Gênero: Psidium

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Nomes popularesAraçá-amarelo, araçá, araçá-de-coroaNome científicoPsidium cattleianum SabineVoucher94 Schwirkowski (MBM391905)SinônimosPsidium ferrugineum C.PreslPsidium indicum BojerPsidium littorale RaddiPsidium obovatum Mart. ex DC.Psidium variabile O.BergFamíliaMyrtaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvore de 3-6 m; ramos cilíndricos com ritidoma liso; râmulos cilíndricos, glabros e freqüentemente estriados. Folhas com pecíolos 4,5-8,5 mm, glabros; lâminas 5,2-12 x 3,1-6 cm, obovadas a oblanceoladas, cartáceas, glabras, glandulosas; base cuneada; ápice agudo a acuminado. Flores solitárias, axilares; pedúnculos ca. 1,7 cm; botões 7-9 mm, obovados, glabros; cálice curto dentado; sépalas 4-5, agudas a obtusas. Fruto 2-2,6 cm larg.; piriforme, glabro (ARANTES, 2002, p. 15).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoZoocóricaHabitatCaatinga e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista, Floresta Estacional Semidecidual e Restingas.Distribuição geográficaNordeste (Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SOBRAL, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaEspécie utilizada como ornamental, que fornece frutos comestíveis e muito apreciados. Espécie importante como fonte de alimento para a avifauna.InjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SOBRAL, M., Proença, C., Souza, M., Mazine, F., Lucas, E. 2010. Myrtaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB010872). STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.
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Nomes popularesGoiabeira, araçá-goiaba, goiaba, goiaba-comum, guaiavaNome científicoPsidium guajava L.Voucher621 Schwirkowski (MBM)SinônimosPsidium angustifolium Lam.Psidium aromaticum BlancoPsidium cujavillus Burm.f.Psidium cujavus L.Psidium fragrans Macfad.Psidium igatemyense Barb.Rodr.Psidium intermedium Zipp. ex BlumePsidium pomiferum L.Psidium prostratum O.BergPsidium pumilum VahlPsidium pyriferum L.Psidium sapidissimum Jacq.Psidium vulgare Rich.Syzygium ellipticum K.Schum. & Lauterb.FamíliaMyrtaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoArbusto ou árvore de pequeno porte, galhada, com caule tortuoso e casca lisa; folhas opostas, curto-pecioladas, ovado-lanceoladas, glabras ou ligeiramente pubescentes na face superior/ botões florais tomentosos ou glabros, com cálice membranoso, flores hermafroditas, diclamídeas, actinomorfas, brancas e com numerosos estames; frutos tipo baga, amarela, de polpa abundante, e numerosas sementes pequenas e duras.CaracterísticaFloração / frutificaçãoA época de frutificação ocorre nos meses de dezembro a março.DispersãoZoocóricaHabitatÉ encontrada na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.Distribuição geográficaNorte (Amazonas, Acre), Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SOBRAL, 2010).EtimologiaO nome do gênero Psidium significa “triturar, esmagar, morder”, referindo-se aos frutos, de sabor agradável.PropriedadesFitoquímicaAnálise química em 100g de parte comestível – calorias, nutrimentos e mineraisCalorias 69, Proteínas 0,9(g), Lipídios 0,4(g), Glicídios 17,3(g), Fibra 5,3(g), Cinzas 0,6(g), Cálcio 22(mg), Fósforo 26(mg), Ferro 0,7(mg)Análise química em 100g de parte comestível – vitaminas e porcentagem de resíduoRetinol equivalente 26(mmg), Vitamina B1 0,04(mg), Vitamina B2 0,04(mg), Niacina 1,00(mg), Vitamina C 218,00(mg)FitoterapiaA infusão dos frutos, usada externamente, é útil contra diarréias, disenterias, incontinência urinária, gastrenterite, cicatrizante, bactericida, vulneraria, antiinflamatória, hemorróidas, doenças da pele e edemas. Também utilizam-se as cascas e folhas em banhos e chás contra diarréias graves e desarranjos intestinais, e as folhas como adstringentes. Esta é uma das 71 plantas medicinais listadas pelo Ministério da Saúde como e interesse do SUS.FitoeconomiaAlém dos deliciosos frutos, que podem ser consumidos in natura, ou em sucos e sorvetes. A goiabeira fornece também excelente madeira, sendo utilizada para esteios, obras externas e cabos de ferramentas.InjúriaÉ uma planta considerada como de alta invasividade.ComentáriosExistem basicamente duas variedades desta espécie, a pyriferum, que tem o fruto piriforme e mesocarpo avermelhado, e a pomiperum, mais arredondado, e com interior branco, sendo chamada de goiaba-branca. Após limpas e secas, as sementes devem ser imersas em água a temperatura ambiente (25° C) por 48 horas para quebra de dormência. Na língua Guarani é chamada de aratcha guatchu.---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ReceitaGeléia de goiaba(Do livro Conservas Caseiras)Ingredientes• 3kg de goiabas bem maduras• 1kg de açúcar• 1 limão• 2 litros de águaPreparo• descasque as goiabas e em seguida leve-as ao fogo, juntamente com aágua, que deve cobri-las inteiramente;• uma vez cozidas, coe através de um pano limpo;• leve o caldo grosso novamente ao fogo, juntamente com o açúcar e osuco de limão;• deixe no fogo até atingir o ponto de geléia;• quando atingir o ponto de geléia, coloque-a em vidros ainda quente;• tampe e inverta os vidros por 5 minutos;• retorne-os à posição inicial.---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------BibliografiaALIMENTOS REGIONAIS BRASILEIROS. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Brasília, DF, 2002. 141 p. il. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/05_1109_M.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.FRANCO, L. L. As Sensacionais 50 plantas Medicinais. 5ª ed. Editora de Livros e Revistas "O Naturalista". Curitiba, 1998. 248 p. il.HOEHNE, F. C. Frutas Indígenas. Instituto de Botânica; Publicação da série “D”; Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio. São Paulo, SP, 1946. 96 p. il. Disponível em: <http://www.4shared.com/file/92677564/77782eb7/Frutas_Indgenas_-_1946_-_F_C_H.html>.KROLOW, A. C. R. Preparo Artesanal de Geléias e Geleiadas. EMBRAPA Clima Temperado. Pelotas, RS, 2005. 28p. Disponível em: <http://www.cpact.embrapa.br/publicacoes/download/documentos/documento_138.pdf>.MATTEUCCI, M. B. A. et al. A Flora do Cerrado e Suas Formas de Aproveitamento. Universidade Federal de Goiás. Anais Esc. Agron. E Vet., 25(1): 13-30, 1995. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/pat/article/viewFile/2732/2744>.NOELLI, F. S. Múltiplos Usos de Espécies Vegetais Pela Farmacologia Guarani Através de Informações Históricas; Universidade Estadual de Feira de Santana; Diálogos, DHI/UEM, 02: 177-199, Bahia, 1998. Disponível em: <http://www.dhi.uem.br/publicacoesdhi/dialogos/volume01/Revista%20Dialogos/DI%C1LOGOS10.doc>.OLIVEIRA, D. Nhanderukueri Ka’aguy Rupa – As Florestas que Pertencem aos Deuses. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2009. 182p. il. Disponível em: <http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=4402&lang=>.PAIVA, C. L.; SANTOS, A. C. F. Taperas e Suas Plantas: Etnobotânica dos Antigos Assentamentos Humanos. Diálogos, DHI/PPH/UEM, v. 10, n. 3, p. 33-53, 2006. Disponível em: <http://www.uem.br/dialogos/index.php?journal=ojs&page=article&op=view&path[]=81>.PRUDENCIO, M; CAPORAL, D.; FREITAS, L. A. Espécies Arbóreas Nativas da Mata Atlântica: Produção e Manejo de Sementes. Projeto Microbacias II. São Bonifácio, 2007. 17p. Disponível em: <http://www.microbacias.sc.gov.br/abrirConsultaGeral.do>.SOBRAL, M., Proença, C., Souza, M., Mazine, F., Lucas, E. 2010. Myrtaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB024034).STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.TABELAS de Composição de Alimentos – ENDEF. 5ª ed.; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE; Rio de Janeiro, 1999. 137p. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-%20RJ/Tabela%20de%20Composicao%20de%20Alimento-ENDF.pdf>.
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Nomes popularesAraçá-vermelho, araçáNome científicoPsidium longipetiolatum D. Legrand.BasionônioSinônimosFamíliaMyrtaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvore de 3-6 m; ramos cilíndricos com ritidoma liso; râmulos cilíndricos, glabros e freqüentemente estriados. Folhas com pecíolos 4,5-8,5 mm, glabros; lâminas 5,2-12 x 3,1-6 cm, obovadas a oblanceoladas, cartáceas, glabras, glandulosas; base cuneada; ápice agudo a acuminado. Flores solitárias, axilares; pedúnculos ca. 1,7 cm; botões 7-9 mm, obovados, glabros; cálice curto dentado; sépalas 4-5, agudas a obtusas; pétalas não vistas. Fruto 2-2,6 cm larg.; piriforme, glabro (ARANTES, 2002, p. 125).CaracterísticaArvoreta do interior das matas mesófilas, muito vistosa por seu tronco liso e de cor castanho-claro; as folhas são grandes, quase sempre pendentes nos ramos, e o limboapresenta coloração verde-escuro e brilhante (AARANTES, 2002, p. 126).Floração / frutificaçãoNovembro a dezembro, frutificando de fevereiro a março.DispersãoZoocóricaHábitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista.Distribuição geográficaSudeste (São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (SOBRAL, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaEspécie utilizada como ornamental, que fornece frutos comestíveis e muito apreciados. Espécie importante como fonte de alimento para a avifauna. A madeira é de boa qualidade para a confecção de cabos de ferramentas.InjúriaComentáriosBibliografiaARANTES, A. A.; MONTEIRO, R. A Família Myrtaceae na Estação Ecológica do Panga, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil. Lundiana 3(2): 111-127, 2002. Disponível em: <http://www.icb.ufmg.br/lundiana/abstract/vol322002/5.pdf >.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SOBRAL, M., Proença, C., Souza, M., Mazine, F., Lucas, E. 2010. Myrtaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB010872).