Gênero: Esenbeckia

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Nomes popularesPau-de-cutia, chupa-ferro, cutia, cutia-amarela, guarantã, guaxipita, guaxupita, mamonarana, pitaguará-amareloNome científicoEsenbeckia grandiflora Mart.BasionônioSinônimosFamíliaRutaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHábitatPlanta clímax, esciófita. Ocorre em matas densas, restingas, encostas e matas ciliares, com solos argilosos, úmidos e férteis. Ocorre na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Restinga.Distribuição geográficaNorte (Acre, Rondônia), Nordeste (Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (PIRANI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaNa medicina indígena é utilizada como antitérmica.FitoeconomiaEspécie importante em reflorestamentos, sendo usada para adensamento, enriquecimento e recuperação de matas ciliares. Possui madeira branca de boa qualidade, sendo usada para bengalas, arcos, e outros usos que exijam resistência e flexibilidade. Pode também ser utilizada para arborização urbana ou como espécie ornamental. Antigamente era usada como fonte da “casca de angustura”, produto utilizado para substituir a casca da Quina.InjúriaComentáriosNa língua Guarani é chamada de apoytaguara.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.NOELLI, F. S. Múltiplos Usos de Espécies Vegetais Pela Farmacologia Guarani Através de Informações Históricas; Universidade Estadual de Feira de Santana; Diálogos, DHI/UEM, 02: 177-199, Bahia, 1998. Disponível em: <http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/Revista%20Dialogos/DI%C1LOGOS10.doc>.PIRANI, J.R. 2010. Esenbeckia in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB000589).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.