Gênero: Lomariocycas

Carousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel image
Nomes popularesSamambaia-dos-banhadosNome científicoLomariocycas schomburgkii (Klotzsch) Gasper & V.A.O. DittrichVoucher934 Schwirkowski (MBM)SinônimosBlechnum schomburgkii (Klotzsch) C. Chr.Lomaria schomburgkii KlotzschFamíliaBlechnaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoPlanta terrícola, ou ocasionalmente epífita, com até 1,25 cm de altura. Caule prostrado, estolonífero,4,5-7 cm de diâmetro, com escamas linear-lanceoladas, flácidas, castanho-claras, escuras no centro e mais claras nas extremidades, ápice longamente acuminado e base cordada. Frondes dimorfas, eretas à pendentes; pecíolo da fronde estéril, 45-51x0,3-0,5 cm, sub-eretos, angulosos, escuros na base, depois estramíneos, sulcados em ambos os lados, base com escamas semelhantes às do rizoma, depois glabros; lâmina estéril pinada, lanceolada a elíptica, com 17-24 pares de pinas, coriácea, 50-65x14-19 cm, ápice acuminado e base gradual a abruptamente reduzida a aurículas, terminando em uma pina subconforme, escamas conspícuas, castanho-claras, mais abundantes na face abaxial sobre a costa e nervuras secundárias e face adaxial com escamas esparsas, inconspícuas; raque castanho-clara a esverdeada, sulcada em ambos os lados, com escamas similares às da lâmina; pinas estéreis, linear-lanceoladas, suavemente ascendentes, ápice obtuso a agudo, com margens revolutas e hidatódios, 3,5-13x1,2-1,8 cm, sésseis; lâmina fértil pinada, lanceolada a elíptica, 58-70x8-12 cm; pecíolo da fronce fértil 50-75x0,5-0,7 cm, sulcado em ambos os lados; pinas férteis ascendentes 6-18x0,3-0,4 cm; nervuras livres. Soros lineares, acompanhando as nervuras primárias das pinas, com indúsio submarginal, margem crenado-lacerado, membranáceo, que se abre para o centro da pina; esporos monoletes, reniformes a arredondados.CaracterísticaPossui ampla variação morfológica do esporófito. É encontrada no interior da Floresta Alto-montana em locais sombrios, com folhas mais cartáceas, maiores, pendentes e de cor mais escura; bem como nos Campos de Altitude a sol pleno, com folhas coriáceas, menores, mais eretas e de tonalidade mais clara, além de apresentarem maior quantidade de indumento.Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatOcorre no Cerrado e na Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Estacional Decidual e Formações Campestres.Distribuição geográficaSua distribuição é neotropical.No Brasil, ocorre no Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (DITTRICH, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.CONDACK, J. P. S. Pteridófitas Ocorrentes na Região Alto Montana do Parque Nacional do Itatiaia: Análise Florística e Estrutural. Dissertação de Mestrado – Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro / Escola Nacional de Botânica Tropical, 2006. 140p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/enbt/posgraduacao/resumos/2006/JoaoPauloSantosCondack.pdf>.DITTRICH, V.A.O., Salino, A. 2010. Blechnaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB090832).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.ROCHA, M. A. L. Inventário de Espécies de Pteridófitas de Uma Mata de Galeria em Alto Paraíso, Goiás, Brasil e Morfogênese dos Gametófitos de Pecluma ptilodon (Kumze) Price e Campyloneurumphyllitidis (L.) C. Presl. (Polypodiaceae). UNB – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas. Brasília, 2008. 127p. il. Disponível em: <http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/35/TDE-2008-06-04T151346Z-2649/Publico/2008_MariaAucileneLimaRocha.pdf>.SAKAGAMI, C. R. Pteridófitas do Parque Ecológico da Klabin, Telêmaco Borba, Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2006. 212p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/15461/1/Dissertacao_Cinthia.pdf>.