda a produção científica das instituições brasileiras.
O evento de premiação, que também marcou a comemoração dos 24 anos do Portal de Periódicos da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), contou com a presença de Adenilson da Silva Simão, pró-reitor adjunto de Pós-Graduação da USP, de Paulo Martins, presidente da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) da USP, e da bibliotecária Adriana Ferrari, coordenadora executiva da ABCD.
"Deborah Dias destacou a importância do acesso aberto para o aumento da visibilidade e representatividade da ciência produzida regionalmente no Brasil que, apesar das diferenças, merece reconhecimento por sua excelência"
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Este livro apresenta uma análise aprofundada da cadeia produtiva da goiaba no Espírito Santo, com foco nas condições de produção, comercialização e nas possibilidades de expansão do setor. O estudo incluiu entrevistas com 80 produtores e 27 agroindústrias, identificando os desafios e oportunidades para fortalecer o mercado de consumo in natura e o setor de sucos e alimentos processados.
A obra destaca a importância econômica da fruticultura no estado, responsável por 11,8% do valor bruto da produção agropecuária em 2020, e sua distribuição em todas as regiões capixabas. O diagnóstico e a proposição de soluções visam aprimorar as condições de geração de renda, sustentabilidade e competitividade do setor, alinhando-se aos objetivos estratégicos do Incaper, da Secretaria de Agricultura e do Governo do Estado.
Ao identificar fatores críticos e medir o potencial de crescimento, o livro fornece subsídios para políticas públicas que fomentem a fruticultura, promovendo o fortalecimento da agricultura e o desenvolvimento da indústria de alimentos e bebidas no Espírito Santo.
"A leitura de Cadeia Produtiva da Goiaba no Espírito Santo é muito importante para quem busca compreender os desafios e oportunidades da fruticultura no Brasil, especialmente no contexto capixaba"
Silvio Douglas Dias Bacheta é Chefe da Seção Apoio Administrativo e responsável pela divulgação de produtos e serviços da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O grupo de pesquisa Soil Health & Management Research Group (Sohma), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), lançou uma nova edição do Guia Prático de Plantas de Cobertura: Espécies, manejo e impacto na saúde do solo.
A obra está vinculada ao Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON) e aborda a temática de plantas de cobertura, trazendo uma síntese de informações práticas de mais de 70 opções de cultivos de cobertura, incluindo 63 espécies e oito opções de misturas e consórcios.
O CCARBON é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Esalq-USP. Sua missão é desenvolver soluções inovadoras para o fortalecimento de uma agricultura tropical de baixo carbono.
“Este livro é um guia para que produtores, técnicos, consultores, estudantes e até pesquisadores conheçam melhor as características de cada planta de cobertura. Esperamos que sirva de suporte para a tomada de decisão sobre a adoção dessas plantas no campo. O uso de plantas de cobertura é uma das maiores oportunidades que a agricultura brasileira tem para se tornar mais produtiva, sustentável e resiliente às mudanças climáticas”, explica à Agência FAPESP Maurício Roberto Cherubin, professor da Esalq e organizador da publicação.
A segunda edição revisada amplia também o conteúdo, incluindo novos capítulos sobre os benefícios, desafios e manejo das plantas de cobertura nos sistemas agrícolas e sobre a escolha e o posicionamento de mixes de plantas. Além disso, foram incluídas cerca de 20 novas espécies para uso como plantas de cobertura.
“Certamente a obra ficou mais completa, mais didática e ainda mais útil para que agricultores, técnicos, consultores e pesquisadores possam conhecer mais sobre o uso das plantas de cobertura na agricultura brasileira”, comenta Cherubin.
Pesquisadores do curso de Nutrição e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP lançaram o e-book Suplementos Alimentares para Pessoas em Tratamento de Câncer: Estratégias para Comer e Sentir-se Bem, que reúne receitas de suplementos alimentares para auxiliar pacientes oncológicos a se alimentarem com mais prazer e a controlarem os sintomas do tratamento. A publicação está disponível gratuitamente clicando aqui.
A publicação digital traz receitas desenvolvidas por estudantes entre 2018 e 2023 na disciplina Oficina Terapêutica do Gosto (OTG), criada em 2014 pela professora Rosa Wanda Diez Garcia. A atual coordenadora da disciplina, professora Camila Cremonezi Japur, do Departamento de Ciências da Saúde da FMRP-USP, afirma que o benefício para o público-alvo está na utilização de suplementos preparados com alimentos, de fácil acesso e baixo custo em comparação com produtos industrializados. Camila acrescenta que, além da questão financeira, as receitas oferecem “boas qualidades sensoriais”, como estética, aroma e sabor, que tornam a alimentação mais agradável e ajudam a trazer conforto durante o tratamento.
A proposta é que esses suplementos também possam ser implementados no ambiente hospitalar, facilitando a adaptação de pacientes que têm dificuldade com a dieta hospitalar padrão, e por nutricionistas em seus consultórios, ao utilizarem os alimentos como suplementos para aliviar sintomas gastrointestinais e complementar as necessidades nutricionais.
Durante o tratamento de câncer, diz Camila, é comum que os pacientes apresentem falta de apetite, náuseas, diarreia e feridas na boca. “Em geral, os pacientes perdem peso e massa muscular, o que prejudica a evolução clínica, então é essencial que mantenham um bom estado nutricional ao longo do tratamento. Assim, desenvolvemos estratégias para evitar ou reduzir ao máximo a perda de peso”, conclui.
O e-book inclui receitas salgadas, como o caldo de moranga com frango, que leva ingredientes simples como filé de frango, moranga, óleo de soja, cebola, alho, cheiro-verde e sal. Há também opções doces, como o pudim de leite com calda de morango, feito com leite integral, morangos, leite em pó integral, ovos e açúcar cristal.
O levantamento, publicado no dia 19 deste mês, foi feito com base no número de citações publicadas pelos seus pares ao longo da última década, segundo avaliação da consultoria britânica Clarivate Analytics. Outros sete professores da USP (Universidade de São Paulo) aparecem no ranking.
Além de Brancalion, na classificação estão também os professores Carlos Augusto Monteiro, Eurídice Martínez Steele, Geoffrey Cannon, Jean-Claude Moubarac e Maria Laura da Costa Louzada, da Faculdade de Saúde Pública, Raul Dias dos Santos Filho e Renata Bertazzi Levy, da Faculdade de Medicina (FM).
Nesta edição, divulgado anualmente desde 2014, foram classificados os 6.636 pesquisadores mais citados em 2024, oriundos de mais de 1.200 instituições em 59 países e 21 áreas de pesquisa. O processo de avaliação e seleção se baseia em dados do índice de citações do Web of Science, juntamente com análises qualitativas realizadas por especialistas do Instituto de Informações Científicas (ISI, na sigla em inglês) da Clarivate.
A lista fornece, ainda, informações sobre o cenário global dos principais talentos em pesquisa e identifica tendências em países, regiões e instituições. Os Estados Unidos continuam a ser o país com o maior número de pesquisadores citados, 2.507; seguido pela China, com 1.405; Reino Unido, com 563; Alemanha, com 332; e Austrália, com 313. Já a Academia Chinesa de Ciências é a instituição com mais pesquisadores entre os mais citados do mundo (308), 77 a mais do que a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
O Brasil teve 14 pesquisadores na lista dos mais influentes, quatro a menos do que o ano passado. A USP é a instituição brasileira com mais docentes selecionados, oito ao todo, número que se manteve em relação a 2023.
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP realiza, de 2 a 6 de dezembro, sempre às 19h30, o 29º Encontro de Corais Luzes & Vozes. O evento, que acontece anualmente desde 1996, é promovido pela Comissão e Serviço de Cultura e Extensão Universitária da Esalq e se consolidou como uma tradição em Piracicaba. A entrada é grátis.
Neste ano, o encontro contará com a participação de 23 corais de diversas cidades, entre elas Piracicaba, Águas de São Pedro, Americana, Rio Claro e São Pedro. Serão grupos de escolas, faculdades, igrejas, clubes e comunidades, todos unidos pelo mesmo propósito: o amor ao canto. Além dos corais, o evento incluirá apresentações do Grupo de Danças Folclóricas da Esalq e da Orquestra Esalq e uma encenação de presépio vivo, envolvendo a comunidade interna e externa ao campus da USP em Piracicaba.
As apresentações acontecem no Salão Nobre da Esalq, oferecendo ao público uma oportunidade de vivenciar um espetáculo de integração cultural e celebração natalina. O coro anfitrião é o Coral Luiz de Queiroz, que, com o Coral Luiz de Queiroz-Noite e o Coral Reverendo James William Koger, fará a abertura e o encerramento do evento, acompanhados pela Orquestra Esalq e músicos convidados. A regência será da maestrina Cíntia Pinotti, que coordena o Luzes & Vozes há 26 anos. Confira abaixo a programação completa do encontro.
Numa disputa que durou cinco anos e envolveu mais de 300 equipes de 70 países, a equipe brasileira ficou com a terceira colocação na competição internacional XPRIZE Rainforest, uma das maiores iniciativas para mapeamento da biodiversidade das florestas tropicais do mundo. A fase final foi na Amazônia brasileira, juntamente com outros cinco times finalistas, e a equipe nacional, baseada na cidade de Piracicaba, em São Paulo, foi coordenada pelo professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP Vinicius Souza, com o apoio da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq).
Na última etapa do desafio, realizado entre 7 a 30 de julho deste ano, na comunidade do Tumbira, Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, os times finalistas tiveram a tarefa de mapear a biodiversidade presente em 100 hectares de Floresta Amazônica, sem a presença humana na área. Para tal, os dados deveriam ser coletados em 24 horas e as informações pertinentes à biodiversidade foram relatadas nas 48 horas seguintes.
Os pesquisadores brasileiros, do chamado Brazilian Team, desenvolveram equipamentos e tecnologias envolvendo drones, arranjos de sensores, robótica terrestre, coletores de ramos de árvores, água, serapilheira e solo projetados para obter amostras de plantas, animais, DNA, imagens e sons para avaliação da biodiversidade.
No total, o time brasileiro documentou 418 organismos, dos quais 266 foram identificados até o nível de espécie, três das quais sendo possivelmente novas para a ciência. Também foram registradas interações complexas entre espécies e identificadas aquelas que oferecem serviços ecossistêmicos valiosos para a bioeconomia da floresta. O levantamento em campo nesta fase foi conduzido por 18 membros do Brazilian Team ao longo de 24 horas e, nas 48 horas seguintes, os demais membros da equipe colaboraram para processar, analisar os dados e elaborar o relatório final entregue à coordenação do desafio.
“A equipe se esforçou para identificar plantas e animais até o nível taxonômico mais refinado possível, aproveitando essas identificações para análises e insights sobre a biodiversidade local”, explicou o coordenador do time, Vinicius Souza, da Esalq. “As descobertas das equipes beneficiarão não apenas o Brasil, mas também países da América Latina, África e Ásia que possuem florestas tropicais em seus territórios.”
A USP tem oito professores entre os pesquisadores mais influentes do mundo, com base no número de citações das respectivas publicações pelos seus pares ao longo da última década, segundo a avaliação da consultoria britânica Clarivate Analytics, divulgada no dia 19 de novembro.
Na classificação estão os professores Carlos Augusto Monteiro, Eurídice Martínez Steele, Geoffrey Cannon, Jean-Claude Moubarac e Maria Laura da Costa Louzada, da Faculdade de Saúde Pública (FSP); Pedro Henrique Santin Brancalion, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq); Raul Dias dos Santos Filho e Renata Bertazzi Levy, da Faculdade de Medicina (FM).
Nesta edição do ranking, divulgado anualmente desde 2014, foram classificados os 6.636 pesquisadores mais citados em 2024, oriundos de mais de 1.200 instituições em 59 países e 21 áreas de pesquisa. O processo de avaliação e seleção se baseia em dados do índice de citações do Web of Science, juntamente com análises qualitativas realizadas por especialistas do Instituto de Informações Científicas (ISI, na sigla em inglês) da Clarivate.
A lista fornece, ainda, informações sobre o cenário global dos principais talentos em pesquisa e identifica tendências em países, regiões e instituições. Os Estados Unidos continuam a ser o país com o maior número de pesquisadores citados, 2.507; seguido pela China, com 1.405; Reino Unido, com 563; Alemanha, com 332; e Austrália, com 313. Já a Academia Chinesa de Ciências é a instituição com mais pesquisadores entre os mais citados do mundo (308), 77 a mais do que a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
O Brasil teve 14 pesquisadores na lista dos mais influentes, quatro a menos do que o ano passado. A USP é a instituição brasileira com mais docentes selecionados, oito ao todo, número que se manteve em relação a 2023.
Além da USP, outras sete instituições brasileiras (uma a menos do que na edição passada) tiveram pesquisadores mencionados: Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) .
Nesta terça-feira, dia 26 de novembro, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação celebrou alunos da pós-graduação e seus orientadores na 13ª edição do Prêmio Tese Destaque USP, que tem como objetivo reconhecer e premiar teses de doutorado defendidas no programa de pós-graduação da Universidade em cada área de atuação e nas áreas distribuídas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Os trabalhos premiados foram defendidos entre 01/01/2023 e 31/12/2023, com um prêmio principal e até duas menções honrosas. O evento foi promovido na Sala do Conselho Universitário, no prédio da Reitoria, em São Paulo.
Para a premiação, são considerados a originalidade do trabalho, sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação e o valor agregado ao sistema educacional. O autor da Tese Destaque recebe prêmio de R$ 10 mil e seu orientador é premiado no valor de R$ 5 mil. Já as menções honrosas recebem diploma de premiação.
A vice-reitora da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, destacou a importância de premiações como a Tese Destaque para fomentar a pesquisa na Universidade. “É preciso celebrar nossos alunos, pesquisadores e professores que são a força motriz da nossa instituição, principalmente na área da pós-graduação”.
As áreas de conhecimento do Prêmio Tese Destaque USP nesse ano foram: Ciências Agrárias; Ciências Biológicas; Ciências Exatas e da Terra; Ciências da Saúde; Engenharias; Ciências Humanas; Letras, Linguísticas e Artes; Interdisciplinar; Ciências Sociais Aplicadas; Sustentabilidade Ambiental; Sustentabilidade Econômica e Economia Circular; e Inclusão Social e Cultural e Redução de Desigualdades.
“Esse é um momento muito importante para nossa Universidade, pois no ano de 2023 nós atingimos o número de 175 mil titulações de mestres e doutores na USP e, através desse reconhecimento, podemos, de alguma maneira, destacar e retribuir o trabalho feito por nossos pós-graduandos”, afirma o pró-reitor de Pós-Graduação, Rodrigo Calado.
“No passado, as universidades eram avaliadas, por exemplo, pelo número de artigos científicos publicados, quantidade de alunos formados, pela sua infraestrutura. Atualmente, somos avaliados pelo impacto que causamos na sociedade, pelo trabalho dos nossos egressos”, afirmou o reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior na cerimônia de entrega do Prêmio Alumni USP 2024, que aconteceu na tarde desta segunda-feira, dia 25 de novembro. O reitor também parabenizou todos os premiados pelas conquistas realizadas e por serem embaixadores da USP.
Organizado pelo Escritório Alumni USP, o prêmio é uma homenagem aos egressos da Universidade que se destacaram por suas contribuições e que impactaram positivamente a sociedade. “Considero esse momento fundamental para a Universidade, porque é uma síntese do que a USP oferece para a sociedade. É o momento em que podemos não só conhecer melhor, mas celebrar os nossos egressos”, ressaltou a vice-reitora Maria Arminda do Nascimento Arruda.
Nesta terceira edição, o Prêmio Alumni USP recebeu 506 inscrições. Puderam concorrer os egressos dos cursos de graduação e de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com trajetória profissional percorrida, pelo menos, há mais de dez anos da última titulação na USP.
O prêmio é dividido em seis categorias: Contribuições em Arte e Cultura; Contribuições em Ciência e Tecnologia; Contribuições em Inovação e Empreendedorismo; Contribuições na Qualidade de Vida das Pessoas; Contribuições nas Relações Humanas e Inclusão Social; e Contribuições na Sustentabilidade Ambiental. Além do premiado, cada categoria também homenageia um egresso com menção honrosa.
“O programa Alumni USP, instituído em 2018, tem a missão de fortalecer o relacionamento da Universidade com seus egressos, criando uma rede profissional que reconecta antigos estudantes com seus colegas e permite ao ex-aluno voltar a se sentir pertencente à USP”, afirmou a coordenadora do Escritório Alumni USP, Maria Helena Marziale.