Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 267
Período: 27/06 a 03/07/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2025 | Número: 267
Período: 27/06 a 03/07/2025 | Elaboração: Silvio Bacheta
O "Banco com Luiz de Queiroz" é uma escultura de 150 quilos, em exposição permanente, assentada nos jardins do entorno do Prédio Central da Esalq desde 03 de junho de 2019.
No entanto, esta digna homenagem ao patrono do campus teve sua inauguração oficial no dia 09 de outubro de 2018 pelo reitor da USP, Vahan Agopyan, o titular da cátedra Luiz de Queiroz, ministro Roberto Rodrigues, o diretor da Esalq, Luiz Gustavo Nussio e o presidente da Adealq, André Dias, em cerimônia de abertura das atividades da 61ª Semana Luiz de Queiroz e da segunda edição do Esalqshow.
O projeto foi idealizado pelo Professor Antonio Roque Dechen durante a gestão do Professor Luiz Gustavo Nussio, com projeto artístico e execução de Luiz Eduardo dos Santos, confeccionada em bronze pela Fundição Euclides Libardi (FundiArt), acompanhamento da renomada historiadora Marly Therezinha Perecin e com apoio cultural da Fundação de Estudos Agrários “Luiz de Queiroz”.
O registro fotográfico desta edição do Dicas & Notícias é de Ligia de Pontes Galli Ferraz, graduanda em Engenharia Agronômica.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
ALBUQUERQUE, C. Esalq abre 61ª Semana Luiz de Queiroz e 2ª edição do ESALQSHOW. Disponível em: https://www.esalq.usp.br/boletim/esalq-abre-61ª-semana-luiz-de-queiroz-e-2ª-edição-do-esalqshow/. Acesso em: 26 jun. 2025.
ALBUQUERQUE, C. Esalq celebra 118 anos com homenagens, exposição e instalação do Banco com Luiz de Queiroz ao ar livre. Disponível em: https://www.esalq.usp.br/banco-de-noticias/esalq-celebra-118-anos-com-homenagens-exposição-e-instalação-do-banco-com-luiz-de/. Acesso em: 26 jun. 2025.
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
A Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP), por meio da Divisão de Biblioteca, acaba de lançar três volumes do Manual de Fisiologia Vegetal: Fisiologia da Produção de Cultivos, uma coleção de acesso aberto voltada a estudantes, profissionais e produtores do setor agrícola. Organizada pelo professor Paulo Roberto de Camargo e Castro, do Departamento de Ciências Biológicas, a obra reúne contribuições científicas de alunos de pós-graduação de Fisiologia da Produção de Cultivos e apresenta uma abordagem técnico-científica de 25 espécies cultivadas em cada volume.
Com acesso gratuito por meio do Portal de Livros Abertos da USP, os manuais abordam temas-chave da ecofisiologia vegetal e oferecem soluções práticas para maximizar a produtividade das lavouras e promover o uso mais racional dos recursos naturais.
Os volumes contemplam diferentes tipos de culturas. O volume I traz, entre outras, lavanda, camomila e beterraba; o volume II é dedicado a espécies como cogumelos comestíveis, chia e pitaya; e o volume III destaca a videira, além de plantas como hibisco, juçara e nogueiras.
Voltada ao público acadêmico e técnico, a obra é recomendada para estudantes de Agronomia, Fitotecnia, Horticultura, Biologia e Ecologia Vegetal, além de ser uma referência útil para agrônomos, consultores e produtores que atuam diretamente no campo. O conteúdo completo está disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos da USP.
Os manuais são uma excelente fonte de conhecimento para estudantes, produtores, agrônomos e curiosos da natureza que querem entender o que há por trás da produtividade de cultivos como lavanda, chia, hibisco, pitaya, nogueira, brócolis, uva e muitos outros.
Eliana Maria Garcia é Bibliotecária de Referência e desenvolve atividades de apoio ao editor/pesquisador na solicitação de ISBN (international Standard Book Number) e ISSN (International Standard Serial Number) e publicação no Portal de Livros Abertos da USP e Livros Abertos da ESALQ.
Escrito para ser um guia acessível, confiável e abrangente, o livro oferece à docentes, profissionais, pesquisadores e estudantes todas as orientações e procedimentos necessários aos processos de coleta, envio e análise de solo e planta, facilitando o seu planejamento e execução com qualidade técnica.
Entre os principais pontos de destaque da obra, está o detalhamento dos procedimentos de coleta e análise abrangendo desde organismos macrofaunísticos até microbianos. O conteúdo também contempla métodos relacionados a produtos do metabolismo microbiano, como atividade enzimática, carbono de biomassa microbiana, respirometria e modernas análises voltadas à ecogenômica do solo.
Texto: divulgação
Com conteúdo técnico de qualidade e de fácil acesso, a obra foi elaborada com a contribuição de mais de 35 especialistas em Biologia do Solo, provenientes de diversas regiões do Brasil.
Isabel Cristina Moraes Barros Chaddad é Chefe Técnica do Processo Formação e Manutenção do Acervo, da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
A Divisão de Biblioteca acaba de lançar a 89ª edição da Série Produtor Rural, com o título "Produtos florestais não madeireiros: informações sobre espécies do bioma Mata Atlântica", escrita por Analena Sousa da Silva, engenheira florestal formada pela USP/Esalq, e pelo professor Edson José Vidal da Silva, do Departamento de Ciências Florestais da USP/Esalq.
Com 60 páginas, a obra traz informações técnicas e práticas sobre espécies vegetais nativas da Mata Atlântica que geram produtos florestais não madeireiros — como frutos, sementes, óleos e fibras — de alto valor socioeconômico e ecológico.
Esses recursos, quando manejados de forma sustentável, representam alternativas importantes de geração de renda para o pequeno produtor rural, além de contribuírem para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica.
O material está disponível em acesso aberto e pode ser consultado no site da biblioteca da ou no Portal de Livros Abertos da USP.
Texto: Silvio Bacheta
Os autores alertam que esta cartilha tem a finalidade apenas de informar sobre as espécies conhecidas e suas potenciais utilizações como produto florestas não madeireiro. Nenhuma espécie de uso medicinal deve ser administrada sem o conhecimento de um especialista.
Silvio Douglas Dias Bacheta é responsável pela divulgação de produtos e serviços da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O Plant Physiology existe desde 1926. É um periódico de abrangência internacional dedicado a todos os aspectos da biologia vegetal, desde o estrutural e molecular até sistemas e ecofisiologia como fisiologia, bioquímica, biologia celular e molecular, genéticas, biofísica e biologia ambiental de plantas.
O outro periódico, The Plant Cell, é mais recente: teve início em 1989. Nesses mais de 35 anos, sempre passou por revisão por pares, que culmina na publicação de pesquisas originais em biologia de plantas, especialmente em áreas de biologia celular, biologia molecular, genética, desenvolvimento e evolução.
A ASPB foi fundada em 1924. Neste século de existência, estabeleceu-se como referência na promoção da ciência das plantas e no apoio aos cientistas que se dedicam ao estudo das plantas em diversos aspectos. A Sociedade é responsável pela publicação de periódicos, organização de conferências, criação de fórum sobre biologia celular e molecular, e outras atividades consideradas relevantes para o desenvolvimento do campo científico.
Sobre o Portal de Periódicos
Criado em 2000, o Portal de Periódicos tem a participação de 452 instituições de ensino e pesquisa, o que representa um potencial de mais de seis milhões de usuários, entre professores, pesquisadores, funcionários e estudantes, com acesso à melhor produção científica internacional. A plataforma é um dos maiores acervos científicos virtuais do mundo e contribui para o fortalecimento da pós-graduação no Brasil e para a integração da comunidade científica brasileira.
Acesse www.abcd.usp.br e conheça os produtos e serviços oferecidos pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Usuários de 260 instituições terão acesso para leitura e publicação em dez periódicos da academia científica mais antiga com existência contínua: a RSP está ativa, de forma ininterrupta, desde novembro de 1660.
Os títulos incluídos no acordo englobam áreas como Biologia, Engenharias, Física e Matemática. São eles:
Biology Letters
Interface Focus
Journal of The Royal Society Interface
Notes and Records: the Royal Society Journal of the History of Science
Philosophical Transactions of the Royal Society A: Mathematical, Physical and Engineering Sciences
Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences
Proceedings of the Royal Society A: Mathematical, Physical and Engineering Sciences
Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences
Royal Society Open Science
Open Biology.
A história da Royal Society Publishing está associada a diversas descobertas científicas nos últimos séculos.
As publicações da editora trazem estudos, por exemplo, de Issac Newton, Charles Darwin, Albert Einstein, Benjamin Franklin, James Chadwick, James Cook e Rosalind Franklin.
Entre os associados atuais estão Jocelyn Bell Burnell, Tim Berners-Lee, Richard Dawkins, Joseph Stiglitz, James Watson e Paul Nurse, nomes com notoriedade mundial na ciência contemporânea.
De 08/07 a 01/08/2025, o horário de atendimento na Divisão de Biblioteca da Esalq/USP será:
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 18h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h.
Ressalta-se que neste período as renovações serão ilimitadas, desde que os empréstimos estejam em dia.
Aproveite a facilidade do aplicativo Bibliotecas USP e mantenha em dia o prazo do seu empréstimo.
Em virtude do feriado comemorativo ao Dia da Revolução Constitucionalista de 1932, não haverá expediente na Divisão de Biblioteca da USP/Esalq no dia 09 de julho de 2025.
No final do século 19, o fazendeiro paulista Luiz Vicente de Souza Queiroz doou para o governo do Estado a Fazenda São João da Montanha, em Piracicaba (SP), com a condição de que ali fosse fundada uma escola de agronomia. Em 1898, aos 49 anos, Queiroz morreu sem ver o projeto concretizado. Foi sua esposa, dona Ermelinda Ottoni de Souza Queiroz, que deu continuidade à ideia do marido e fez com que o governo finalmente inaugurasse, em 1901, a instituição tão sonhada pelo fazendeiro. Mais de 120 anos depois, a hoje chamada Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) — incorporada à USP em 1934 — ainda é vista pela maioria das pessoas como uma obra de Luiz Vicente de Souza Queiroz, esquecendo-se da importância de Ermelinda na criação de um dos maiores centros de ensino e pesquisa na área da agronomia do Brasil na atualidade.
Esse esquecimento está sendo combatido através da música. Desde 2023, um grupo de ex-alunas da Esalq compõe a banda Ermelindas, batizada com esse nome para homenagear e fazer lembrar aquela que é, de fato, uma fundadora da Esalq. Hoje com 27 integrantes, a banda tem três músicas gravadas nas plataformas digitais — Don’t Worry, Be Happy, de Bobby McFerrin, Agora Só Falta Você e Ovelha Negra, ambas de Rita Lee —, deve lançar mais duas canções neste ano e planeja produzir um álbum com todos os singles reunidos.
Os arranjos e mixagens são feitos pelo professor da Esalq Antonio Augusto Garcia, que é músico amador. Docente da área de Genética do curso de Engenharia Agronômica da Esalq, Garcia atua também como produtor das Ermelindas. “Temos planos de lançar músicas inéditas, mas, para isso, a banda precisa amadurecer um pouco mais, até porque ela começou como uma brincadeira e se tornou algo sério”, diz o professor e músico.
Para evidenciar a complexidade das interações fungos, plantas e insetos, Marvin Mateo Pec Hernández, engenheiro agrônomo formado pela Universidad de San Carlos de Guatemala e doutorando em Entomologia, pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), se debruçou na ideia de que certos fungos entomapatogênicos, além de combater pragas, também poderiam atuar como indutores de defesas como se fosse uma verdadeira vacina para as plantas.
“Na cana-de-açúcar, ainda se compreende pouco o impacto desses fungos sobre as defesas químicas e sobre as interações com herbívoros e inimigos naturais”, explicou o pesquisador. Foi justamente essa lacuna que motivou o engenheiro agrônomo a realizar o projeto que busca avaliar o potencial do fungo endofítico entomopatogênico Metarhizium robertsii, para melhorar as defesas da cana-de-açúcar, medindo níveis de fitormônios, emissões de compostos orgânicos voláteis e atração olfativa dos inimigos naturais como a vespa Cotesia flavipes e à tesourinha Doru luteipes em condições com e sem infestação da broca-da-cana-de-açúcar, principal praga da cultura.
O trabalho com o fungo Metarhizium robertsii envolveu uma abordagem multidisciplinar que incluiu o cultivo do fungo e sua inoculação em plantas, seguido da infestação com pragas. Foram utilizadas análises químicas para quantificar os níveis de fitormônios e compostos orgânicos voláteis, além de bioensaios comportamentais para avaliar a preferência de ovoposição das pragas. Também foram conduzidos bioensaios para investigar a atratividade olfativa do parasitóide C. flavipes e do predador noturno D. luteipes, ambos inimigos naturais da broca-da-cana.
Estudos desenvolvidos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) demonstram que técnicas de manejo sustentável do solo podem elevar a fixação de carbono, impulsionar a produtividade agrícola e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. O tema, investigado há mais de 20 anos no Brasil, integra o programa Soluções Baseadas na Natureza da universidade e ganha urgência diante da crise climática global.
Maurício Cherubin, professor da Esalq e coordenador do programa, destaca que o País é líder mundial na adoção de práticas conservacionistas, como o sistema plantio direto — que evita o revolvimento do solo e preserva resíduos vegetais da safra anterior. “Temos 35 milhões de hectares usando essa técnica, área equivalente ao território da Alemanha”, afirma. Além disso, o Brasil avança na integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), com 17 milhões de hectares, modelo que combina produção de grãos, carne e sequestro de carbono em árvores.
Cherubin cita pesquisas de longa duração, como as do professor Cimério Baier (UFRGS), que comprovam acúmulo de carbono no solo mesmo após 40 anos de manejo sustentável — contrariando estudos europeus e norte-americanos que indicavam saturação em duas décadas. “No Brasil, pelas condições climáticas e de solo, esse potencial persiste”, explica. Esses dados embasam políticas como o Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono) e atraem investimentos privados em agricultura regenerativa.
Começa neste final de semana, 5e 6 de julho, a 7ª edição da Campanha contra Febre Maculosa. A campanha acontece anualmente nos finais de semana do mês de julho, período de férias escolares, com atividades em todos os finais de semana.
Realizada pela Comissão Técnica Permanente de Prevenção e Controle da Febre Maculosa, do Campus Luiz de Queiroz, a ação consiste em alertar para os riscos da presença do carrapato estrela em áreas afastadas e também de grande circulação. Além deste próximo final de semana, a campanha ocorrerá nos dias 12, 13, 19, 20, 26 e 27/07, das 9:00/12:00 e das 14:00/17:00.
As limitações hídricas e as mudanças climáticas têm motivado a comunidade científica a compreender os fatores que influenciam o desempenho das culturas agrícolas em condições tropicais.
Com essa perspectiva, uma pesquisa desenvolvida no programa de Pós-graduação em Engenharia de Sistemas Agrícolas, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) analisou os impactos potenciais das mudanças climáticas futuras sobre a produtividade do milho no Brasil.
De autoria da engenheira ambiental Taís Souza dos Santos Dias, o estudo foi estruturado em três capítulos: o primeiro apresenta uma introdução geral aos temas abordados; o segundo investiga a combinação de métodos de estimativa da evapotranspiração e da evaporação do solo, utilizando o modelo CERES-Maize; e o terceiro analisa os impactos potenciais das mudanças climáticas futuras sobre a produtividade do milho tropical, também com base em simulações do CERES-Maize.
Os lagos do campus da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, foram projetados para servir como reservatórios de água para prevenção de incêndios e irrigação dos canteiros agrícolas utilizados por alunos e professores no início do século 20. Essa e outras curiosidades do Parque Philippe Westin Cabral de Vasconcellos, implantado entre 1905 e 1907, podem ser conferidas no mais novo exemplar da Esalq Sempre. A revista integra uma série de publicações, impressa e virtual, que abriga registros históricos e símbolos mantidos em diferentes locais no campus Luiz de Queiroz. A última edição está disponível para download gratuito neste link.
Com uma área de 15 hectares (equivalente a 150.000 m2), o parque foi considerado em 2007 como a primeira das Sete Maravilhas de Piracicaba. Abriga o icônico Edifício Central da Esalq, além de um rico conjunto arbóreo e arquitetônico, tombados em 2006 como Patrimônio Público Estadual pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT).
Outros pontos de visitação importantes do parque, são o mausoléu e as estátuas em bronze dos fundadores da Esalq, o casal Luiz de Queiroz e Ermelinda Queiroz. Ao longo das alamedas sombreadas e vastos gramados, o parque abriga uma grande diversidade de plantas ornamentais e árvores nativas e exóticas. A vegetação inclui espécies como ipê, pau-brasil, jequitibá, alecrim-de-campinas e jatobá, que fazem parte da rica biodiversidade da região.