Gênero: Schinus

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Nomes populares: Aroeira-salso, anacauita, aroeira-folha-de-salso, aroeira-mansa, aroeira-mole, aroeira-periquita, bálsamo, corneíba, molho, molhe, pimenteira-do-peruNome científico: Schinus molle L.SinônimosFamília: AnacardiaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificação: Encontrada florescendo em outubro.Dispersão: ZoocóricaHabitat: Pampa e Mata Atlântica, na Floresta Estacional Decidual e Semidecidual e Formações Campestres.Distribuição geográfica: Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(SILVA-LUZ, 2011).EtimologiaPropriedadesFitoquímica: Pode ser usada como fonte de terebintina e tanino.Fitoterapia: Na medicina indígena Guarani é usada como otálgica, adstringente, anti-diarréica, antiinflamatória, anti-reumática, balsâmica, cicatrizante, antiúlcera, emenagoga e tônica.Fitoeconomia: Além de ornamental, fornece boa madeira e é planta melífera. Os frutos são utilizados em algumas partes do mundo para o preparo de bebidas. Quando transformados em pó, fornecem uma especiaria utilizada como condimento em carnes, peixes e outros pratos.InjúriaComentáriosBibliografiaDIAS, J.; COSTA, L. D. Sugestões de Espécies Arbóreas Nativas Ocorrentes no Sul do Estado do Paraná Para Fins Ornamentais. FAFIUV / 2008, Seção de Artigos. ISSN 1809-0559. Curitiba, Paraná, 2008. 28p. Disponível em: <http://www.ieps.org.br/ARTIGOS-BIOLOGIA.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.KINUPP, V. F.; BARROS, I. B. I. Teores de Proteína e Minerais de Espécies Nativas, Potenciais Hortaliças e Frutas. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, 28(4): 846-857, out.-dez. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cta/v28n4/a13v28n4.pdf>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.NOELLI, F. S. Múltiplos Usos de Espécies Vegetais Pela Farmacologia Guarani Através de Informações Históricas. Universidade Estadual de Feira de Santana. Diálogos, DHI/UEM, 02: 177-199, Bahia, 1998. Disponível em: <http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/Revista%20Dialogos/DI%C1LOGOS10.doc>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SiILVA-LUZ, C.L., Pirani, J.R. 2011. Anacardiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2011/FB004398).
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Nomes populares: Assobiadeira, aroeira, aroeira-assobiadeira, árvore-de-assobio, assobieira, assobio, assoviadeira, assovieira, catinga-de-porco, coquinho, incenso, molhe, molho, pau-de-espinhoNome científico: Schinus polygamus (Cav.) CabreraSinônimosFamília: AnacardiaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificação: Julho a setembro, frutificando de outubro a maio.Dispersão: ZoocóricaHabitat: Espécie seletiva higrófita, esciófita, indiferente quanto às condições do solo. Ocorre geralmente em capões e sub-bosques da Mata Atlântica e Pampa.Distribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SILVA-LUZ, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímica: Fornece tanino, óleo, resina, monoterpenos e sesquiterpenos.FitoterapiaToda a planta possui aplicações na medicina caseira, sendo usada como depurativa e anti-reumática.Fitoeconomia: Os frutos, do mesmo modo que a S, molle e S. terebinthifolius, podem ser utilizados como condimento, sendo que in natura, o sabor é suavemente picante. Com os frutos também podem ser feitas bebidas vinosas e aguardente. Pode ser utilizada para adensamento em reflorestamentos mistos.InjúriaComentários: Possui galhas lenhosas, encontradas geralmente nos ramos, que são ocas e popularmente utilizadas como apito, provindo daí muitos nomes populares pelos quais a espécie é conhecida.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: < http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.MENTZ, L. A.; LUTZEMBERGER, L. C.; SCHENKEL, E. P. Da Flora Medicinal do Rio Grande do Sul: Notas Sobre a Obra de D’ÁVILA (1910). Caderno de Farmácia, v. 13, n. 1, p.25-48, 1997. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/farmacia/cadfar/v13n1/pdf/CdF_v13_n1_p25_48_1997.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SILVA-LUZ, C.L., Pirani, J.R. 2010. Anacardiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB004400).
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Nomes populares: Aroeira, aroeira-branca, aroeira-da-praia, aroeira-de-remédio, aroeira-mansa, aroeira-pimenteira, aroeira-vermelha, aroeirinhaNome científico: Schinus terebinthifolia RaddiSinônimos: Schinus terebinthifolia RaddiFamília: AnacardiaceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Árvore de 3 a 15 m de altura, dotada de copa arredondada. O tronco geralmente é curto e tortuoso, com casca externa grossa e fissurada, de coloração cinza escuro a preta, e casca interna avermelhada e com forte aroma. As folhas são compostas, alternas, imparipenadas, membranáceas e verde-escuras. Possuem pecíolos alados, com ápice agudo, base assimétrica e nervura central proeminente na face inferior e bordos. As flores branco-amareladas são glabras e reunidas em panículas terminais. Os frutos são drupas globosas, lisas, com pericarpo papiráceo-quebradiço, de coloração avermelhada.CaracterísticaFloração / frutificação: Floresce de setembro a dezembro. Os frutos amadurecem de dezembro a junho.Dispersão: ZoocóricaHabitat: É planta pioneira, heliófita, comum em beiras de rios, córregos e em várzeas úmidas, mas cresce também em solos secos e pobres. Ocorre no Cerrado, Mata Atlântica e Pampa.Distribuição geográfica: Nordeste (Pernambuco, Bahia), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SILVA-LUZ, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímica: A casca é muito rica em tanantes, e pode produzir tinta para tecidos ou tanino para a curtição de couro e fortalecimento de redes de pesca. Da casca extrai-se o mastique, que é uma resina terebintácea aromática. Da casca também pode-se extrair um óleo volátil, de comprovada propriedade inseticida contra a Musca domestica (Mosca doméstica).Fitoterapia: A aroeira também é utilizada na medicina popular, e estudos científicos têm comprovado sua ação contra afecções uterinas e de efeitos adstringentes, além de ser empregada no tratamento da diarréia, otalgias(seiva), gastralgias, hemoptises, dor ciática, gota, úlceras, reumatismo, infecções bacterianas, doenças do sistema urinário e respiratório, depurativa, emenagoga, tônica, balsâmica, cicatrizante, antiinflamatória, anti-reumática e antimicrobiana. Sua resina era utilizada pelos jesuítas para prepararem o remédio conhecido como "bálsamo das missões". A infusão das folhas desta espécie é utilizada pelos índios Guarani para combater o popular sapinho na boca das crianças. Os próprios índios do Paraná e Santa Catarina utilizavam seus brotos novos e casca do caule contra odontalgia (dor de dente). O banho das folhas também é recomendado como anti-séptico.** Recomenda-se cuidados no uso interno de medicamentos preparados com esta planta, pois em altas doses possui propriedades tóxicas.Fitoeconomia: Os frutos da aroeira são utilizados como substitutos da pimenta-do-reino (Piper nigrum). Esta pimenta, conhecida como pimenta-rosa, pimenta-rosada e brazilian pepper, é muito famosa na cozinha européia, principalmente na França, e lá é conhecida como poivre-rose. Apesar de ser uma planta extremamente comum, e até considerada daninha em alguns lugares, o preço dos frutos secos aqui no Brasil pode chegar a R$ 199,00 o Kg. Os frutos são amplamente consumidos por pássaros, o que explica sua ampla disseminação. Serve de forragem para os caprinos, e possui alto valor de digestibilidade. As flores da aroeira possuem um grande potencial de fornecimento de pólen e néctar, pois o mel dela produzido é de excelente qualidade. Atualmente está sendo muito utilizada em paisagismo, na arborização de ruas e em parques e praças. É muito recomendada para uso em passeios estreitos. Além da beleza da folhagem ampla, é perenifólia, a floração é prolongada, e os frutos atraem a avifauna. Os frutos da aroeira, por serem avidamente consumidos pelas aves em períodos rigorosos como o inverno, são importantes em programas de reflorestamento com mata nativa. Além de ser recomendada para recuperação de solos pouco férteis, pode ser utilizada para recomposição da mata ciliar. Pode e vem sendo utilizada como fonte de palanques e estacas vivas para cercas e palanques de sustentação. Antigamente era utilizada também para o tingimento de redes de pesca.** Há registros de que algumas pessoas são alérgicas aos compostos existentes nesta planta.Injúria: Apesar de ser percebida por muitos agricultores como uma verdadeira praga nos campos e lavouras, a aroeira é uma espécie com muitíssimas aplicações.ComentáriosÁrvore de crescimento rápido, reproduz-se por estacas de raízes e galhos. Os frutos devem ser colhidos quando passarem da cor verde para róseo-vermelho-viva, não é necessário quebra de dormência. Na língua Guarani, o seu nome é yryvadja rembiu, que significa comida de tiribas. É uma das 71 plantas medicinais listadas pelo Ministério da Saúde como de interesse ao SUS. Foi incluída na primeira edição da Farmacopéia Brasileira (1926).BibliografiaBAGGIO, A. J. Aroeira Como Potencial Para Usos Múltiplos na Propriedade Rural. Boletim de Pesquisa Florestal, Colombo, n. 17, p.25-32, 1988. il. Disponível em: <http://www.cnpf.embrapa.br/publica/boletim/boletarqv/boletim17/baggio.pdf>.BOTREL, R. T. et al. Uso da Vegetação Nativa Pela População Local no Município de Ingaí, MG, Brasil. Acta bot. Bras. 20(1): 143-156. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v20n1/14.pdf>.CARDOSO, J. H. Aroeira, Cultura e Agricultura: Reflexões que Embasam a Necessidade de Uma Educação Ambiental Rural Para Uma Percepção Social Agroecológica. EMBRAPA Clima Temperado. Pelotas, RS, 2008. 23p. Disponível em: <http://www.cpact.embrapa.br/publicacoes/download/documentos/documento_245.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.CERVI, A. C. et al. 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Proposta de Padrões de Germinação e Teor de Água para Sementes de Algumas Espécies Florestais Presentes na Região Sul do Brasil. Revista Brasileira de Sementes, vol 28, nº 3, p.191-197, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbs/v28n3/27.pdf>.ZUCHIWSCHI, E. Florestas Nativas na Agricultura Familiar de Anchieta, Oeste de Santa Catarina: Conhecimentos, Usos e Importância; UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2008. 193p. il. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado/tde_arquivos/44/TDE-2008-06-17T142512Z-287/Publico/dissertacao_Elaine.pdf>