Gênero: Heliotropium

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Nomes popularesPau-de-sapo, borragem-crista-de-galoNome científicoHeliotropium transalpinum Vell.Voucher339 Schwirkowski (MBM)SinônimosFamíliaBoraginaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbusto ou arbusto, 0,4-1,5 m, ereto. Ramos subcilíndricos a cilíndricos, sulcados, fistulosos, pubérulos, com tricomas malpiguiáceos e simples. Folhas alternas, subopostas a opostas, inclusive no mesmo indivíduo, pecioladas; pecíolo 0,2-2,9 cm, subcilíndrico, achatado, pubérulo; lâmina 3-17,8×0,6-7,9 cm, membranácea, discolor, elíptica, lanceolada, obovada a largamente obovada, ápice acuminado a agudo, base atenuada, margem inteira ou algumas vezes levemente sinuada, face adaxial pubérula, sulcada, face abaxial pubérula, nervuras proeminentes ou glabrescente apenas na face adaxial, com tricomas malpiguiáceos; venação broquidódroma. Inflorescência 1,3-18 cm, terminal e axilar, solitária, 2-bifurcada ou 2-3-agrupada; pedúnculo 1-6,5 cm. Flores 3-5 mm, sésseis; cálice ca. 3,5 mm, algumas vezes ultrapassando a corola, lacínios 2-4×0,4-0,9 mm, lanceolados a estreitamente lanceolados, estrigosos; corola ca. 4,8 mm, alva, sublageniforme, cilíndrica, tubo 3-3,5 mm, lacínios 1-1,2 mm, ovado-deltóides, subtruncados a orbiculares. Estames subsésseis, filetes inseridos ca. 1 mm da base do tubo; anteras ca. 1 mm, obovadas a lanceoladas, mucronadas no ápice. Ovário ca. 1 mm, subgloboso, pubérulo, disco nectarífero discreto; estigma ca. 0,6 mm, séssil, cônico, costado. Fruto 1,5-2,5 mm diâm., esquizocárpico, subgloboso, séssil ou pedicelado, discretamente até fortemente fendido lateralmente; núculas 1,5-2,5 mm, trígonas, pubérulas, com tricomas ferrugíneos. Sementes ca. 2 mm, elipsóidesCaracterísticaHeliotropium transalpinum caracteriza-se pelos ramos com tricomas malpiguiáceos e simples, corola sublageniforme, cilíndrica, pelo estigma cônico, costado, e pelo fruto discretamente até fortemente fendido lateralmente (MELO, 2008, p. 14).Floração / frutificaçãoFloresce e frutifica praticamente o ano todo.DispersãoZoocóricaHabitatEspécie ruderal, ocorre na Caatinga, Cerrado, Pampa, Pantanal e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (MELO, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.MAGGIONI, C.; LAROCCA, J. Levantamento Florístico de um Fragmento de Floresta Ombrófila Mista em Farroupilha/RS. X Salão de Iniciação Científica. PUCRS. 2009. 13p. Disponível em: <http://www.pucrs.br/edipucrs/XSalaoIC/Ciencias_Biologicas/Botanica/70149-CLAUDIA_MAGGIONI.pdf>MELO, J. I. M. de, Silva, L.C. da, Stapf, M.N.S., Ranga, N.T. 2010. Boraginaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB016552).MELO, J. I. M.; SEMIR, J. Taxonomia do Gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil. Acta Bot. Bras. 22(3): 754-770. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v22n3/v22n3a13.pdf>PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.