Gênero: Trifolium

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Nomes popularesTrevo-vermelho, unha-de-gatoNome científicoTrifolium pratensis L.BasionônioSinônimosFamíliaFabaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHábitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaÉ uma das 71 plantas medicinais selecionadas pelo Ministério da Saúde como de interesse ao SUS.FitoeconomiaEspécie cultivada para fins forrageiros que já é encontrada de forma subespontânea.InjúriaEspécie que fugiu ao cultivo, tornando-se invasora.ComentáriosBibliografiaPAIVA, C. L.; SANTOS, A. C. F. Taperas e Suas Plantas: Etnobotânica dos Antigos Assentamentos Humanos. Diálogos, DHI/PPH/UEM, v. 10, n. 3, p. 33-53, 2006. Disponível em: <http://www.uem.br/dialogos/index.php?journal=ojs&page=article&op=view&path[]=81>.RENISUS – Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS; DAF/SCTIE/MS – RENISUS; Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2009. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/RENISUS.pdf>.
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Nomes popularesTrevo-comum, flor-de-primavera, trevo, trevo-branco, trevo-rasteiroNome científicoTrifolium repens L.Voucher98 Schwirkowski (MBM391909)SinônimosAmoria repens (L.) C. PreslTrifolium repens var. giganteum Lagr.-Fossat.FamíliaFabaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoErva prostrada, ramo estriado, glabro. Estípula 8-14 mm de compr., lanceolada, persistente; estipela ausente; pecíolo 4,8-8,1 cm de compr., glabro ou puberulento; raque ausente. Folha 3-foliolada, digitada, imparipinada, folhas com base aguda, ápice obtuso ou obcordado, margem serrilhada. Inflorescência umbelada, axilar, 16-18-flora. Flor zigomorfa, pedicelada, cálice campanulado, com corola branca ou amarela.CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaÉ excelente alimento para coelhos. Pode também ser utilizada para adubação verde, pois possui grande capacidade de fixação de nitrogênio no solo. É o tipo de trevo mais cultivado no mundo, usada como forrageira de produção invernal para o pastejo direto, sem associação com gramíneas.InjúriaFoi inicialmente introduzida no Sul do Brasil para fins forrageiros, encapando do cultivo e tornando-se uma planta daninha muito invasiva e de difícil erradicação, infestando gramados, jardins, pomares, beira de estradas e terrenos baldios. Possui um princípio ativo tóxico chamado glicosídeo cianogênico, reputado como tóxico para ovelhas, causando anóxia cerebral, bócio hiperplásico, e podendo até desenvolver o hipertireoidismo.ComentáriosBibliografiaBARG, D. G. Plantas Tóxicas. Instituto Brasileiro de Estudos Homeopáticos. São Paulo. 2004. 24p. il. Disponível em: <http://www.esalq.usp.br/siesalq/pm/plantas_toxicas.pdf>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MAY, P. H. et al. (org.). Manual Agroflorestal Para a Mata Atlântica. Ministério do Desenvolvimento Agrário. Brasília, 2008. 196 p. il. Disponível em: <http://permacoletivo.files.wordpress.com/2008/05/apostila-1_manual-agroflorestal-junho-2007.doc>.PAIVA, C. L.; SANTOS, A. C. F. Taperas e Suas Plantas: Etnobotânica dos Antigos Assentamentos Humanos. Diálogos, DHI/PPH/UEM, v. 10, n. 3, p. 33-53, 2006. Disponível em: <http://www.uem.br/dialogos/index.php?journal=ojs&page=article&op=view&path[]=81>.PEREIRA, A. R. Como Selecionar Plantas Para Áreas Degradadas e Controle de Erosão. 88p. il. Disponível em: <http://www.4shared.com/document/2NJCVeqh/Como_selecionar_plantas_para_r.html>.