Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2026 | Número: 310
Período: 19/06 a 25/06/2026 | Elaboração: Alice Rossi Dótoli
Dicas & Notícias da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ | Ano: 2026 | Número: 310
Período: 19/06 a 25/06/2026 | Elaboração: Alice Rossi Dótoli
Gostaria de ter sua foto do publicada no Dicas & Notícias da Biblioteca? Envie sua imagem de prédios ou paisagens do câmpus, com autoria, título e boa resolução, para comunica.dibd@usp.br.
A Alameda das Palmeiras, localizada em frente ao Pavilhão da Agricultura da USP/ESALQ, é um dos espaços mais conhecidos e representativos do campus “Luiz de Queiroz”. Com suas palmeiras altas e imponentes, o local se destaca pela beleza paisagística e pela integração entre o patrimônio histórico, a arquitetura e as áreas verdes da Escola, compondo um dos caminhos mais tradicionais e simbólicos do campus.
Na imagem, a neblina cobre suavemente a alameda e proporciona uma perspectiva diferente da paisagem, destacando as palmeiras que se estendem ao longo do caminho e se perdem ao fundo da vista. O registro evidencia a riqueza natural do campus, ressalta a grandiosidade desse cenário característico da ESALQ/USP e reforça a importância de seus espaços como ambientes que unem ensino, pesquisa, convivência e contato com a natureza
O registro fotográfico desta edição do Dicas & Notícias é de Muriel Witor da Silva Araujo, graduando em Engenharia Agronômica na ESALQ/USP.
Se você concluiu seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), saiba que ele pode fazer parte da Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos (BDTA) da USP. A submissão é realizada por meio da Divisão de Biblioteca da ESALQ e garante maior visibilidade para a sua produção acadêmica, além de facilitar o acesso ao conhecimento produzido na Universidade.
O serviço é destinado aos alunos dos cursos de graduação e especialização da ESALQ/USP. Após a aprovação do trabalho, basta reunir a documentação necessária e encaminhá-la para a Biblioteca, conforme as orientações disponíveis no site da Divisão de Biblioteca, card Apoio Acadêmico > Submissão de Trabalhos Acadêmicos.
Como realizar a submissão?
seguir as diretrizes estabelecidas pela Resolução CoCEx-CoG nº 7497, de 09 de abril de 2018;
enviar o arquivo em PDF do trabalho aprovado;
encaminhar o Formulário de Avaliação (ou documento equivalente), devidamente assinado e validado pela banca e homologado pelas respectivas Comissões da ESALQ/USP;
caso exista período de restrição para disponibilização do trabalho, enviar também o Termo de Autorização em PDF;
encaminhar toda a documentação para o e-mail fichacat@esalq.usp.br.
Após a submissão e o processamento pela Biblioteca, seu trabalho ficará disponível na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos (BDTA) da USP, ampliando sua visibilidade e permitindo que pesquisadores, estudantes e a sociedade tenham acesso à produção científica desenvolvida na ESALQ.
Além de ampliar a visibilidade da produção acadêmica da USP, a BDTA desempenha um importante papel na preservação digital da memória institucional.
O conhecimento só cumpre plenamente seu papel quando é compartilhado
Maria Angela de Toledo Leme é Chefe Técnica do Processo Tratamento da Informação na Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O livro detalha 11 metodologias analíticas utilizadas no monitoramento e detecção de fraudes alimentares. Entre elas estão técnicas de biologia molecular, cromatografia, espectrometria de massa, ressonância magnética nuclear, análise isotópica e espectroscopia no infravermelho.
A publicação apresenta os fundamentos de cada método, suas vantagens, limitações e exemplos de aplicação em estudos de caso relacionados a diferentes tipos de alimentos e adulterações.
Saiba mais sobre a credibilidade dos sistemas agroalimentares
Isabel Cristina Moraes Barros Chaddad é Chefe Técnica do Processo Formação e Manutenção do Acervo, da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
Em A Grande Armadilha, Waldir Franzini conduz o leitor por uma fascinante jornada pela história da humanidade, explorando como o surgimento da agricultura transformou profundamente a relação entre as pessoas, a natureza e a construção das civilizações. A obra propõe uma reflexão instigante sobre os benefícios e os custos ocultos dessa mudança que moldou o mundo em que vivemos hoje.
Com uma narrativa envolvente e acessível, o livro convida o leitor a revisitar as origens da sociedade moderna e a compreender como escolhas feitas há milhares de anos continuam influenciando nossa forma de viver, produzir alimentos e organizar a vida em comunidade. Uma leitura enriquecedora para quem se interessa por história, agricultura e pelos caminhos da civilização humana.
A obra apresenta textos de docentes que ministram e ministraram disciplinas ao longo dos 30 anos do curso de Licenciatura em Ciências Agrárias da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo ESALQ/USP. Nos capítulos, relatam suas experiências, práticas pedagógicas e iniciativas que ajudaram a construir essa estrutura educacional voltada à formação de inúmeros professores.
O foco é que este livro se torne um instrumento de apoio à reflexão e ao aprimoramento da prática e dos processos de formação da docência.
Uma obra que celebra histórias, aprendizagens e o compromisso de quem escolheu ensinar.
Eliana Maria Garcia é Chefe do Processo Informação Científica na Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ.
O Rio Piracicaba é muito mais do que um marco da paisagem local: ele faz parte da história, da cultura e da identidade de Piracicaba. A cartilha convida crianças, educadores e toda a comunidade escolar a conhecerem de forma envolvente as relações entre a sociedade e a natureza, explorando aspectos geográficos, históricos e culturais que ajudam a compreender a importância desse patrimônio para a região.
Resultado de uma parceria entre a ESALQ/USP, a Escola Estadual Luciano Guidotti e o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), a publicação apresenta atividades e conteúdos que estimulam a reflexão sobre educação ambiental de maneira crítica e contextualizada. Uma leitura que aproxima conhecimento, pertencimento e cuidado com o meio ambiente a partir das águas, das histórias e das tradições que conectam gerações às margens do Rio Piracicaba.
Realizado no dia 01 de junho de 2026, o treinamento “Como usar o gerenciador de referências Endnote Online“, foi organizado e ministrado por Deborah Dias da Clarivate Analytics.
Acesse a Gravação do Webinar Endnote Online
O Endnote permite a você reunir, de forma rápida e fácil, informações de referência de uma ampla variedade de fontes de dados online como o PubMed e o ISI Web of Knowledge por meio de exportação direta, pesquisa online ou importação de arquivos de texto. Além de compartilhar referências com outros usuários do Endnote Online para facilitar a colaboração, transferir facilmente as referências para ou do Endnote na área de trabalho e Cite-While-You-Write™ no Microsoft Word para inserir referências e formatar documentos instantaneamente.
Acesse www.abcd.usp.br e conheça os produtos e serviços oferecidos pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Elisabeth Adriana Dudziak é Chefe Divisão de Gestão de Desenvolvimento, Inovação e Coleções Digitais da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP.
Biblioteca Central: segunda a sexta-feira, das 7h45 às 22h;
Biblioteca Setorial do LES: segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.
Aproveite a facilidade do aplicativo Bibliotecas USP e mantenha em dia o prazo do seu empréstimo.
Os recifes de coral brasileiros enfrentam os efeitos combinados do aquecimento dos oceanos, da degradação ambiental e dos sucessivos eventos de branqueamento. O cenário é especialmente preocupante porque o país concentra os únicos sistemas recifais do Atlântico Sul, distribuídos ao longo de cerca de 3 mil quilômetros de litoral, e uma diversidade singular de corais-de-fogo, do gênero Millepora: das quatro espécies que ocorrem no Brasil, três são exclusivas da costa nacional.
O agravamento desse cenário acaba de ganhar reconhecimento oficial. Em atualização recente da Lista Nacional de Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo ICMBio em abril deste ano, todas as espécies brasileiras de coral-de-fogo tiveram sua classificação de risco elevada. Millepora braziliensis e Millepora laboreli passaram a ser consideradas “criticamente em perigo”, categoria imediatamente anterior à extinção na natureza; Millepora alcicornis, também encontrada no Caribe, foi reclassificada como “em perigo”, após mortalidade superior a 90% registrada nos últimos eventos de branqueamento; e Millepora nitida passou à categoria “quase ameaçada”.
A inteligência artificial (AI) está em diferentes áreas da vida humana. Ela pode ser encontrada como um recurso no trabalho, dentro das salas de aula, nos hospitais e até nos aparelhos celulares. O uso pode ser até intuitivo, mas precisa de cuidado. Isso é o que defende Márcia Azevedo Coelho, pesquisadora colaboradora na Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da USP. Para Márcia, em um mundo altamente tecnologizado, é necessário pensar como promover um bom uso desses recursos.
A pesquisadora lembra que a maioria das pessoas já possui acesso à IA e que a utiliza com ou sem orientação adequada. A utilização que não entende como a inteligência artificial funciona, principalmente a IA generativa e de conversação – em que o indivíduo interage com ela –, pode ser danosa. Márcia explica que a IA trabalha com a plausibilidade, ou seja, a resposta pode não estar certa e ter uma aparente coerência.
Especialistas em nanotecnologia do Brasil e dos Estados Unidos desenvolveram um sensor que detecta, em menos de 1 minuto, a presença da vitamina C (ácido ascórbico - AA), em alimentos. O dispositivo é feito de uma combinação inédita de nanofibras, produzidas com óxidos de zinco e de cobalto, com MXenes, uma categoria de materiais bidimensionais (2D) ultrafinos compostos por poucas camadas atômicas.
O sensor colorimétrico — uma ferramenta analítica para detectar a presença ou a concentração de uma substância por meio de uma mudança de cor — é um líquido formado pelo próprio material desenvolvido pelos pesquisadores. Trata-se de um nanocompósito constituído por nanofibras de óxido de zinco e de cobalto combinadas com MXene. Esse material desencadeia uma reação química ao entrar em contato com a tetrametilbenzidina (TMB), um composto utilizado para gerar uma resposta visual por mudança de cor. Em seu estado puro, o TMB é incolor, mas se torna azul com a junção do nanocompósito. Na presença de vitamina C, a coloração azul perde intensidade e pode até desaparecer, de acordo com a quantidade de ácido ascórbico contida no alimento analisado.
O uso de materiais que mantêm a umidade próxima às raízes das plantas pode ajudar os cajucultores do semiárido a conviver com as deficiências hídricas, que afetam principalmente a fase de implantação dos pomares de cajueiro-anão. Pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical (CE) avaliaram a aplicação de biocarvão (biocarvão) e de hidrogel (gel que absorve grande volume de água) em diferentes fases do cultivo e obtiveram resultados positivos na produtividade da água, ou seja, na capacidade de produzir mais com menos recursos hídricos.
Em experimento com segurança de segurança (técnica agrícola de emergência usada para fornecer água às plantas durante períodos críticos de seca severa ou estiagem prolongada), o hidrogel garantiu a sobrevivência de todas as mudas do clone BRS 226, com uma economia de 46% nos custos de garantia. Em outro estudo, o biochar melhorou várias parâmetros de produção na cajucultura irrigada, resultando em pedúnculos (parte comercial do caju, conhecido popularmente como maçã) maiores e mais doces no cultivo desse clone, também conhecido como Planalto.
Lançado na última segunda, dia 22 de junho, o e-book "Semeando a Docência: Reflexões sobre a Formação de Professores nos 30 anos da Licenciatura em Ciências Agrárias da Esalq/USP". A publicação apresenta experiências, práticas pedagógicas e iniciativas que ajudaram a construir a estrutura educacional voltada à formação de inúmeros professores ao longo de três décadas.
O curso é um marco importante na história da Esalq, com um programa direcionado à formação de professores para a educação profissional, educação básica e outros espaços educativos. É um dos poucos no País direcionado à docência no âmbito das Ciências Agrárias e da área de Ciência da Natureza e suas Tecnologias. No primeiro semestre de 2025, a licenciatura teve matriculados 148 estudantes de Engenharia Agronômica e 67 de Engenharia Florestal, com aulas ministradas por docentes ligados ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES) da Esalq.
O Brasil dispõe de uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo e de um potencial extraordinário em solar, eólico, hidrogênio verde e biocombustíveis avançados.
Paradoxalmente, a velocidade com que projetos de energia limpa chegam à operação segue sendo um dos principais gargalos da transição energética nacional. O licenciamento ambiental ocupa o centro desse dilema.
Durante décadas, o processo licenciatório foi percebido, por empreendedores e pelo mercado financeiro, como risco jurídico e fonte de imprevisibilidade. Cronogramas dilatados, sobreposição de competências entre órgãos federais, estaduais e municipais, e indefinição sobre o escopo dos estudos contribuíram para encarecer o capital e adiar investimentos. Ao mesmo tempo, críticas legítimas da sociedade civil lembravam que um licenciamento frágil pode comprometer ecossistemas e comunidades.
O Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, em São Carlos, consolidou quase uma década de colaboração científica com a Universidad Nacional de General Sarmiento, da Argentina, com o lançamento do livro Territórios e Trabalho no Cone Sul: Reestruturações, Mobilidades e Subjetividades entre Brasil e Argentina. A publicação nasce de um convênio firmado em 2022 e analisa, de forma relacional, como as transformações da economia global afetam o cotidiano das classes trabalhadoras em cidades como São José dos Campos, São Paulo e São Carlos (no Estado de São Paulo), e Buenos Aires, na Argentina.
O professor Marcel Fantin, pesquisador do IAU e um dos organizadores da obra, destaca que o livro “coroa uma trajetória” de encontros acadêmicos, intercâmbios e escolas de verão iniciados em 2017. Para ele, o diferencial está no método. “Não buscamos apenas uma ótica comparada, mas uma ótica relacional de entender os processos, os problemas estruturais, mas ao mesmo tempo também buscar soluções para essas questões.”
A lentidão dos trâmites processuais do sistema judiciário brasileiro é um de seus maiores problemas, contribuindo para o prolongamento de injustiças, já que muitos casos sérios, cuja conclusão mudaria a vida de pessoas, demoram anos ou mesmo décadas para serem finalizados. Por conta disso, uma estratégia de agilização desses trâmites tem sido estudada e implementada: a incorporação de IA aos sistemas do Judiciário.
Essa estratégia promete trazer vários benefícios. Segundo o Relatório sobre o Futuro dos Profissionais 2025, estima-se que 53% dos trabalhadores das áreas jurídicas de risco, conformidade, tributária, contábil, auditoria e comercial acreditam que suas organizações já estão obtendo pelo menos um tipo de benefício com a adoção da IA. Os dados foram coletados entre fevereiro e março de 2025, junto a 2.275 profissionais, distribuídos em todos os continentes.
Peter Ungar, paleoantropólogo e biólogo evolutivo americano, vai ministrar na USP, de 20 a 24 de julho, o curso The Primate Basis of Human Evolution (A Base Primata da Evolução Humana, em português). Oferecida gratuitamente em inglês (sem tradução simultânea), a atividade será das 10h às 12h, apenas presencialmente, no Auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, Rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo. No total, são 60 vagas e as inscrições podem ser feitas até 2 de julho através do Sistema Apolo.
Referência mundial em estudos sobre o papel da dieta na evolução humana, Ungar irá apresentar a evolução dos primatas desde o Paleoceno até a origem dos primeiros hominínios, grupo integrado pelo Homo sapiens e seus ancestrais diretos desde o Mioceno. O curso destacará os principais aspectos evolutivos que caracterizam os diferentes grupos de primatas.
Mais de 300 estudantes do ensino médio de escolas públicas de Ribeirão Preto já participaram das atividades do projeto CRID nas Escolas. A iniciativa utiliza atividades lúdicas para abordar temas de saúde e estimular o pensamento crítico dos jovens.
A imagem apresenta um retrato em plano médio-curto, focado do peito para cima, da Professora Doutora Vanessa Carregaro Pereira. Ela é uma mulher de pele clara, aparentando meia-idade, com cabelos escuros e lisos que estão firmemente presos para trás. Ela usa óculos de grau com armação preta de formato levemente retangular. Seu rosto está centralizado e ela olha diretamente para a câmera com uma expressão séria, neutra e serena. Ela veste uma blusa preta de estilo frente única (halter), que deixa seus ombros e braços totalmente descobertos. O fundo da imagem é completamente escuro e liso, com uma iluminação frontal que destaca os contornos de seu rosto e ombros de forma suave
Criado em 2024, o projeto reúne atualmente 25 estudantes de graduação das áreas de saúde, humanidades, ciências biológicas e exatas. Participam alunos dos cursos de Medicina, Ciências Biomédicas, Nutrição, Fonoaudiologia, Biblioteconomia, Biologia, Educação Física, Farmácia, Informática Biomédica e Psicologia. Segundo a professora Vanessa Carregaro Pereira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, a diversidade de formações é um dos principais pontos fortes da iniciativa. “Essa pluralidade amplia as formas de abordagem dos temas e enriquece a interação com as escolas”, afirma ela, que é a coordenadora do projeto.
Diferente da baunilha usada na indústria culinária e cosmética, uma espécie neotropical e muito comum no Mato Grosso do Sul seguiu um caminho evolutivo diferente: a Vanilla lindmaniana desenvolveu, ao longo do tempo, uma estratégia para atrair somente as aves para garantir a disseminação de sementes.
Vanilla lindmaniana é uma espécie rara da família das orquídeas que agora é revelada como exclusivamente ornitocórica – com dispersão de sementes feita somente por aves. A descoberta, creditada ao laboratório do professor Emerson Pansarin, do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, pode ser conferida entre os principais resultados do estudo publicado na revista Plant Biology.