Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 198
Período: 19 a 25/01/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2024 | Número: 198
Período: 19 a 25/01/2024 | Elaboração: Silvio Bacheta
Não restam dúvidas de que a USP contribuiu para construir a história não só do Estado de São Paulo, como também do Brasil. De seus bancos saíram cientistas de prestígio, intelectuais com grande contribuição para o pensamento da sociedade e diversos artistas.
Quando o campo é o da política, não é diferente. Falando somente do cargo maior da República, a USP ajudou na formação de 14 dos 45 presidentes do Brasil, seja após sua criação, em 1934, seja na época da Faculdade de Direito de São Paulo, um dos embriões da Universidade. Saiba quem são eles.
A fotografia da edição 198 é de Natasha de S. Ludovico Almeida, graduanda em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq).
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
O USP Recicla divulgou o diagnóstico de resíduos sólidos do Campus “Luiz de Queiroz”, realizado no mês de novembro de 2023.
No âmbito da Divisão de Biblioteca, foram registrados 35,10 kg de resíduos recicláveis, e 12,2 kg de resíduo comum, referente a lixeira número 15 (Biblioteca Central), desses 35,1 kg foram amostrados 24 kg não apresentando rejeitos, dentre os quais:
9,3 kg papelão;
0,7 kg plástico;
14 kg papel.
Já para o lixo comum, dos 12,2 kg, 6,1 kg foram amostrados, apresentando somente rejeito. Dessa forma, podemos concluir que os usuários dessa lixeira estão de parabéns, pois foi constatado 0% do lixo comum misturado com o resíduo reciclável, e 0% do resíduo reciclável misturado com o lixo comum.
Texto: Gabriele Patricia da SIlva- Bolsista do Projeto Rotinas- USP Recicla
Geraldo Pereira Junior é responsável pela Gestão de Processos Gerenciais.
Um livro indispensável para o avanço do combate à desigualdade, sem o qual qualquer projeto de futuro estará comprometido. Ano após ano, o tema da desigualdade segue no centro do debate público nacional. A desigualdade extrema traz problemas de várias ordens: submete uma grande massa de pessoas a condições degradantes, questiona os fundamentos morais da sociedade, atrapalha o crescimento econômico.
O autor aponta ainda as possibilidades e limitações de algumas das soluções comumente sugeridas para seu enfrentamento. Os ricos e os pobres: O Brasil e a desigualdade é um livro conciso, solidamente embasado, rigoroso em sua dimensão filosófica, didático e polêmico. "Marcelo Medeiros desconstrói com clareza e erudição o senso comum. Não há como falar sobre pobreza e desigualdade sem falar de política, e o autor ensina como fazer isso com rigor científico e sem ofuscar o que de fato importa por trás de um verniz tecnocrático.
Isabel Cristina Moraes Barros Chaddad é Chefe Técnica do Processo Formação e Manutenção do Acervo, da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
Dúvidas? Fale comigo: aquisicao.esalq@usp.br.
As plantas medicinais e fitoterápicos são amplamente utilizados no Brasil, sendo fundamental o uso adequado para garantir eficácia e segurança. Desenvolvida pelo Grupo de Extensão de Plantas Medicinais (GEPLAM), vinculado ao Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), esta cartilha tem o objetivo de disseminar conhecimento sobre o uso dessas plantas, conscientizando a população sobre a importância de valorizá-las e promover seu uso sustentável de forma educativa e resumida.
A cartilha traz informações diversas sobre a temática, como os profissionais autorizados a prescrever esses produtos e questões relacionadas à conservação e uso sustentável da biodiversidade brasileira, destacando os perigos associados ao uso indiscriminado e seus impactos no organismo. Dessa maneira, o material busca expandir esforços de divulgação científica, oferecendo informações didáticas sobre os benefícios e potenciais riscos das plantas com propriedades medicinais.
De 22 de dezembro de 2023 a 23 de fevereiro de 2023, o horário de atendimento na Divisão de Biblioteca da Esalq/USP será:
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 18h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Dúvidas? Fale conosco.
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Estas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. “O quadro geral é muito preocupante”, diz Renato Lima, professor da Universidade de São Paulo que liderou o estudo. “A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas”, completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o Pau-Brasil, Araucária, Palmito-juçara, Jequitibá-Rosa, Jacarandá-da-Bahia, Braúna, Cabreúva, Canela-Sassafrás, Imbuia, Angico e Peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas - espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo - foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta! Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O estudo usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçús.
Difundir conceitos e conhecimentos acerca da interação homem-cavalo, seus benefícios e ações específicas em terapias. Esse é o objetivo principal do curso de Difusão “Atividades assistidas com cavalos”, a ser ministrado no setor de Equinocultura, do departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).
As atividades integram uma parceria entre a Esalq e a FAM-Faculdade de Americana, e prevê a capacitação de graduandas do curso de Psicologia nas atividades do Projeto Equoterapia.
Na Esalq a iniciativa é coordenada pela professora Roberta Ariboni Brandi, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FZEA- ESALQ/USP), que coordena o Projeto Equoterapia ao lado do professor Sila Carneiro da Silva, ambos do departamento de Zootecnia da Esalq.
“A parceria com a FAM para capacitar profissionais da área da equoterapia é uma iniciativa muito importante, pois ajudará a suprir a escassez de profissionais com vivencia nessa área. Além disso, a oportunidade de os estudantes FAM interagirem mais com os cavalos e acompanharem as sessões de equoterapia certamente contribuirá para o enriquecimento do conhecimento e experiência deles”, aponta a professora Roberta.
Coordenadora do curso de Psicologia da FAM, a professora Cristiane Correia reforça a importância da parceria e das ações realizadas na equoterapia em prol da saúde mental. “Essa aproximação com a Esalq é um passo importante na formação dos futuros psicólogos. A equoterapia é realmente essencial para a saúde mental, e o fato da Esalq liderar essa iniciativa na região de Americana e Piracicaba é fantástico. A abordagem integrada do estágio, que envolve o trato com os cavalos, o acompanhamento dos pacientes e a orientação às famílias, certamente contribuirá significativamente para a formação dos alunos”.
Apaixonados pela astronomia e interessados em geral terão até o dia 31 de março de 2024 para conferir a exposição “Explorando o Universo: Uma Jornada pela Astronomia”. A mostra tem visitação gratuita e apresenta quatro ambientes temáticos no Museu Luiz de Queiroz, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).
Espaços temáticos – Abrangendo diversas áreas da astronomia, a exposição visa proporcionar ao público uma experiência educativa durante o período de férias, bem como oferecer uma alternativa envolvente para instituições de ensino no início do ano letivo. A mostra foi concebida combinando conhecimentos astronômicos de maneira não apenas informativa, mas também interativa. Os visitantes são convidados a explorar conceitos por meio de experimentos práticos, promovendo uma aprendizagem dinâmica e divertida.
Ao introduzirmos o tema, são destacados elementos presentes na história da astronomia que auxiliaram na observação dos astros e entendimento do cosmos, como a esfera armilar, o astrolábio e o telescópio. Ainda, podemos ver um pouco mais sobre a importância das mulheres nesta área da ciência, com suas descobertas e avanços.
Falar sobre os processos de formação do cosmos, entender como nosso Sistema Solar é composto e como se dá a vida de uma estrela são parte dos conteúdos deste ambiente. Aqui, o público poderá interagir com dinâmicas, experimentos e jogos, elaborados para abordar maiores detalhes sobre planetas, a lua, gravidade, dentre outros.
Em uma sala escura, será possível observar o fenômeno de eclipse e as constelações, com destaque para algumas figuras de povos indígenas brasileiros. Ainda, há um espaço para tentar montar constelações, baseado apenas na observação.
Vamos entender melhor como funcionam as estações do ano em nosso planeta e seus diferentes momentos. Junto a isso, uma série de calendários narram a trajetória da marcação de tempo feita pela humanidade.