Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 250
Período: 21 a 27/02/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 250
Período: 21 a 27/02/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
O registro fotográfico da edição 250 do Dicas & Notícias é de Silvio Douglas Dias Bacheta, funcionário da Divisão de Biblioteca da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
Parabéns! Uma grande etapa da sua vida foi vencida: o vestibular.
Você agora é aluno da Universidade de São Paulo! Assim como a sua família, nós também estamos muito orgulhosos pela sua conquista!
Este é o momento para ampliar seus horizontes, mergulhar no mundo do conhecimento e se qualificar para um futuro promissor.
Temos certeza que você fez a escolha certa e, a partir de hoje, a equipe da Divisão de Biblioteca assume o compromisso de contribuir diretamente para a realização do seu projeto de vida!
Amamos o que fazemos e trabalhamos com muita dedicação para que você possa ter uma excelente experiência na utilização dos nossos produtos e serviços.
Visite-nos, se possível ainda hoje, uma vez que esta ocasião é uma excelente oportunidade para que seus familiares e amigos conheçam a sua biblioteca.
Um abraço caloroso!
Marcia Regina Migliorato Saad é Chefe Técnica da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
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Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 22h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.
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Esta obra abrange conhecimentos ecofisiológicos de 25 plantas cultivadas.
Para a solução de problemas com essas culturas em condições de campo e maximizar a produção econômica, a obra torna-se indispensável aos agrônomos, consultores e produtores que vivem o dia-a-dia nos sistemas de produção agrícola.
Atenção especial foi dada à extensão e aos temas tratados em cada cultivo de forma a apresentar os fundamentos mais relevantes.
A bibliografia citada encontra-se no final do texto referente a cada cultivo. Todos os autores de cada texto realizaram o trabalho durante o curso de Pós-Graduação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, disciplina de Fisiologia da Produção de Cultivos.
A nova fronteira da ciência agronômica oferece oportunidade para uma transformação dos sistemas agroalimentares, que possibilita produzir em novos ambientes inóspitos. Faz-se necessário dar solidez a essa agenda através da biofortificação, nutrição mineral, disponibilidade hídrica e agricultura digital, rumo à uma maior eficiência e sustentabilidade das plantas cultivadas.
A presente obra é um marco para a ciência agrícola nos trópicos ao evidenciar que os importantes avanços conquistados nas décadas passadas, que fizeram do Brasil o único país do mundo com agricultura diversificada e competitiva, foram fundamentais, mas fazem parte de um passado glorioso. A ciência brasileira foi competente ao promover a tropicalização de plantas e animais originários de biomas de climas frios e temperados do hemisfério Norte, principalmente alicerçada em ciências como biologia, química, física, economia, matemática e estatística, e tendo como pilares ciências aplicadas como agronomia, medicina veterinária, zootecnia, sociologia e administração. Nesta nova etapa que se abre, um novo cenário surge, com o concurso da ciência de dados e da inteligência artificial, da engenharia de precisão e da eletrônica embarcada, sem perda de importância das ciências tradicionais.
O mundo se urbanizou, a produção está distante dos consumidores, principalmente dos jovens, que trouxeram recentemente novas demandas, configurando um novo mindset. Biosseguridade, rastreabilidade, carbono zero, bem-estar animal são algumas das novas exigências, que vão além dos processos de produção tradicionais. A agricultura de precisão e digital já vem apresentando soluções para todos esses novos desafios, pois possibilita aumentar a produção de alimentos a custos declinantes, buscando contribuir, com o monitoramento cada vez mais preciso de plantas, animais e do meio ambiente, para o melhor enfrentamento do desafio do clima.
Ao reunir tecnologias e resultados efetivos, obtidos na aplicação de agricultura de precisão e digital ao cultivo de grãos, plantas perenes e na pecuária, esta obra será de utilidade extrema para diferentes públicos. O conhecimento contido interessa a acadêmicos, tomadores de decisões públicas e privadas e produtores empreendedores.
Este livro, na forma como seu conteúdo está magistralmente organizado e apresentado, surge como um divisor de águas no tema e será fundamental para renovar os laços de ciência e empreendedorismo, pilares que sustentam a eficiente e competitiva agricultura brasileira há décadas.
O grupo Esalq Finance e alunos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP (Esalq) produz mensalmente um boletim macroeconômico que apresenta um panorama mensal dos cenários macroeconômicos do Brasil e de seus principais parceiros comerciais, Estados Unidos e China. Para a análise desses cenários são utilizadas algumas variáveis macroeconômicas que são fundamentais, como taxa de juros, taxa de câmbio, taxa de inflação, taxa de desemprego e o PIB.
O boletim de janeiro de 2025, de acordo com Daniel Ferreira Caixe, professor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq, destacou no Brasil a questão do aumento da taxa Selic, utilizada pelo governo como instrumento de política monetária para o controle da inflação. Esse aumento foi motivado principalmente pelo IPCA projetado ter sido menor do que o verificado, no caso IPCA 15. Este cenário de aumento da taxa Selic tem implicações diretas tanto para pessoas como para empresas. Outro destaque do Brasil em janeiro foi a questão da fiscalização tributária do PIX, que gerou muita discussão, propagação de desinformação e acabou não acontecendo após repercussão negativa.
Para fevereiro, Serotini adiantou o destaque do boletim. “Nós escolhemos explicar o dólar e a variação cambial, a relação do câmbio entre real e dólar, explicar para os nossos leitores como o dólar realmente influencia na macroeconomia, mais especificamente brasileira. Então vamos falar sobre a conexão do câmbio com o endividamento público do Brasil, com a inflação, com a exportação, com a política monetária brasileira.”
Pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da USP participaram de estudo que analisou a variabilidade genética da bactéria causadora do cancro cítrico, doença que ataca os tecidos vegetais de plantas cítricas. Por meio do sequenciamento de genomas de cepas encontradas em plantações de laranja no Estado de São Paulo investigou-se os efeitos do programa de erradicação da doença e como as linhagens bacterianas evoluíram ao longo do tempo na região.
O Estado de São Paulo é o principal produtor de laranja do País e do mundo, concentrando cerca de 78% da produção nacional. Apesar da última safra de laranja do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro ter atingido 307,22 milhões de caixas, as plantações ainda sofrem perdas na produção por conta das pragas agrícolas, como o greening e o cancro cítrico.
Identificada pela primeira vez no Estado paulista na década de 1950, a doença causada pela bactéria Xanthomonas citri subsp. citri (Xcc) estava submetida, entre 1999 e 2009, a um rígido programa de erradicação para evitar a sua propagação. Em 2017, uma lei aprovada no Estado passou a permitir pulverizações de cobre – um tipo de pesticida – em pomares infectados. “Qual foi a consequência disso sob o Estado de São Paulo? (…) Um jeito de caracterizar a pesquisa que fizemos foi obter um raio X da situação do cancro cítrico após o fim do programa de erradicação”, comenta João Carlos Setubal, professor no Departamento de Bioquímica do IQ e integrante da pesquisa.
O projeto teve início com Caio Zamuner e o professor Henrique Ferreira, ambos do Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro. Para entender a epidemiologia dessa bactéria no cinturão citrícola, os pesquisadores coletaram amostras de árvores infectadas em plantações de laranja com o apoio do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). Após o isolamento das cepas – colônias específicas da bactéria –, as amostras foram enviadas para a Manchester Metropolitan University para terem seus genomas sequenciados.
Ao todo, foram sequenciados 758 genomas da espécie encontrados no cinturão citrícola de São Paulo. A análise foi feita juntamente com outros 730 genomas de Xanthomonas citri subsp. citri de outras partes do mundo. Setubal afirma que a ideia de comparar tantas amostras disponíveis foi para contextualizar o caso das plantações paulistas. Registrando as características de cada genoma, os pesquisadores determinaram a existência de sete linhagens – organismos que compartilham um ancestral comum – da bactéria presentes na região de estudo.
Na semana passada, a Microsoft anunciou uma descoberta, segundo a empresa, “revolucionária no campo da computação quântica”: o topocondutor. Este material promete transformar a maneira como os computadores quânticos são desenvolvidos e utilizados, oferecendo alternativas para resolver problemas complexos em diversas indústrias. Mas o que exatamente é um topocondutor e como ele funciona?
Um topocondutor, também conhecido como supercondutor topológico, é uma nova categoria de material que pode alcançar um estado de matéria inteiramente novo, chamado de estado topológico. Este estado não é sólido, líquido ou gasoso, mas possui propriedades únicas que permitem a criação de sistemas quânticos altamente eficientes.
A Microsoft desenvolveu o primeiro topocondutor do mundo como parte de seu avanço na computação quântica. Este material é utilizado no chip Majorana 1, que é alimentado por qubits topológicos. Os qubits topológicos são menores, mais rápidos e mais estáveis do que os qubits tradicionais, e são controlados digitalmente, o que simplifica a correção de erros quânticos.
Os topocondutores são criados combinando materiais como arseneto de índio (um semicondutor) e alumínio (um supercondutor). Quando resfriados a temperaturas próximas do zero absoluto e ajustados com campos magnéticos, esses materiais formam nanofios supercondutores topológicos com modos Majorana Zero (MZMs) nas extremidades dos fios. Esses MZMs são as partículas fundamentais dos qubits topológicos, armazenando informações quânticas através da paridade, ou seja, se o fio contém um número par ou ímpar de elétrons.
A importância do topocondutor é comparável à invenção dos semicondutores, que possibilitaram a criação de smartphones e outros dispositivos eletrônicos. Com a capacidade de escalar para até um milhão de qubits em um único chip, o Majorana 1 representa um avanço crucial na busca por sistemas quânticos capazes de lidar com problemas complexos em escala industrial e social.
Os topocondutores podem ser utilizados para resolver problemas como a decomposição de microplásticos, a criação de materiais autorreparáveis e o desenvolvimento de catalisadores biológicos para a agricultura e a saúde. A computação quântica, alimentada por topocondutores, promete transformar a ciência e a sociedade, oferecendo soluções inovadoras para desafios globais.