Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 245
Período: 17 a 23/01/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 245
Período: 17 a 23/01/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
Conhecida como Lagoa de Captação, este reservatório fica dentro do câmpus, à margem do Rio Piracicaba.
O registro fotográfico da edição 245 do Dicas & Notícias é de Silvio Douglas Dias Bacheta, funcionário da Divisão de Biblioteca da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
O Directory of Open Access Books (DOAB) é uma plataforma que vem revolucionando o acesso ao conhecimento acadêmico por meio da disponibilização de milhares de livros revisados por pares de forma gratuita. Voltado para pesquisadores, estudantes e profissionais de diversas áreas do conhecimento, o DOAB é gerido pela OAPEN Foundation, uma organização sem fins lucrativos, dedicada à promoção de publicações em acesso aberto.
Com um catálogo de mais de 88.500 livros, a plataforma reúne obras de editoras acadêmicas reconhecidas pelo mercado editorial, garantindo a qualidade e a credibilidade científica dos seus conteúdos. Além disso, o DOAB oferece uma ampla variedade de temas, abrangendo áreas como ciências humanas, sociais, exatas, biológicas e tecnológicas. Outro ponto de destaque é a facilidade de navegação. O site permite que os usuários filtrem suas buscas por título, autor, editora, idioma ou assunto.
O crescimento do DOAB reflete uma tendência mundial em direção à abertura e à transparência no universo acadêmico, por meio da geração de soluções para uma educação mais acessível e inclusiva. Gostou desta dica? Para acessar o acervo, basta visitar o site oficial da plataforma em www.doabooks.org.
O DOAB é uma excelente ferramenta para pesquisadores, professores e estudantes interessados em literatura acadêmica gratuita e de qualidade.
Marcia Regina Migliorato Saad é Chefe Técnica da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
A Série Produtor Rural é uma publicação seriada produzida pela Divisão de Biblioteca da ESALQ para atender as demandas por conteúdos na área agrícola com linguagem simples e clara, destinada especialmente ao pequeno produtor rural e/ou agricultor familiar.
O projeto teve início em 1997 com recursos da Fundação Kellog para suprir uma carência no setor, de publicações com temas que servissem de apoio ao agricultor, distribuídas por meio de associações e cooperativas. Durante o período de desenvolvimento foram produzidos 13 números com textos escritos por professores e pesquisadores da ESALQ e revisados por uma jornalista, de forma a tornar o texto mais simples, do ponto de vista da comunicação escrita.
O Projeto encerrou-se em 1998 e coube à Biblioteca da ESALQ dar continuidade a produção e edição de novos títulos, captando autores dentro dos quadros da Escola. Até esta data foram produzidos 98 títulos, sendo 13 números especiais. É possível adquirir a publicação impressa, ou baixar o arquivo pdf gratuitamente.
Quem pode publicar:
Pesquisadores e docentes da ESALQ e CENA; alunos cujos textos serão revisados por orientadores ou quem o Presidente da Comissão de Cultura e Extensão designar; demais pesquisadores, porém, com a chancela da Comissão de Cultura e Extensão que avaliará os textos.
Requisitos para publicar:
Uso de linguagem simples, acessível e didática; complementação com recursos de ilustração que facilitem a compreensão do texto.
A Série Produtor Rural tem o objetivo de motivar produtores e trabalhadores rurais para leitura, por meio de textos curtos, ilustrados e de linguagem acessível, de modo que facilitem o estabelecimento de conexão com a pesquisa e a extensão da Esalq/USP e, sobretudo, fomentem o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar e o bem-estar do pequeno produtor.
Eliana Maria Garcia é Bibliotecária de Referência e desenvolve atividades de apoio ao editor/pesquisador na solicitação de ISBN (international Standard Book Number) e ISSN (International Standard Serial Number) e publicação no Portal de Livros Abertos da USP e Livros Abertos da ESALQ.
Com o objetivo de promover o compartilhamento do acervo com um maior número de alunos, a Divisão de Biblioteca oferece o serviço de “Reserva Temporária” do material indicado nas disciplinas.
Para reservar os materiais basta que o docente responsável pela disciplina consulte o Portal de Busca Integrada e envie o título e a localização da obra para os e-mails de contato das bibliotecas do campus.
Para reservar o(s) item(s), o docente deve enviar a lista de títulos indicados e o nome da disciplina.
Ronaldo Aparecido Caprecci é funcionário do Atendimento e Orientação ao Usuário na Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ e coordenador da campanha.
Este Guia foi escrito para TODOS que gostariam que seus artigos fossem incluídos adequadamente nos resultados de pesquisa do Google Acadêmico (Google Scholar).
Orientações gerais: informações técnicas detalhadas são úteis se você estiver tentando corrigir um erro na indexação do seu próprio site, acompanhar a atualização de registros de suas publicações ou se precisar ter certeza de que seu produto de hospedagem de artigos é compatível com os serviços de pesquisa do Google e do Google Acadêmico.
Autores Individuais: se você for um autor individual, funciona melhor simplesmente carregar seu artigo para seu site, por exemplo, www.example.edu/~professor/jpdr2009.pdf; e adicionar um link para ele em sua página de publicações, como www.example.edu/~professor/publications.html. Certifique-se de que:
o texto completo do seu artigo está em um arquivo PDF que termina com “.pdf”,
o título do artigo aparece em fonte grande no topo da primeira página,
os autores do artigo são listados logo abaixo do título em uma linha separada, e
há uma seção de bibliografia intitulada, por exemplo, “Referências” ou “Bibliografia” no final.
Pronto! Nossos robôs de busca normalmente devem encontrar seu artigo e incluí-lo no Google Acadêmico em algumas semanas.
Se isso não funcionar, você pode ler diretrizes técnicas mais detalhadas nesta documentação ou verificar se seu repositório institucional local já está configurado para indexação no Google Acadêmico e enviar seus artigos para lá.
Repositórios Universitários: se você for um repositório universitário, recomendamos que use a versão mais recente dos softwares Eprints (eprints.org), Digital Commons (digitalcommons.bepress.com) ou DSpace (dspace.org) para hospedar seus artigos. Se você usa um produto ou serviço de hospedagem menos comum, ou uma versão mais antiga deles, leia toda esta documentação e certifique-se de que seu site atende às nossas diretrizes técnicas.
Editores de periódicos: se você publicar um pequeno número de periódicos, considere usar um dos serviços de hospedagem de periódicos estabelecidos, por exemplo, Atypon, Highwire, Ingenta e Silverchair. Agregadores que hospedam muitos periódicos em um único site, como JSTOR ou SciELO, geralmente também funcionam, mas verifique com seu agregador para ter certeza de que eles suportam indexação de texto completo no Google Acadêmico. Como alternativa, se você tiver a experiência técnica para gerenciar seu próprio site, recomendamos o software Open Journal Systems (OJS) que está disponível para download no Public Knowledge Project (PKP).
Se você usa um serviço de hospedagem de periódicos menor ou mantém seu próprio site personalizado, leia toda esta documentação e certifique-se de que seu site atenda às nossas diretrizes técnicas.
Ler este guia é importante para autores, pesquisadores, editores, gestores de Repositórios, Portais, Bibliotecas Digitais e bibliotecários.
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
O crescimento populacional acelerado tem levado a uma demanda crescente por água, enquanto as fontes disponíveis enfrentam um esgotamento progressivo. Esse cenário é agravado pelas alterações climáticas, que aumentam a variabilidade das taxas de precipitação em diversas regiões. Como consequência, muitos serviços públicos têm enfrentado dificuldades para garantir um fornecimento adequado de água para a população e outros usuários.
O Handbook of Irrigation Hydrology and Management explora em profundidade os ecossistemas irrigados, onde o armazenamento, a aplicação e o escoamento da água são controlados artificialmente. O livro analisa processos que se estendem desde escalas microscópicas até dezenas de quilômetros e abrange intervalos de tempo que vão de segundos a séculos.
A hidrologia da irrigação é apresentada como uma ciência dinâmica, englobando subsistemas de superfície, subsuperfície (incluindo sistemas não saturados e aquíferos), atmosferas e vegetação. Além disso, o livro aborda temas como impactos ambientais e econômicos, questões de qualidade da água, captação hídrica, medições por satélite para fins de irrigação e outros tópicos fundamentais.
Descubra como a ciência da hidrologia da irrigação pode transformar o futuro da gestão hídrica em um mundo desafiado pelo crescimento populacional e pelas mudanças climáticas.
Silvio Douglas Dias Bacheta é Chefe da Seção Apoio Administrativo e responsável pela divulgação de produtos e serviços da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
Qualquer alimento ao ser produzido, quer seja de origem animal ou vegetal passa por diferentes fases e processos e os produtos finais acabam não apresentando as mesmas características, como peso, tamanho, cor, sem contar as diferenças específicas de cada raça ou espécie no caso de animais ou cultivares ou variedades, no caso de vegetais. Essas diferenças normalmente apresentadas por determinado produto são de grande importância na busca da eficiência da produção e no atendimento das demandas específicas dos consumidores para um determinado produto.
Porém, não existe produto que não possa ser produzido com menor qualidade e, consequentemente, apresentar um menor preço de venda. Se essa diferença na qualidade ou no rendimento não puder ser avaliada adequadamente, a fim de determinar o valor real de mercado do produto, acaba o consumidor sendo enganado na hora da compra.
Os consumidores devem ter meios claros para poderem adquirir um produto adequado ao seu orçamento e que atenda à sua expectativa de qualidade. No entanto, fala-se muito sobre qualidade da carne bovina, mas afinal, o que se entende por qualidade?
Para esclarecer esta questão, os pesquisadores Albino Luchiari Filho e Aline Silva Mello Cesar publicaram a Série Produtor Rural 79: Avaliando a carcaça e a carne bovina. A obra está disponível gratuitamente para download por meio do Portal de Livros Abertos da USP e tem o objetivo demonstrar ao leitor os mais variados meios de avaliação da carcaça e da carne bovina, permitindo que, desde a produção até a mesa do consumidor, os meios padronizados de avaliação possibilitem uma visão clara e objetiva daquilo que buscam como referencial de qualidade. Ou seja, em última análise como avaliar as carcaças e a carne bovina de forma padronizada e reproduzível.
Os principais atributos de qualidade da carne e que estão mais diretamente ligados ao seu sabor, odor e suculência são a cor da carne, maciez, marmorização, cor e quantidade da gordura.
Aline Silva Mello é docente do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos.
De 13/12/2024 a 21/02/2025, o horário de atendimento na Divisão de Biblioteca da Esalq/USP será:
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 18h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h.
Aproveite a facilidade do aplicativo Bibliotecas USP e mantenha em dia o prazo do seu empréstimo.
Resultado de pesquisas de mercado desenvolvidas pela equipe do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba, a Revista Hortifruti Brasil é resultado de pesquisas de mercado desenvolvidas pela equipe do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba. As informações são coletadas através do contato direto com produtores, atacadistas e exportadores e esses dados passam pela análise de pesquisadores, que elaboram as diversas análises. Na edição de dezembro e janeiro da revista, ela traz seu Anuário 2024-2025, que relembra como foi o ano passado no mercado de 13 frutas e hortaliças e aponta as perspectivas para 2025. Confira a publicação gratuitamente neste link.
A revista mostra que ficou evidente que o clima foi um fator decisivo na produção de muitos hortifrutis em 2024, mas outras variáveis também ditaram o rumo do mercado, como a renda da população e o cenário externo. “Em 2024, o setor foi impactado por oito ondas de calor, sobretudo no inverno. Em 2022 e 2023, a estiagem prejudicou a produtividade em boa parte do cinturão produtor de HF do Sudeste, enquanto que, nos primeiros meses de 2024, o Sul foi marcado por chuvas muito acima da média histórica e por enchentes severas na virada de abril/maio”, informam, e acrescentam que essa instabilidade tem sido um fator cada vez mais intrínseco na atividade agrícola, o que exige que o setor adote novas tecnologias para enfrentar tais mudanças climáticas. “Cultivares híbridas, sistema de cultivo protegido, enxertia de mudas, plantio mais adensado, manejo fitossanitário mais intensivo e a ampliação no uso de irrigação são algumas das principais tecnologias que permitem o aumento da produtividade, mesmo diante de adversidades do clima”, citam.
Já a balança comercial de frutas frescas deve encerrar 2024 com saldo em dólar positivo, mas ainda abaixo do usual, como alertam. “O crescimento dos embarques deve ser menor que o de anos anteriores, mas os gastos com as importações vão aumentar. Reduções nos envios externos são esperados para uva, maçã e banana, devido a entraves climáticos, mas devem ser compensados pelos bons volumes embarcados de manga, melão, lima ácida tahiti, abacate, caqui e goiaba. Já as importações estão intensas e devem seguir assim até o fim do ano.” A revista também aponta que a menor produção brasileira de algumas frutas estimulou o aumento das compras externas, como são os casos da maçã, uva, frutas de caroço (ameixa, pêssego e nectarina), laranja e tangerina. “Diante disso, a previsão é de que o faturamento com as exportações ainda feche como um dos melhores dos últimos anos, mas abaixo do recorde registrado em 2023”, afirmam.
A consultoria britânica Times Higher Education (THE) divulgou hoje, dia 22 de janeiro, o THE World University Rankings by Subject 2025, que classifica as universidades de acordo com as áreas de conhecimento.
Das 11 áreas avaliadas, a USP ficou entre as 100 melhores universidades em cinco: Direito (58ª posição), Educação (67ª posição), Medicina e Saúde (86ª posição), Artes e Humanidades (98ª posição) e Ciências Sociais (97ª posição).
As universidades americanas ocupam a primeira posição em nove áreas, só perdem em Ciências da Computação e em Medicina e Saúde, que são lideradas pela Universidade de Oxford. A Universidade Stanford e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) foram as instituições que conquistaram mais áreas, três cada.
Nesta sétima edição, o THE by Subject atualizou sua metodologia, passando a empregar os mesmos 18 indicadores utilizados no ranking mundial, adaptados para cada área de conhecimento. Os indicadores são agrupados nas grandes áreas de ensino (ambiente de aprendizagem); ambiente de pesquisa (volume, renda e reputação); qualidade da pesquisa (força, excelência e influência da pesquisa); perspectiva internacional (pessoal, estudantes e pesquisa); e indústria (renda e patentes).
O Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), em parceria com a Agence Universitaire de La Francophonie como financiamento à inovação pedagógica, lançou a UAIFAI (Universos Abertos à Imaginação, à Fantasia e às Artes da Invenção), uma rede social colaborativa aberta a docentes, pesquisadores, pós-graduandos e demais interessados, voltada ao incentivo de projetos de pesquisa, com foco na inovação. O projeto é detalhado pelo seu coordenador, professor Gilson Schwarz, da Escola de Comunicações e Artes da USP e do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP).
Para o professor, a plataforma surge como uma alternativa segura em meio ao acelerado processo de modernização e expansão tecnológica. “Como toda liberdade tem que ter responsabilidade, a mediação é fundamental e a rede surge para oferecer mais oportunidades de um uso construtivo, responsável e, principalmente, criativo, porque a gente, muitas vezes, entra nas redes sociais e acaba se enquadrando em modelos de postar conteúdo ou de formar grupos e a gente acha que tem que ter uma renovação”, explicou o professor, que também é colunista da Rádio USP.
O projeto subsidiará importantes projetos, um deles sendo o Quilombo Inteligente, um projeto de inovação pedagógica com a Agência Universitária da Francofonia, que pretende fundir questões raciais com a maior acessibilização tecnológica. “Nós pensamos em juntar a questão da identidade negra com a questão da inteligência artificial. Como que a inteligência artificial chega nas comunidades, que são as comunidades mais pobres do país, com maiores níveis de exclusão e de violência, como é que a internet chega nessas comunidades? Que oportunidades as crianças, os jovens, adolescentes pretos estão, de fato, acessando para poder superar um atraso, inclusive do ponto de vista educacional, que se acentuou durante a pandemia?”
A maioria das pessoas se apega ao básico com o ChatGPT. Elas o usam para postagens sociais e rascunhos de e-mail. Elas fazem perguntas simples e obtêm respostas simples. Elas desistem após alguns prompts. Mas o potencial de produtividade é enorme e, com alguns insights inteligentes, você pode fazer muito mais.
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