Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 273
Período: 05 a 11/09/2025 | Elaboração: Thais C.C. de Moraes
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 273
Período: 05 a 11/09/2025 | Elaboração: Thais C.C. de Moraes
Na ESALQ, até os trajetos mais simples guardam poesia: o calçamento entre os galhos transformam o caminhar em contemplação. Estudar aqui é descobrir que o aprendizado não está apenas nos livros, mas também na beleza silenciosa dos caminhos, que lembram diariamente que até o básico pode ser extraordinário.
O registro fotográfico desta edição do Dicas & Notícias é de Stella dos Santos, aluna de graduação em Ciências dos Alimentos.
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
Você que está produzindo dissertação ou tese na Pós-Graduação da ESALQ: sabia que existe um serviço especializado da nossa Biblioteca para te ajudar em todas as etapas de formatação, submissão e disponibilização do seu trabalho acadêmico?
Oferecemos uma série de ferramentas, manuais e suporte que podem facilitar bastante esse processo:
Sistema de Submissão de Teses (SST): plataforma digital para submeter sua dissertação/tese, acompanhar correções, enviar versão revisada e garantir que o trabalho será integrado à Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (BDTD);
Templates e manuais de formatação para Word, LaTeX ou LibreOffice;
Materiais de apoio: vídeos, tutoriais, apresentações, guias rápidos relacionados à estrutura do trabalho, citações, plágio, normalização de referências, etc;
Uso do Turnitin para análise de similaridade.
Para facilitar ainda mais, preparamos um FAQ com as perguntas mais comuns dos alunos sobre formatação, submissão e depósito dos trabalhos acadêmicos, contendo respostas rápidas e diretas que podem economizar seu tempo e evitar retrabalhos. Reunimos abaixo algumas das dúvidas mais frequentes :
📑 Preciso seguir exatamente o modelo da Biblioteca? ❌ Não. O template é um guia, mas pode
ser adaptado.
🔤 Preciso usar exatamente a fonte e tamanho ✏️ Não. O aluno pode escolher outra fonte
indicados no modelo (Garamond 10)? e tamanho.
⏰ Quando devo submeter o arquivo para revisão no 📅 Pelo menos 7 dias úteis antes do prazo
Sistema de Submissão de Teses? final no Sistema Janus.
📚 Qual é a ordem dos elementos obrigatórios da tese? 📖 Capa, folha de rosto, resumo, abstract,
sumário e capítulos.
👨👩👦 Minha tese pode ter mais de um orientador? ✔️ Sim, desde que estejam credenciados no
Programa de PG.
🛠️ A Biblioteca corrige o conteúdo do meu trabalho? 📏 Não. A revisão é apenas de formatação e
normalização.
👩🏫 O que devo fazer se mudar de orientador no 🔄 Comunicar o serviço de PG
meio do processo?
🌍 Preciso traduzir o resumo para outro idioma? ✅ Sim, é obrigatório ter resumo em
português e em inglês, mesmo no caso
de teses/dissertações escritas em inglês.
Tenha a Biblioteca como aliada e siga com segurança em sua jornada acadêmica!
Eliana Maria Garcia é Bibliotecária Chefe da Informação Científica na Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O livro traz para a mesa de debates a importância de determinados alimentos para saudabilidade e bem-estar das pessoas, assim como discute diversos mitos em torno deles, muitos dos quais não se sustentam à luz da Ciência. Publicado originalmente em inglês, a obra é a primeira iniciativa da Editora Fealq em publicar traduções de conteúdos internacionais de relevância científica, a partir de parceria com a editora alemã Springer.
Em sua tradução para o português, a obra passou por revisão técnica do Prof. Dr. Severino Matias de Alencar, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). O docente está à frente de diversas pesquisas relacionadas à produtos naturais, as quais são reconhecidas nacional e internacionalmente por sua relevância para a saúde e nutrição humana.
“Superalimentos” reúne textos escritos por pesquisadores e docentes de universidades dos Estados Unidos, organizados pelos professores Jeffrey P. Miller e Charlene Van Buiten, ambos do Departamento de Ciência dos Alimentos e Nutrição Humana, na Faculdade de Saúde e Ciências Humanas, da Colorado State University.
Texto: FEALQ
A obra é indicada para pessoas que buscam saúde consciente.
Isabel Cristina Moraes Barros Chaddad é Chefe Técnica do Processo Formação e Manutenção do Acervo, da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
A temática plantas de cobertura está ganhando crescente atenção, tanto no meio acadêmico quanto no campo. No campo, as plantas de cobertura são vistas como uma oportunidade de oferecer diversos serviços ecossistêmicos. Atualmente, os principais serviços que as plantas de cobertura podem oferecer em lavouras comerciais são: controle de nematoides, estruturação do solo e proteção da superfície do solo. Estes três serviços impactam diretamente na economia do produtor ao reduzir a perda de produtividade dos cultivos comerciais por nematoides, compactação e erosão, respectivamente.
As informações deste guia são estratégias fundamentais para mitigar riscos e utilizar as plantas de cobertura de forma mais assertiva. A diversificação de cultivos, a inserção de mixes e os consórcios bem sucedidos que atingem o objetivo proposto facilitam a difusão dessas tecnologias. Desta forma, este guia é fundamental para aumentar a adoção de plantas de cobertura e promover uma agricultura brasileira mais sustentável.
Dentro desse contexto, este excelente produto está diretamente alinhado com os propósitos do CCARBON, o Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical da Universidade de São Paulo (USP), localizado em Piracicaba-SP. A missão do CCARBON é desenvolver soluções e estratégias inovadoras em agricultura tropical sustentável, baseada em carbono, para mitigar as mudanças climáticas e melhorar os padrões e condições de vida.
Acesse gratuitamente a publicação através do Portal de livros Abertos USP
Saiba como explorar os benefícios das plantas de cobertura em diversas regiões do país !
Maurício Roberto Cherubin é docente do Departamento de Ciência do Solo da USP/ESALQ.
O mais recente Relatório “State of Open Data” sugere que dados abertos estão prestes a se tornar uma produção acadêmica padrão, reconhecida e apoiada globalmente, e que o compartilhamento de dados ajuda a criar um ecossistema de pesquisa mais equitativo, justo e com menos desperdício.
Aqui, analisamos por que compartilhar seus dados de pesquisa beneficia você e a comunidade científica em geral, e oferecemos dicas práticas sobre por onde começar.
Esta é uma tradução livre das orientações publicadas pela equipe da Springer Nature e está disponível na íntegra no Portal do Acesso Aberto USP.
Acesse www.abcd.usp.br e conheça os produtos e serviços oferecidos pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 22h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 22h
Aproveite a facilidade do aplicativo Bibliotecas USP e mantenha em dia o prazo do seu empréstimo.
As mudanças climáticas apresentam cenários cada vez mais extremos, mudando a realidade do planeta como o conhecemos. Deste modo, abordar essa temática no contexto da Criosfera, reforça a importância da extensão universitária e da divulgação científica, amparando a popularização do conhecimento junto à sociedade.
Durante o ano de 2025, é celebrado o Ano Internacional das Geleiras (IYGP 2025). Neste contexto, o Centro de Referência de Ensino de Ciências da Natureza (CRECIN), grupo de pesquisa e extensão da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em parceria com o Museu de Geociências, do Instituto de Geociências - IGc/USP, tem atuado desde março deste ano em momentos de formação e reflexão com escolas e a sociedade em geral, por meio de práticas extensionistas.
A professora Rosebelly Nunes Marques, docente do departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq/USP, coordenadora do grupo CRECIN e responsável pelas ações, destaca a urgência deste tipo de ação.
As ações seguem ocorrendo até dezembro, com programação envolvendo atividades em escolas, espaços de ensino não formal e em eventos de divulgação científica. Porém, as práticas deverão ter uma continuidade, sendo alocadas nas propostas futuras do grupo CRECIN e do Museu de Geociências na abordagem sobre a cultura oceânica e a divulgação científica sobre as ciências da natureza.
Um modelo em desenvolvimento pela Embrapa conseguiu estimar com boa assertividade a produtividade de cana-de-açúcar utilizando imagens de satélite coletadas durante a fase de crescimento da lavoura. O resultado foi obtido integrando as imagens com técnicas estatísticas e aprendizagem de máquina. A mesma metodologia também foi testada em soja e serviu como forma de validação do bioestimulante Hydratus que acaba de ser lançado.
A expectativa da equipe que trabalha na pesquisa é a de gerar um modelo de predição que possa ser utilizado por produtores e indústria com dados por talhão nas propriedades rurais. Isso possibilitaria melhor planejamento estratégico, antecipação de negociações, programação de logística e a orientação para possíveis intervenções na lavoura. Outro possível uso seria pelo poder público na previsão de safras.
Todos os meses, 17 a 25 toneladas de resíduos da Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa – CE) são enviadas ao aterro sanitário, a um custo aproximado de R$ 230 mil. Para transformar esse passivo em energia renovável, pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveram o Sistema Integrado de Reatores Anaeróbios. A inovação aumenta a produção de biogás, com alto teor de metano, ocupa menos área e reduz custos e emissão de GEE. Projetada para a Ceasa do estado, a tecnologia tem potencial de replicação nas outras 57 centrais de abastecimento brasileiras.
O modelo permite aproveitar integralmente frutas e hortaliças impróprias para o consumo humano, resultado das perdas durante o transporte e armazenamento. Essa biomassa não utilizada, altamente biodegradável, é ideal para produzir um biogás rico em metano, aproveitável na forma de combustível.
Uma nova startup promete oferecer inovações para o atendimento a populações neurodiversas com custo menor e um processo de diagnóstico mais ágil. Segundo o criador do projeto, Gabriel Felipe Cotta Cirino, a Braine (Brazilian Artificial Intelligence for Neurodiversity) possui ferramentas que possibilitam “encurtar o que hoje é um diagnóstico de autismo de um ano para algumas semanas, e [diminuir] o custo, que hoje gira em torno de R$ 5 mil a R$ 10 mil reais para algumas centenas ou dezenas de reais”.
O projeto faz parte do mestrado profissional de Cirino, cuja pesquisa foi orientada pela professora Ednéia Silva Santos Rocha, do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O resultado está em sua dissertação, intitulada Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas em saúde mental: A interseção entre ciência da informação, inteligência artificial, ética e neurodiversidade. Defendido em 2024, o trabalho explora a relação interdisciplinar entre diferentes áreas em prol de pessoas com transtornos neurodiversos.
Pesquisadores de qualquer nível ou área que buscam entender como funcionam as ferramentas de inteligência artificial (IA) que prometem auxiliar nas principais tarefas que envolvem o processo de pesquisa podem participar do minicurso Ferramentas de Inteligência Artificial para Suporte ao Processo de Pesquisa, oferecido pelo Laboratório de Inteligência Computacional (Labic) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. On-line e gratuita, a atividade tem inscrições abertas até o dia 30 de setembro, pelo sistema Apolo da USP neste link. No momento da inscrição, o interessado deve anexar um documento que comprove sua atividade e ocupação, conforme instruções do sistema.
O minicurso será ministrado via Google Meet, no dia 11 de outubro, e terá duração de quatro horas. Os participantes poderão conhecer as principais ferramentas de IA voltadas ao suporte do processo de pesquisa científica. Por exemplo, IAs que funcionam como recursos de busca, para indexação e para análise de documentos científicos. Também vão aprender sobre engenharia de prompts, que são comandos fornecidos a uma IA para orientar uma resposta ou ação, a fim de que possam utilizar grandes modelos de língua (LLMs) como o ChatGPT, Gemini e DeepSeek, além de agentes como cocientista e revisor de trabalhos.