Gênero: Rumex

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Nomes popularesAzeda-crespa, labaça-crespa, labaça-selvagem, língua-de-vaca, paciênciaNome científicoRumex crispus L.BasionônioSinônimosLapathum crispum Scop.Rumex magellanicus Campd.Rumex crispus Guss.FamíliaPolygonaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoErva ereta pouco ramificada, até 1,5m alt. Folhas oblongo-lanceoladas, membranáceas, glabras, margem inteira, ondulada, as basaismais desenvolvidas, 20-30 x 5-8cm, ápice agudo, base obtusa; folhas reduzidas ao longo dos eixos florais; ócrea 3-6cm, membranácea,glabra, marcescente; pecíolo 5-10cm. Racemos freqüentemente bi ou tri-ramificados, fascículos de flores espaçados. Perianto 1-2mm, 3 peças internas maiores que as externas; androceu 3 estames, anteras basifixas; gineceu com estigmas multifidos. Fruto diclésio, 5-8mm, alas livres, com calo dorsal desenvolvido e margens lisas. (MELO, 1999, p. 10).CaracterísticaDiferencia-se facilmente de R. obtusifolius por possuir folhas mais estreitas com as margens onduladas e crespas. (LORENZI, 2008, p. 563).Floração / frutificaçãoDispersãoZoocóricaHábitatCaatinga e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaAs raízes e rizomas têm efeito purgativo. As folhas tem propriedades estimulantes e cicatrizantes.FitoeconomiaHá registros de que as folhas desta espécie são consumidas em saladas.InjúriaPlanta daninha freqüente no sul do Brasil, onde infesta pastagens, jardins, pomares, beira de estradas e terrenos baldios.ComentáriosA raiz principal aprofunda-se até 1,5 m de profundidade. Uma única planta produz por ano até 60.000 sementes.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.LADIO, A. Malezas Exóticas Comestibles y Medicinales Utilizadas em Poblaciones del Noroeste Patagónico: Aspectos Etnobotânicos y Ecológicos. BLACPMA. – Jul. 2005; V. 4, n. 4, p.75. Disponível em: <http://redalyc.uaemex.mx/pdf/856/85640405.pdf>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MELO, E. de 2010. Polygonaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB013734).MELO, E. Levantamento da Família Polygonaceae no estado da Bahia, Brasil: Espécies do Semi-árido. Rodriguésia 50(76/77): 29-47. 1999. 20p. il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/Rodrig50/19_38.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.
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Nomes popularesLíngua-de-vaca, labaçaNome científicoRumex obtusifolius L.Voucher823 Schwirkowski (MBM)SinônimosRumex erispatulus Michx.Rumex obtusifolius subsp. agrestis (Fr.) DanserRumex obtusifolius var. agrestis Fr.FamíliaPolygonaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoPlanta perene, ereta, não ramificada, com grossa e profunda raiz pivotante, glabra, com até 1,20 m de altura.CaracterísticaDiferencia-se de Rumex crispus por possuir folhas basais cordadas com margens inteiras ou não crespas.Floração / frutificaçãoDispersãoZoocóricaHabitatCerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Centro-Oeste (Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná) (MELO, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaPlanta daninha muito freqüente na região Sul do Brasil, onde é encontrada infestando pastagens, beira de estradas, solos cultivados, pomares e terrenos baldios.ComentáriosPropaga-se através de sementes ou por divisão da raiz pivotante. As sementes alcançam até 21 anos de longevidade no solo, ocorrendo ainda assim um percentual de 83% de germinação.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.IURK, M. C. Levantamento florístico de um Fragmento de Floresta Ombrófila Mista Aluvial do Rio Iguaçú, Município de Palmeira – PR. Dissertação de Mestrado. UFPR. Curitiba, 2008. 114p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/14619/1/Levantamento%20flor%C3%ADstico%20de%20um%20fragmento%20de%20Floresta%20Ombr%C3%B3fil.pdf>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MELO, E. de 2010. Polygonaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB013735).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.