Gênero: Chaptalia

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Nomes popularesNome científico: Chaptalia excapa (Pers.) BakerSinônimosFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográfica: Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina) (MONGE, 2013)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaMONGE, M.; Roque, N. 2013. Chaptalia in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB104567)
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Nomes popularesNome científico: Chaptalia mandonii Sch.Bip. ex BurkartSinônimosFamília: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Plantas 6–30 cm alt. Raízes marrons. Folhas sésseis, lâminas coriáceas, oblanceoladas, lanceoladas ou lineares, 1,8–13,5 × 0,4–2 cm, base atenuada, margem inteira, denteada ou serreada a pinnatisecta, eventualmente revoluta, ápice agudo ou acuminado, face adaxial glabra ou levemente pubescente, nervuras secundárias impressas, face abaxial tomentosa a lanosa. Escapo 2,8–33 × 0,06–0,2 cm, piloso a lanoso, brácteas 5–15, subuladas, alargadas na base, de coloração esverdeada na base e lilás no ápice. Capítulo ereto ou nutante; invólucro 1–1,8 × 1,2–2 cm, turbinado a campanulado; brácteas involucrais 4–5 seriadas, lanceoladas a subuladas, glabras em ambas as faces ou levemente pubescentes, esverdeadas na floração, na frutificação com ápice lilás. Flores do raio brancas ou verde-claras, tubo 1–2,8 mm compr., lábio abaxial 5,6–8 mm compr., lábio adaxial ausente ou 0,2 mm compr.; estilete 4–5,7 mm compr., ramos do estilete 0,5–1 mm compr. Flores intermediárias brancas ou lilases, 1,7–4,5 mm compr.; estilete 3,8–6 mm compr., ramos do estilete 0,7–1 mm compr. Flores do disco brancas, tubo 4–5,5 mm compr., lábio abaxial 0,6–1 mm compr., lábio adaxial 1,4–1,8 mm compr.; estilete 5–6 mm compr., ramos do estilete 0,4–1,2 mm compr.; anteras 2,2–3,5 mm compr., apêndices apicais obtusos ou agudos. Cipsela fusiforme, 4–5 costada, 8–16 mm compr., rostrada, rostro 3,5–12 mm compr., tricomas em toda a superfície; papus branco, 5–10 mm compr. (PASINI, 2014).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitat: Mata AtlânticaDistribuição geográfica: Sudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Rio Grande do Sul).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaPASINI, E.; KATINAS, L.; RITTER, M. R. O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil. Rodriguésia 65(1): 141-158. 2014.Roque, N.; Monge, M. Chaptalia in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB5273>. Acesso em: 22 Mar. 2015
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Nomes populares: Língua-de-vaca, cerraja, costa-branca, kaxinawá, labaça, língua-de-vaca, língua-de-vaca-miúda, paraqueda, pelusa, tapira, tapira-pecúNome científico: Chaptalia nutans (L.) PolakSinônimos:Chaptalia integrifolia BakerGerbera nutans (L.)Leria lyrata Cass.Leria nutans DC.Thyrsanthema nutans (L.) KuntzeTussilago lyrata Pers.Tussilago nutans L.Família: AsteraceaeTipo: Nativa, não endêmica do Brasil.Descrição: Ervas até 20 cm. Folhas rosuladas, sésseis; lâmina 9-19 × 2,5-5,5 cm, lirada, base atenuada, ápice obtuso, apiculado, margem lobada, minutamente denticulada, face superior glabra, face inferior albo-tomentosa. Escapo na antese 12-55 cm, ebracteado; capítulo heterógamo, disciforme, nutante quando jovem, ereto na antese; invólucro 13-22 mm alt.; brácteas involucrais em 4-5 séries, ápice avermelhado, longo acuminado. Flores do raio femininas, ca. 27, corola branca ou rósea, bilabiada com limbo expandido, tubo 5-6,5 mm, limbo 5,3-6 mm, lobo interno ausente; flores internas femininas, filiformes, ca. 120, corola 3,7-8,3 mm; flores centrais hermafroditas, bilabiadas, corola ca. 10,5 mm. Cipsela incluindo rostro 7-13,5 mm; papus 11-13 mm, de cerdas finamente escábridas (MORAES, 2006, p. 13).Característica: Difere das demais espécies de Chaptalia pelas folhas lirado-pinatífidas.Floração / frutificação: Floresce e frutifica o ano todo.Dispersão: AnemocóricaHabitat: Espécie heliófita e mesófila, ruderal, ocorre tanto em locais ensolarados quanto em locais semi-sombreados, característica de subsera e de solos recém alterados. Ocorre como ruderal na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica.Distribuição geográfica: Ocorre do México até a Argentina, no Brasil, ocorre nos Estados de Tocantins, Acre, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapia: Na medicina popular, as folhas e inflorescências são usadas como balsâmica, febrífuga, diurética, emenagoga, béquica, tônica, desobstruente, anti-herpética, antiblenorrágica, antigripal e sedativa. O suco das raízes e folhas ou o decocto das folhas são preconizados nas icterícias, nas moléstias do estômago, em dermatoses, oftalmias, erupções cutâneas, bronquite, dores musculares, golpes e torceduras. Externamente é usado contra úlceras diversas. Na Costa Rica, os indígenas usam-na no combate às lombrigas intestinais. Tanto as raízes quanto as folhas são úteis contra a úlcera.FitoeconomiaInjúria: É considerada planta daninha, muito freqüente em pastagens, jardins, gramados e terrenos baldios.ComentáriosBibliografiaBERETTA, M. E. et al. A Família Asteraceae no Parque Estadual de Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 6, n. 3, p. 189-216. jul./set. 2008. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/991/821>.Catálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.CERVI, A. C. et al. Espécies Vegetais de Um Remanescente de Floresta de Araucária (Curitiba, Brasil): Estudo preliminar I. Acta Biol. Par., Curitiba, 18(1, 2, 3, 4): 73-114. 1989. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/789/631>.EDWALL, G. Ensaio Para uma Synonímia dos Nomes Populares das Plantas Indígenas do Estado de S.Paulo. 2ª Parte. Boletim Nº 16. Typographia e Papelaria de Vanorden & Cia. São Paulo, 1906. 84 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/ensaioparaumasyn00edwa/ensaioparaumasyn00edwa.pdf>.FERNANDES, A. C.; RITTER, M. J. A Família Asteraceae no Morro Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. R. Bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 395-439, out./dez. 2009. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1220/897>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.HIERONYMUS, J. Flora Argentinae. Litografia, Imprenta Y Encuadernacion de Guillerme Kraft. Buenos Aires, 1882. 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Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PLANTAS MEDICINAIS; CD-ROM, versão 1.0; PROMED – Projeto de Plantas Medicinais; EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A.; Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior; Itajaí, Santa Catarina. 2001.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.