Gênero: Niphidium

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Nome científicoNiphidium crassifolium (L.) LellingerVoucher280 Schwirkowski (MBM)SinônimosPolypodium crassifolium L.FamíliaPolypodiaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlantas epífitas, rupículas ou terrestres. Rizoma 11-13 mm diâm., curto-reptante, com escamas deltóides, com ápice acuminado, bicolores, castanho-escuras, margem paleácea, membranácea e inteira. Frondes 90-112 cm compr. Pecíolo 3-27 cm compr., 5-6 mm diâm., castanho-claro a escuro, sulcado adaxialmente. Lâmina 62-97 cm x 6,5-7,6 cm, coriácea, oblanceolada, ápice agudo a arredondado, base atenuada, decurrente no pecíolo, margem sinuada. Costa proeminente, glabra. Superfície laminar glabra. Nervuras primárias abaxiais proeminentes, nervuras secundárias e terciárias, obscuras, formando várias fileiras de aréolas entre a costa e a margem da lâmina. Soros em seis a dez fileiras entre a costa e a margem da lâmina; paráfises menores que os esporângios; esporângios ciliados (mais de um tricoma por esporângio) (ROLIM, 2010, p. 12).CaracterísticaCaracteriza-se pela lâmina glabra, pelos soros em seis a dez fileiras entre a costa e a margem da lâmina e pelos esporângios com mais de um tricoma por cápsula. O gênero Niphidium difere do gênero Campyloneurum por apresentar uma fileira de soros entre as nervuras laterais adjacentes, enquanto Campyloneurum apresenta duas fileiras (ROLIM, 2010, p. 12).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatOcorre em campos rupestres ou no interior de mata ciliar da Amazônia, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres.Distribuição geográficaÉ a espécie do gênero mais amplamente distribuída. Ocorre nas Antilhas, Trinidade, México, Mesoamérica, Colômbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil.Norte (Roraima, Pará, Amazonas, Tocantins, Acre), Nordeste (Maranhão, Ceará, Pernambuco, Bahia, Alagoas), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LABIAK, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.LABIAK, P., Hirai, R.Y. 2010. Polypodiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB091693).MATOS, F. B. Samambaias e Licófitas da RPPN Serra Bonita, Município de Camacan, Sul da Bahia, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, Paraná. 2009. 255p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/19094/1/FERNANDO%20BITTENCOURT%20DE%20MATOS%20-%20DISSERTACAO_2009.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.ROLIM, L. B.; SALINO, A. Polypodiaceae Bercht & J. Presl (Polypodiopsida) no Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil. Lundiana 9(2): 83-106, 2008. Disponível em: <http://www.icb.ufmg.br/bot/pteridofitas/Publicacoes/ROLIMPteriItacolomi.pdf>.SAKAGAMI, C. R. Pteridófitas do Parque Ecológico da Klabin, Telêmaco Borba, Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2006. 212p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/15461/1/Dissertacao_Cinthia.pdf>.SCHWARTSBURD, P. B. Pteridófitas do Parque Estadual de Vila Velha, Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2006. 170p. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/hoehnea/volume34/Hoehnea34(2)artigo05.pdf>.ZUCHIWSCHI, E. Florestas Nativas na Agricultura Familiar de Anchieta, Oeste de Santa Catarina: Conhecimentos, Usos e Importância; UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2008. 193p. il. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado/tde_arquivos/44/TDE-2008-06-17T142512Z-287/Publico/dissertacao_Elaine.pdf>.