Gênero: Alchornea

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Nomes popularesTanheiro, canela-raposa, tamanqueiro, tapiáNome científicoAlchornea sidifolia Müll.Arg.Voucher230 Schwirkowski (MBM392042)SinônimosAlchornea columnularis Müll.Arg.Alchornea pycnogyne Müll.Arg.FamíliaEuphorbiaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatOcorre na Mata Atlântica, na Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila Densa e Mista.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (CORDEIRO, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CORDEIRO, I., Secco, R. 2010. Alchornea in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB035652).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes popularesTapiá, amorão, capuva, copaíba, cupuva, folha-de-bolo, óleo, óleo-amarela, óleo-branco, óleo-copaíba, óleo-preto, pau-óleo, tanheiro, tapiá-guaçú, tapiguaçú, tinteiroNome científicoAlchornea triplinervea (Spreng.) Müll. Arg.Voucher604 Schwirkowski (MBM)SinônimosAlchornea acroneura Pax & K.Hoffm.Alchornea brevistyla Pax & K.Hoffm.Alchornea glandulosa var. parvifolia Benth.Alchornea intermedia Klotzsch ex Benth.Alchornea nemoralis var. intermedia Baill.Alchornea janeirensis Casar.Alchornea nemoralis Mart.Alchornea nemoralis var. janeirensis (Casar.) Baill.Alchornea nemoralis var. lanceolata Baill.Alchornea nemoralis var. major Müll.Arg. ex Pax & K.Hoffm.Alchornea nemoralis var. parvifolia Baill.Alchornea nemoralis var. psilorhachis Baill.Alchornea nemoralis var. rotundifolia Baill.Alchornea obovata Pax & K.Hoffm.Alchornea parvifolia Miq.Alchornea psilorhachis Klotzsch ex Benth.Alchornea rotundifolia Moric. ex Baill.Alchornea triplinervia var. boliviana Pax & K.Hoffm.Alchornea triplinervia var. crassifolia Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. genuina Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. iricuranoides Chodat & Hassl.Alchornea triplinervia var. janeirensis (Casar.) Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. laevigata Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. lanceolata (Baill.) Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. nemoralis (Mart.) Pax & K.Hoffm.Alchornea triplinervia var. parvifolia (Miq.) Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. tomentella Müll.Arg.Alchornea triplinervia var. trinitatis L.RileyAntidesma guatemalensis LundellAntidesma triplinervium Spreng.FamíliaEuphorbiaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvore dióica, inerme de 10 a 20 m de altura, com copa larga, densa, perenifólia a semipersistente, de folhagem verde-escura, Possui geralmente tronco tortuoso, de até 1 m de diâmetro, com casca externa acinzentada a cinza-rosada, áspera com fissuras pequenas, e pouco profundas e casca interna fibrosa, cor marrom-rosada. Suas folhas são simples, alternas, longamente pecioladas, com limbo coriáceo de formato elíptico ou arredondado. Possuem estípulas, 3 nervuras basais, 4 a 8 nervuras secundárias, 2 a 4 glândulas translúcidas na base, margem denteada, ápice e base agudos, medem de 4 a 12 cm de comprimento por 3 a 8 cm de largura. São notavelmente discolores, verde-escuras com nervuras impressas na face adaxial e verde-claras com nervuras salientes e pilosas na abaxial. As flores são pequenas (até 3 mm), amarelas, agrupadas em racemos axilares de até 20 cm de comprimento, solitários ou aos pares. Os frutos são cápsulas arredondadas, carnosas, de até 1 cm de comprimento, coloração verde-escura, contendo 2 sementes castanhas, de 3 a 6 mm de comprimento (MARQUES, 2007, p. 81).CaracterísticaFloração / frutificaçãoFloresce de setembro a novembro e frutifica de dezembro a março.DispersãoZoocóricaHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Estacional Semidecidual. Planta perenefólia, heliófila, pioneira e praticamente indiferente às condições físicas do solo. É característica da floresta pluvial atlântica que sofreu interferência do homem, sendo pouco comum nas florestas climácicas e abundante nas capoeiras (MARQUES, 2007, p. 81).Distribuição geográficaNorte (Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia), Nordeste (Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (CORDEIRO, 2010).Etimologiatriplinervia refere-se à venação das folhas, com 3 nervuras evidentes partindo da base das folhas.PropriedadesFitoquímicaFlavonóides e alcalóides encontrados no extrato foliar apresentam atividade anti-ulcerogênica. Foram encontrados na casca alcalóides, saponinas e taninos em pequenas quantidades.FitoterapiaFitoeconomiaA madeira é mole, de cor verde-clara, pode ser utilizada em marcenaria e carpintaria para uso em áreas cobertas, como frontais de casa, caixotaria e forro. É planta melífera. É recomendada para plantio em áreas de restauração de mata fluvial com ou sem inundação, ou áreas de recomposição de mata nativa, pois os frutos servem de alimento para espécies da fauna, como o macaco-bugio e várias espécies de aves, que consomem o arilo vermelho que envolve as sementes, outro uso da espécie é como poleiro para dispersores de sementes.InjúriaComentáriosA semente é do tipo recalcitrante, para a quebra de dormência é necessário a imersão em água quente (antes da fervura), mantendo-as até que a água atinja a temperatura ambiente. No campo a espécie possui crescimento rápido.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CERVI, A. C. et al. Espécies Vegetais de Um Remanescente de Floresta de Araucária (Curitiba, Brasil): Estudo preliminar I. Acta Biol. Par., Curitiba, 18(1, 2, 3, 4): 73-114. 1989. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/789/631>.CORDEIRO, I., Secco, R. 2010. Alchornea in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB017458).LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.MARQUES, T. P. Subsídios à Recuperação de Formações Florestais Ripárias da Floresta Ombrófila Mista do Estado do Paraná, a Partir do Uso Espécies Fontes de Produtos Florestais Não-madeiráveis. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2007. 244p. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/14027/1/disserta%C3%A7%C3%A3o%20Themis%20Piazzetta%20Marques%20PDF.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PRUDENCIO, M; CAPORAL, D.; FREITAS, L. A. Espécies Arbóreas Nativas da Mata Atlântica: Produção e Manejo de Sementes. Projeto Microbacias II. São Bonifácio, 2007. 17p. Disponível em: <http://www.microbacias.sc.gov.br/abrirConsultaGeral.do>.ZUCHIWSCHI, E. Florestas Nativas na Agricultura Familiar de Anchieta, Oeste de Santa Catarina: Conhecimentos, Usos e Importância; UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2008. 193p. il. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado/tde_arquivos/44/TDE-2008-06-17T142512Z-287/Publico/dissertacao_Elaine.pdf>.