Gênero: Mendoncia

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Nomes popularesMijo-de-gato-pintadoNome científicoMendoncia puberula Mart.SinônimosMendoncia puberula var. macropus NeesMendoncia albida Vell,Mendoncia puberula var. micropus NeesMendoncia schwackeana LindauMendoncia sellowiana NeesFamíliaAcanthaceaeTipoNativaDescriçãoTrepadeira herbácea, volúvel; látex ausente. Ramos pubérulos. Folhas simples, opostas; lâmina 0,9-1,6 × 0,7-1,7 cm, oblonga-elíptica; ápice mucronado; base obtusa; face adaxial glabrescente; face abaxial hirsuta; venação eucamptódroma; estípulas ausentes; nectários ausentes. Inflorescências em racemos axilares; flores 1-2 por axila; brácteas 2, oval-elípticas, verdes, pubescentes em ambas as faces; corola 1,8-3 cm compr., alva, infundibuliforme, lobos desiguais. Drupas 1,4-1,7 × 0,9-1,1 cm, castanhas ou pretas. (VILLAGRA, 2011)CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Cerrado, Mata Atlântica, na Floresta de Terra Firme, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial) (ACANTHACEAE, 2019).Distribuição geográficaNorte (Amazonas, Pará); Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso); Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo); Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) (ACANTHACEAE, 2019).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaACANTHACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB4182>. Acesso em: 16 Out. 2019VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.
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Nomes popularesMijo-de-gato-vermelho, cipó-d'água, raiz-pretaNome científicoMendoncia velloziana Mart.SinônimosMendoncia coccinea Vell.Mendoncia coccinea var. sparatteria (Mart.) TurrilMendoncia fulva LindauMendoncia velloziana var. sparatteria Mart.Mendoncia velloziana var. sphingera Mart.FamíliaAcanthaceaeTipoNativaDescriçãoCaule e ramos ferrugíneo-pubescentes. Pecíolo 0,8-1,5 cm compr.; lâmina elíptica a oblonga, 6-9,5×3,5-6 cm, ápice arredondado, obtuso a levemente acuminado, às vezes mucronado, base obtusa, às vezes cuneada, margem íntegra; pilosidade esparsa em ambas as faces, densa nas nervuras da face abaxial, nervuras secundárias 5-6 pares. Inflorescência em fascículo de 2-4 flores; bractéolas 2,2-2,5 cm compr., persistentes, concrescidas na base, ovadas, ápice agudo, frequentemente apiculado, face externa densamente pilosa, face interna glabra. Pedicelo 4,5-4,7 cm compr., ferrugíneo-pubescente; cálice inteiro, levemente denticulado, 0,5-1 mm compr., glabro; corola vermelha, tubulosa, 2,4-3,5 cm compr., lobos 2-2,7 mm compr., obtusos; filetes 3-5 mm compr., anteras superiores 0,8-1,2 cm compr., inferiores levemente menores; disco expandido, ovário densamente piloso, tricomas simples e glandulosos, estilete 1,2-2,5 cm compr., levemente achatado, rígido, lobos do estigma reduzidos, iguais entre si. Fruto oval a oblongo, 1,2-2×0,8-1,3 cm, denso-tomentoso; semente 1, esférica a oblonga. (BRAZ, 2002)CaracterísticaMendoncia velloziana caracteriza-se, principalmente, pela corola tubulosa, com os lobos reduzidos, e é facilmente distinta de outras espécies do gênero que ocorrem no sudeste do Brasil pela coloração da corola, que em M. puberula Mart. e M. mollis Lindau é alva, e em M. glabra Poepp. & Endl., é amarelada. (BRAZ, 2002).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia e Mata Atlântica, na Floresta Estacional Decidual, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial) (ACANTHACEAE, 2019).Distribuição geográficaNorte (Amazonas); Nordeste (Bahia, Ceará); Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo); Sul (Paraná, Santa Catarina) (ACANTHACEAE, 2019)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaACANTHACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB4182>. Acesso em: 16 Out. 2019BRAZ, D. M.; CARVALHO-OKANO, R. M.; KAMEYAMA, C. Acanthaceae da Reserva Florestal Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais. Revista Brasil Bot., V. 25, n. 4, p.495-504, dez. 2002.VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.