Gênero: Youngia

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Nomes popularesBarba-de-falcãoNome científicoYoungia japonica (L.) DC.Voucher717 Schwirkowski (MBM)SinônimosCrepis japonica (L.) Benth.Prenanthes japonica L.Youngia mauritiana DC.FamíliaAsteraceaeTipoSubespontâneaDescriçãoErva até 25,0cm alt., anuais, látex branco, indumento de tricomas tectores unisseriados, multicelulares, acastanhados ou hialinos; ramos curtos de base vinácea, esparso-vilosos. Folhas alternas, lâmina violada a panduriforme, 3,5-5,5cm compr., 2,5-3,5cm larg., membranácea, glabra, ápice arredondado a agudo, base decorrente, margem esparso-denteada, apiculada, nervação acródroma; pecíolo 2,5-5,0cm, viloso. Capitulescência corimbiforme. Capítulos pedunculados, ca. 20 flores; invólucro cilíndrico, 4,5-5,0mm compr., 2,0-2,5mm larg., brácteas involucrais verdes, ovadas a oblongas, glabras, carnosas (in vivo), margem hialina, externas 1,4-1,5mm compr., ca. 1,0mm larg., ápice agudo a obtuso, internas 4,5-5,0mm compr., ca. 1,0mm larg., ápice agudo; receptáculo glabro. Corola amarela, 5,0-6,0mm compr., tubo 2,0-2,5mm compr., 0,3mm larg., pilosos, lígula 3,0-3,5mm compr., 1,0mm larg., glabra, 5-laciniada, lacínios curtos, ca. 0,5mm; anteras negras, apêndice oblongo, base caudada; estilete amarelo, ramos curtos, ca. 0,3mm, agudos, pilosos. Cipselas acastanhadas, elipsóides a fusiformes, 1,0-2,2mm compr., 0,4-0,6mm larg., 12 costadas, escabras; papus 3,0-3,5mm, cerdas livres, alvas, decíduas. (SOUZA, 2007).CaracterísticaPossui invólucro multisseriado glabro, clinanto glabro e cipselas contraídas no ápice, o que a diferencia dos demais gêneros da tribo.Floração / frutificaçãoDe setembro a maio.DispersãoAnemocóricaHabitatPlanta ruderal, prefere solos úmidos e férteis, com ambientes de meia-sombra.Distribuição geográficaOriginária da China e Japão, sendo subespontânea no Brasil.EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaPlanta daninha pouco freqüente, ocorre principalmente em viveiros de mudas, hortas e jardins. Aparentemente foi introduzida recentemente, juntamente com mudas de plantas ornamentais, estando no momento em franca disseminação, pois suas sementes são facilmente transportadas pelo vento.ComentáriosBibliografiaFERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.SOUZA, F. O. Asteraceae no Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP. Dissertação de Mestrado. Instituto de Botânica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. 2007. 159p. il. Disponível em: <http://www.biodiversidade.pgibt.ibot.sp.gov.br/teses_dissert/FatimaOSouza2007.pdf>.