Gênero: Hygrophila

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Nomes populares Erva-do-brejo, folhagemNome científico Hygrophila costata NeesSinônimosHygrophila brasilensis (Spreng.) LindauFamíliaAcanthaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.Descrição Herbácea 40 cm a 1 m alt., terrestre, aquática ou subaquática, ramos pubescente-glabrescentes com tricomas tectores. Folhas geralmente sésseis, raro peciolada 5-13 mm compr., lâmina pubescente-glabrescente em ambas as faces com tricomas tectores, raro ciliadas, 2-18 × 0,7-6,5 cm, ovada, elíptica ou estreitamente lanceolada, ápice agudo, base geralmente séssil, atenuada, raro decorrente, margem inteira, levemente retusa-crenada. Bractéolas 2-8 × 1 mm, lanceoladas, sésseis, pubescentes a ciliadas com tricomas tectores. Cálice 5-9 mm compr., pubescente com tricomas tectores, segmentos 4-8 mm compr., estreito-triangulares, ápice agudo, ciliados. Corola branca ou lilás, externamente pubescente com tricomas tectores, 7-16 mm compr., tubo 2-6 mm compr., fauce 2-4 mm compr., lábio superior bilobado ca. 2-3 mm compr., inferior trilobado ca. 3-6 mm compr. Antera 1-2 mm compr., geralmente glabra. Ovário 2-3 mm compr., glabro. Cápsula 8-12 mm compr., estreitamente elipsóide, glabra. (SILVA, 2011).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDurante todo o ano.DispersãoHabitat Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, na Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial) (HYGROPHILA, 2019). Locais paludosos, à beira de rios e lagos (SILVA, 2011).Distribuição geográfica Norte (Acre); Nordeste (Bahia, Ceará); Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso); Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo); Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) (HYGROPHILA, 2019).Etimologia Do latim costatus, a, um = costado, riscado em relevo. (RIZZINI & RIZZINI, 1983). Folha: com nervura central proeminente. (SILVA, 2011)PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaHYGROPHILA in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB4136>. Acesso em: 16 Out. 2019MARCHIORETTO, M.S.; SILVA, V.R.S.P.; PARODE, M.F. A família Acanthaceae Juss. no Rio Grande do Sul. PESQUISAS, BOTÂNICA Nº 68:7-82 São Leopoldo: Instituto Anchietano de Pesquisas, 2015.SILVA, N. G. Estudo taxonômico da subtribo Ruelliinae Nees (Acanthaceae) no Estado do Paraná, Brasil. Universidade Federal do Paraná. Dissertação de Mestrado. Curitiba, PR, 2011.