Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 66
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2021 | Número: 66
Com o objetivo de promover o compartilhamento do acervo com um maior número de alunos, a Divisão de Biblioteca oferece o serviço de “Reserva Temporária” do material indicado nas disciplinas.
Para reservar os materiais basta que o docente responsável pela disciplina consulte o Portal de Busca Integrada e envie o título e a localização da obra para os e-mails de contato das bibliotecas do campus.
Ressalta-se que, durante a pandemia pelo coronavírus, o docente pode solicitar o fornecimento de cópias dos respectivos documentos para uso em sua disciplina, desde que não desrespeite a Lei de Direitos Autorais.
Informações:
Biblioteca Central: emprestimo.esalq@usp.br
Biblioteca LES: biblioteca.les@usp.br
A Divisão de Biblioteca da ESALQ, alinhada à Política de Acesso Aberto da Universidade de São Paulo e visando facilitar o depósito no "Repositório da Produção USP", disponibilizou um formulário para envio de cópia post-print de artigos publicados em revistas internacionais sem acesso público, a partir de 2018, principalmente aqueles resultantes de financiamento por agências de fomento, como a FAPESP .
No âmbito das organizações acadêmicas e de pesquisa, a escrita científica e a publicação dos resultados de pesquisa são fundamentais. Conhecer técnicas e conceitos empregados na redação e padronização de textos, bem como políticas de publicação e arquivamento, pode auxiliar o pesquisador e contribuir para a qualidade do discurso científico e avanço do conhecimento.
O livro introduz o leitor a essa promissora perspectiva atual da agricultura, que alia tecnologias e ferramentas modernas à análise de dados e tomada de decisões, e vem se mostrando cada vez mais determinante para o aumento da produtividade e a redução de custos não apenas em lavouras de grande extensão com operação mecanizada, mas até mesmo em pequenas propriedades.
O sólido acompanhamento ecológico ou econômico de recursos florestais deve se apoiar em indicadores quantitativos. É dessa quantificação que trata esta obra, com a teoria e exercícios de aplicação prática e fixação dos conceitos, ao final dos capítulos apropriados à boa didática.
Utilizando uma abordagem atual e inovadora, com conceitos, técnicas e métodos específicos para quantificação e monitoramento de árvores, arvoredos e florestas, a obra aborda os principais conhecimentos da área, como métodos destrutivos e não destrutivos, metrologia, silvimetria, inventário florestal, monitoramento e predição de atributos, entre outros. Completam a obra quatro apêndices de revisão de conceitos matemáticos e estatísticos, imprescindíveis ao exercício da quantificação de recursos florestais.
Quantificação de recursos florestais apresenta de forma essencialmente prática os princípios e métodos de mensuração, predição e estimação para estudantes de Agronomia, Engenharia Florestal, Gestão Ambiental e Ecologia e serve de consulta aos profissionais.
Com intuito de estudar a Ciência do Solo, o livro aborda desde rochas e minerais que dão origem aos solos, passa pelos processos de intemperismo, fundamenta e apresenta o Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Didática, a obra é organizada em 19 lições e conta com exercícios resolvidos a cada capítulo. Explica as funções que estão refletidas nos atributos mineralógicos, biológicos, físicos e químicos – principalmente as relacionadas com o crescimento das plantas. O autor ensina ainda como examinar a aparência dos solos e a analisar e interpretar seus atributos.
O livro esclarece que existem solos distintos, com as três dimensões que estão em contato constante com o ar da atmosfera, as rochas da litosfera, os organismos da biosfera e as águas da hidrosfera. 19 Lições de Pedologia ajuda a desvendar e conhecer melhor essas partes que constituem o solo, com uma linguagem simples, calcada em modernos dados técnico-científicos.
Escrito a partir da necessidade do autor de compartilhar seus anos de aprendizado, o livro traz o conteúdo necessário para se compreender a formação dos solos, e fazer com que as pessoas, em posse desse conhecimento, possam usá-lo a favor da proteção da natureza. Indicado a geólogos, estudantes de Agronomia, Geografia, Ecologia, Zootecnia, Biologia, entre outros.
A alface (Lactuca sativa) é a principal hortaliça folhosa produzida no Brasil. Como sua produção está espalhada por todo o país, a rastreabilidade e a garantia de qualidade da alface são dificultadas. Neste estudo, os autores propõem um novo método para identificar a origem geográfica da alface brasileira.
O método utiliza uma técnica poderosa de mineração de dados chamada de máquinas de vetores-suporte (SVM) aplicada à composição elementar e propriedades do solo das amostras analisadas. Foi investigada a alface produzida em São Paulo e Pernambuco, dois estados das regiões sudeste e nordeste do Brasil, respectivamente. Também foi investigada a eficiência do modelo SVM comparada à análise discriminante linear tradicional (LDA). Os modelos SVM superaram os modelos LDA nos dois cenários investigados, alcançando uma média de 98% de precisão de previsão para discriminar a alface de ambos os estados. Uma fórmula de avaliação de características, chamada F – score, foi usada para medir o poder discriminativo das variáveis analisadas.
A capacidade de troca catiônica do solo, os teores de Al mal cristalizados do solo e os teores de Zn na alface foram os componentes mais relevantes para a diferenciação. Os resultados reforçam o potencial das técnicas de mineração de dados e “aprendizado de máquina” (learning machine) para apoiar estratégias de rastreabilidade e autenticação de hortaliças folhosas.
A abertura do trial para acesso aos recursos da Base Access Engineering à comunidade da USP estará disponível até o dia 14 de maio de 2021, uma cortesia dot.lib.
Em virtude da recomendação geral de minimizar os riscos inerentes à situação de pandemia, orientamos que os usuários entrem em contato por e-mail com a Biblioteca (biblioteca.esalq@usp.br), caso tenham dúvidas.
O atendimento estará suspenso até que a evolução do quadro epidemiológico do Covid-19 volte a se apresentar com clareza e segurança.
Técnicas de manejo, genética e alimentação contribuem para aumentar a produtividade do rebanho. Meta é que animal ganhe sete arrobas em cada etapa de seu desenvolvimento: cria, recria e engorda.
Na última semana de abril de 2021, a professora Lilian Amorim, do departamento de Fitopatologia e Nematologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), assumiu o cargo de Coordenadora Adjunta de Ciências da Vida na Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
Esta publicação apresenta uma análise mais aprofundada da produção científica dos países latino-americanos com o objetivo de identificar tendências que podem estar associadas aos diferentes momentos políticos, sociais, acadêmicos e científicos destes.
Os programas de pós-graduação do país receberam equivalência entre conceitos e notas. A mudança ocorre para atender pesquisadores e instituições que solicitavam a tabela de correspondência para atualizar a avaliação dos cursos.
O Prêmio Capes de Tese 2021 recebeu 1.376 trabalhos de conclusão de doutorado, defendidos no Brasil no ano passado. A 16ª edição da premiação selecionará um trabalho em cada uma das 49 Áreas de Avaliação reconhecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
A professora e pesquisadora Lúcia Garcez Lohmann, do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências (IB) da USP, foi uma das selecionadas para compor a Academia Americana de Artes e Ciências, nos Estados Unidos. Ela é a primeira brasileira a integrar a lista de membros honorários internacionais da Academia de Ciências Americana na área de Evolução & Ecologia.
Seja online ou presencialmente, contem conosco para facilitar o acesso à informação: respostas a dúvidas, acesso a coleções, e-books, revistas, bases de dados, jornais e revistas. Contem com as equipes das Bibliotecas da USP no apoio às suas atividades.
Em 1966 foi inaugurado um novo prédio, especialmente destinado à Biblioteca Central (onde atualmente funciona o Serviço de Cultura e Extensão Universitária). No entanto, com a instalação dos cursos de pós-graduação em 1966, e posteriormente com os novos cursos de graduação, o movimento da Biblioteca Central aumentou extraordinariamente, tornando as “novas” instalações aquém das demandas crescentes. Cogitou-se então, a construção de novo prédio que comportasse o acervo e proporcionasse mais conforto e novos serviços aos usuários, mas, essa a história contaremos na edição da próxima semana.