Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 235
Período: 11 a 17/10/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 235
Período: 11 a 17/10/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
Em 29 de novembro de 1920, teve início a construção do Pavilhão de "Chimica", em área útil de 2.000 metros quadrados. A edificação, com dois pavimentos, aconteceu durante o quatriênio presidencial de Júlio Prestes, sendo vice-presidente do Estado, Heitor Penteado, e Secretário de Agricultura, Fernando Costa.
Denominado Pavilhão de Química da Escola Agrícola, foi inaugurado em outubro de 1930. A construção é uma réplica do Prédio de Química da Universidade de Leipzig (Alemanha), onde estudou José de Mello Moraes, docente da ESALQ e depois diretor da instituição, no período de 1927 a 1939. Em homenagem a ele, a edificação ostenta seu nome.
Fonte: Esalq Notícias | Ano VII | Número 20 | junho/2010
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"O canteiro em espiral é uma possibilidade de plantio que permite cultivar diversas espécies de plantas em um pequeno espaço urbano ou rural, ideal para o cultivo de plantas medicinais, aromáticas, alimentícias e mistas."
Nathalia Cristina Costa Nascimento é docente do Departamento de Ciências Florestais da USP/ESALQ.
A Série Produtor Rural nº 85, "Horta em espiral: passo a passo para construção", é uma obra desenvolvida por Joaquim de Almeida Coelho, Camila Beltrame de Oliveira, Maria Eduarda Wotzasek Cestari e Artur Alcantara de Freitas, todos graduandos do Curso de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo (USP/ESALQ), sob coordenação da Professora Nathalia Cristina Costa do Nascimento, docente do Departamento de Ciências Florestais.
Este guia prático e detalhado apresenta um passo a passo para a construção de hortas em espiral, uma técnica inovadora que otimiza pequenos espaços urbanos para o cultivo sustentável. A obra também oferece orientações sobre como criar esse tipo de horta, desde a escolha dos materiais até o planejamento e a execução da estrutura com tijolos. Além disso, os autores destacam a importância dessa técnica para a segurança alimentar e a adaptação às mudanças climáticas, incentivando a produção de alimentos em áreas urbanas e rurais com limitação de espaço, abordando .
A obra aborda o cultivo de plantas alimentícias, medicinais e aromáticas, proporcionando uma visão completa de como manter e cuidar da horta em espiral ao longo do tempo. A publicação está disponível para download gratuito no site da Biblioteca da ESALQ e no Portal de Livros Abertos da USP.
A Série Produtor Rural é uma publicação seriada produzida desde 1997 pela Divisão de Biblioteca da ESALQ, com o objetivo de atender às demandas por conteúdos na área agrícola em uma linguagem simples e clara, destinada especialmente ao pequeno produtor rural e/ou agricultor familiar. Essa iniciativa está alinhada com o item 2 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU: "Fome Zero e Agricultura Sustentável".
"Para sua conveniência, oferecemos a opção de encomendar o serviço pelo e-mail copia.esalq@usp.br."
Lúcio Symphrônio é responsável pelos serviço de reprografia e venda de publicações na Divisão de Biblioteca.
O serviço de cópias e impressão de documentos, além de possuir o preço mais atrativo de mercado, conta com equipamentos modernos e uma equipe qualificada, que atende a uma variedade de demandas da comunidade interna e externa ao câmpus, respeitando a Lei dos Direitos Autorais.
Esta sem tempo de ir a biblioteca para fazer sua solicitação? Encomende sua impressão enviando seu pedido. Fazemos o orçamento, providenciamos o trabalho e combinamos a retirada. Facilidade também no pagamento, que pode ser via PIX.
Serviço:
Cópia e impressão:
P/B: R$ 0,10 (por página) e R$ 0,20 (por página A3).
Digitalização:
R$ 0,50 (por página).
Encadernação espiral:
R$ 3,00.
"Aproveite! O acesso à plataforma estará disponível para os alunos de graduação da USP até 29 de julho de 2025."
Thais Cristiane Campos de Moraes é Chefe Técnica do Atendimento e Orientação ao Usuário na Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
A Universidade de São Paulo (USP) assina a coleção de e-books da plataforma Minha Biblioteca que oferece acesso a milhares de livros eletrônicos das principais editoras do país. Além do amplo acervo composto por centenas de livros da bibliografia básica, a plataforma oferece ao usuário conteúdos 100% em português e uma série de recursos de apoio à experiência de leitura e estudo, tais como anotações nas páginas, marcadores de texto, cópia de parte do conteúdo, compartilhamento, leitura em voz alta, entre outros. Conheça o tutorial!
A plataforma possui ferramentas de acessibilidade proporcionando a facilidade na localização dos livros e a praticidade em acessá-los através do seu celular, tablet, notebook ou pc. Lembrando que o acesso é permitido através do login e senha do Sistema USP.
"Participe deste treinamento online gratuito e aberto."
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Pesquisa de qualidade é o que sustenta a Ciência e a Publicação Científica que impacta. No esteio desses conceitos e práticas encontram-se as bases de dados de alta qualidade, que congregam referências e citações.
Abrangendo todas as áreas de conhecimento, a Base Web of Science é multidisciplinar.
A Web of Science se destaca por ser uma base bibliográfica de referências e citações obtidas a partir das mais conceituadas revistas científicas internacionais.
Um conjunto de indicadores e métricas contribui para que a Web of Science seja uma fonte de informação de referência para bibliotecários, docentes e estudantes.
Participe deste Webinar para saber como usar a Web of Science em sua totalidade e aproveite para fazer seu levantamento ou revisão de literatura sobre a área de conhecimento à qual se dedica.
"O livro História da Agricultura: cinco séculos de agricultura no Brasil, de Adilson Dias Paschoal, explora a evolução da agricultura brasileira, desde seus primórdios com povos indígenas, passando por técnicas de civilizações como astecas e maias, até os impactos de regimes políticos e ciclos econômicos no agro e sua influência na história do país. Desejo que você tenha uma boa leitura."
Silvio Douglas Dias Bacheta é Chefe da Seção Apoio Administrativo e responsável pela divulgação de produtos e serviços da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O livro “História da Agricultura: cinco séculos de agricultura no Brasil”, escrito por Adilson Dias Paschoal (1941-2023), explora a trajetória da agricultura brasileira, destacando os desafios e oportunidades enfrentados ao longo dos diferentes regimes políticos e ciclos econômicos.
A obra analisa o impacto que esses períodos tiveram no setor agropecuário, bem como o papel transformador da agricultura na história do Brasil. Além disso, o autor aborda os primórdios do desenvolvimento agrícola na humanidade, com foco nas técnicas de plantio e domesticação de plantas praticadas por civilizações como astecas e maias, além da agricultura dos povos indígenas que habitavam o Brasil antes da chegada dos portugueses.
"A vantagem deste novo método é propiciar um treinamento contínuo e seriado ao aluno, para que ele possa melhorar suas habilidades manuais de manobras obstétricas."
Claudia Barbosa Fernandes é professora do Departamento de Reprodução Animal da USP/FMVZ.
O treinamento de parto bovino nos cursos de medicina veterinária é essencial para preparar futuros profissionais para lidar com uma das situações mais críticas e desafiadoras da reprodução animal. A prática permite que os alunos adquiram habilidades técnicas e desenvolvam a confiança necessária para agir de maneira eficaz em partos complicados, garantindo a saúde tanto da vaca quanto do bezerro, além de contribuir para melhorar os índices de bem-estar animal e eficiência produtiva.
Foi pensando na excelência do ensino oferecido na USP que o Departamento de Reprodução Animal (VRA) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) adquiriu um simulador bovino para treinamento de parto. O simulador é uma tecnologia que ainda é pouco presente em cursos da área de veterinária, sobretudo, no Brasil. “O tamanho, textura e peso similar ao do bovino faz com que a percepção do estudante seja a mais realista possível”, destaca Claudia Barbosa Fernandes, professora do departamento, responsável pela aquisição do simulador.
A tecnologia consiste em um equipamento de tamanho compatível com gado da raça Hereford Friesen e traz um bezerro na estrutura que simula a cavidade uterina. Além disso, há um painel períneo que replica o interior da pélvis, esteira de aterrissagem para o recém-nascido e também um úbere (estrutura da teta do gado) com tanque de leite, que simula o leite fornecido pela fêmea ao filhote.
"Com essa atividade artística de suma importância, pretende-se apresentar o repertório musical estudado e o crescimento artístico dos Grupos Musicais da Esalq e divulgá-lo ao público da comunidade interna e externa da universidade."
Cíntia Pinotti é Maestrina da USP/Esalq.
Mostrar através da Arte, elementos da tradicional Festa do Divino de Piracicaba, destacando os valores da festividade, religiosidade, solidariedade e esperança. Esse é o objetivo do Divino na Esalq, espetáculo musical que traz uma releitura artística da tradicional Festa do Divino de Piracicaba.
O evento reunirá, no próximo dia 29 de outubro, às 20h, no Salão Nobre da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), os Corais Luiz de Queiroz, Coral Luiz de Queiroz-Noite, Grupo Vocal Luiz de Queiroz, Orquestra Esalq e Grupo de Danças Folclóricas da Esalq. “A proposta é envolver o público em uma grande confraternização cultural. No programa, músicas sacras e populares e a participação da Bandeira do Divino”, explica a maestrina Cíntia Pinotti, coordenadora da iniciatva.
Segundo a maestrina, a bandeira do Divino foi oferecida ela pela professora e historiadora Marly Therezinha Germano Perecin, que a nomeou Alferes da Bandeira. “Sendo assim, a apresentação integra a missão de divulgar essa tradição de alegria e esperança”, complementa.
No Dia Internacional da Mulher Rural, como ocorre desde 2021, a Forbes Brasil apresenta uma lista de lideranças femininas e movimentos que se destacam em suas áreas de atuação. Em 2024, a Forbes Agro mostra mulheres que saíram do Brasil e levaram o agro para o mundo. São as expatriadas, ou expats, expressão coloquial do inglês usada no jargão corporativo. No caso do agro, mulheres vivendo temporária ou permanentemente fora do Brasil.
A data comemorada nesta terça-feira (15), foi criado em 2007 pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). A escolha da data é significativa, porque ela precede o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), destacando a importância das mulheres na produção de alimentos e em cadeias agrícolas sustentáveis.
Nos últimos anos, empresas e instituições estão cada vez mais escolhendo talentos femininos para ocupar cargos em operações internacionais. Esse movimento reflete a busca por diversidade e inclusão em posições de decisão estratégicas, além de um reconhecimento das habilidades específicas que muitas mulheres trazem para o ambiente de negócios, especialmente em mercados globais.
O sucesso no exterior exige um conjunto único de competências, que vão além das exigências tradicionais de liderança. Uma delas é a inteligência cultural. Liderar em um país estrangeiro requer a capacidade de entender e respeitar culturas, tradições e normas de negócios locais. Mulheres que ocupam cargos no exterior são culturalmente adaptáveis e capazes de trabalhar em ambientes multiculturais.
Outras competências são liderança colaborativa para compor equipes de diferentes nacionalidades; competências de comunicação, além de adaptabilidade e resiliência. Essa é uma competência bastante estratégica, dizem especialistas, porque trabalhar em um país estrangeiro envolve desafios como mudanças no ambiente de negócios, legislação e até políticas. E não menos importante, ter uma visão global para mercados, riscos e oportunidades.
No Dia Internacional da Mulher Rural, 15 de outubro, a Forbes faz uma homenagem àquelas que se dedicam a longos anos de estudos, em busca de seus doutorados, cujas consequências levam ao avanço da produção de alimentos, fibras e bioenergia. A data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1995.
O número de mulheres com doutorado tem crescido no Brasil. Os dados mais recentes da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), mostram que em seis anos, entre 2013 e 2019, houve um crescimento anual de 61% no número de doutoras no país. No total, as mulheres passaram de 8.315 para 13.419, superando os homens, que foram de 7.336 para 11.013, no mesmo período.
No agro, as mulheres doutoras não estão apenas na academia – universidades e faculdades – ou nas instituições representativas, como é o caso da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), um dos maiores redutos de talentos femininos na pesquisa. Cada vez mais, as empresas do agronegócio buscam por mulheres com esse título para integrarem seus quadros em funções de alta gestão ou que sinalizam para lá.
Essas mulheres doutoras representam uma nova geração no campo, altamente especializada, como mostra a lista das 100 mulheres doutoras preparada pela Forbes. O doutorado, também conhecido como Ph.D. (Doctor of Philosophy), é o mais alto grau acadêmico que uma pessoa pode obter em uma determinada área do conhecimento. O pós-doutorado é considerado um aperfeiçoamento.
Hoje (15), Dia Internacional da Mulher Rural, a Forbes Agro, por meio de seu projeto ForbesMulher Agro, apresenta um levantamento inédito: a lista dos grupos de mulheres do agro que atuam no país. São 50 grupos organizados, sendo a maior parte criada nos últimos 3 a 4 anos.
“O trabalho da mulher no agro sempre existiu, elas administravam suas casas e suas famílias. Nos últimos 40 anos, entretanto, as mulheres deixaram de estar à sombra dos seus pais, maridos e irmãos para estar do lado administrando os negócios”, diz Helen Jacintho, presidente do ForbesAgro Mulher. “Agora, os atuais grupos de mulheres são verdadeiros encontros do agro. Independentemente da área de atuação, existem ricas trocas de experiências, esclarecimento de dúvidas e acolhimento e, acima de tudo, companheirismo.”
A organização das mulheres do agronegócio não é um movimento de voz única, mas cumpre a função de serem comunidades que acolhem. São vários os perfis desses grupos que integram a Lista da Forbes “50 Grupos Mulheres do Agro Brasil”, onde estão empreendedoras do agro empresarial e familiar, cooperativistas, agrônomas, veterinárias, zootecnistas, técnicas, sucessoras, profissionais liberais e acadêmicas, entre outras.
Também são diversas as cadeias produtivas da agricultura e da pecuária nas quais atuam. Mas a diversidade profissional e as demandas para o aprimoramento dessas mulheres em seus locais de trabalho, por meio da instrução e instrumentalização para que cresçam em suas áreas de atuação, também as levam a demandas comuns, como se pertencessem a um único grupo. As aspirações são de caráter holístico, passando por liderança, protagonismo, equidade de gênero, respeito à diversidade e busca por uma sociedade de bem-estar para esta para as futuras gerações.