98 - Sonho Humilhante
Dias atrás tive um sonho, com uma ideia verdadeiramente excitante.
Eu sei que é um caminho longo, mas muito quente, que me vai permitir eu chegar mais perto de quem eu quero ser.
Foi um sonho tão real e emocionante que tive que fez com que eu ficasse deitada e parada a pensar se realmente algo teria acontecido. Deixem-me contar tudo sobre o que me aconteceu a dormir.
Antes de entrar no sonho, tenho que contar um pouco sobre mim e dos motivos que me devem ter levado a imaginar tudo isto que aconteceu no sonho.
Eu sou mulher! Posso ter nascido com corpo de homem, mas sempre fui mulher. Sou submissa e tenho procurado uma mulher forte para me tornar em submisso. Eu também sou uma lésbica com pensamentos bissexuais. Sou uma mulher transexual interessada apenas noutras mulheres. Mas depois do que sonhei creio que pode haver algumas mudanças.
Eu moro sozinho numa casa de três pisos, três quartos e duas casas de banho e meio. No meu sonho entrava uma colega de apartamento, alguém que eu nunca vi, e cujo rosto e corpo não me eram familiares. Estou esperançosa, este seja uma futura colega de quarto ou amiga desconhecida.
Quando se entra pela porta da frente da casa, temos três opções: subir para ir dormir, ficar no piso médio para ir comer ou descer as escadas. Eu muito raramente desço as escadas. No andar de baixo há dois quartos, uma casa de banho completa e uma pequena sala de estar. No piso do meio temos a sala de estar, a cozinha, uma sala de jantar, a meia casa de banho, a lavanderia e alguns arrumos. No terceiro andar está o quarto principal com uma casa de banho, o quarto e a casa e banho são enormes e é onde eu vivo a maior parte do tempo.
Voltemos ao sonho. É por causa dele que eu aqui estou a contar o que vivi.
Cheguei a casa, vinda do trabalho, e subi de imediato as escadas, como eu sempre faço. Eu tinha vestindo uma blusa preta simples, mini-saia de ganga, uns leggings pretos e ténis pretos com uns bordados rosa. Estava na minha rotina de conectar a coluna bluetooth e a guardar a minha bolsa no armário. Não tinha a certeza do que iria comer ao jantar, e desci para olhar para o frigorifico para ver se precisava de descongelar algo para fazer mais tarde. Nisso ouço a minha colega de apartamento chamar por mim do meu quarto dizendo que eu tinha de lá ir naquele momento. Eu fiquei chateada! Ela sabia que não devia estar no meu quarto. Eu subi de novo pronta para lhe dizer que estava hora de ela se mudar. Mas quando abri a porta, fiquei chocada.
Lá estava a minha colega de apartamento parecendo uma deusa. Ela estava à porta do quarto, em pé, completamente nua, vestindo nada mais que um sorriso malicioso e o que parecia ser umas calcinhas vermelhas deformadas. Mas que diabos ela estava a fazer ali? Eu ainda estava chateada, mas também fiquei surpresa e fiquei sem palavras, limitei-me a tentar perceber o quadro que estava à minha frente.
Ela tinha uma maquilhagem sensual feita com perfeição, os seus mamilos duros tinham o ar de ser deliciosos, no topo dos seus pequenos seios empinados, as pernas longas e finas totalmente depiladas. Ela vendo que eu a olhava de cima a baixo moveu a perna direita ligeiramente e mostrou um dildo preto de 25 cm preso a um arnês vermelho que estava aberto na virilha mostrando a sua vagina lindamente depilada e brilhante.
Eu tentava absorver tudo, mas os meus olhos fixaram-se no grande consolo e fiquei congelada, esquecendo-me de perguntar o que ela estava a fazer no meu quarto nua a exibir o consolo.
Depois de alguns momentos, ela finalmente disse:
- Tenho pensado nisto desde que nos conhecemos, mas não tive coragem até agora.
Ela deu um passo em frente, pegou nos meus pulsos e guiou-me pelo quarto, até ao lado da cama. Colocou-me a mão no meu ombro, empurrando-me levemente até eu ficar de joelhos.
- És mesmo uma vadia fácil. Não resistes nem um pouco, mas se lutares, isto vai ser divertido.
Disse ela encostando ao meu rosto o enorme dildo de silicone. Então ela levou a ponta do dildo até aos meus lábios. Assim que a sua ponta os tocou, ela disse:
- Abre a tua boca e põe a língua para fora, sua cona. Imediatamente ela começa a empurrar com força, fodendo a minha boca e garganta enquanto segurava a minha cabeça. Fui apanhada completamente de surpresa.
Depois de ela me ter fodido a boca e de me chamar nomes como: cona, maricas, puta, etc. passados uns cinco minutos, disse-me para eu me despir completamente.
E eu obedeci tirando todas as minhas roupas, e ela disse-me para eu me deitar na cama enquanto ela tirava as correias do arnês.
Ela então começou a sentar-se no meu rosto, de costas para mim e disse:
. Coloca a tua língua para fora e lambe o meu rabinho, fode-me com a tua língua, limpa o meu cuzinho com a tua língua de cona.
Enquanto eu estava a tentar lamber o seu traseiro, pude sentir que ela colocava um pouco de lubrificante no meu pau e bolas e que em seguida brincava com eles, mas eu não sabia exatamente o que ela estava a fazer. Eu estava tão excitada que começava a apreciar o seu cuzinho, quando ela mudou de posição para que eu pudesse lamber a sua doce vagina. Ela começou a esfregar-se no meu rosto com força. Houve momentos em que eu tive de lutar por ar. Cada vez que eu pensava que ia desmaiar, ela erguia-se apenas o suficiente para eu respirar um pouco.
Mesmo estando eu a tomar hormonas femininos, eu ainda funciono na minha parte de homem, embora na maioria das vezes seja um pouco difícil.
Naquele momento eu sentia as suas mãos, respiração e boca no meu pau, mas de uma forma que não parecia normal.
Eu estava a gostar tanto de tudo que não sabia mais quanto tempo tinha passado. Passado uns minutos ela saiu do meu rosto e começou a colocar as correias de novo em volta da sua cintura.
Eu fiquei deitado na cama, sem prestar atenção a mim, olhando-a e tentando perceber o que ele ainda ia fazer quando ela disse:
- Devias olhar para o meio das tuas pernas.
Foi quando percebi que ela tinha me colocado um dispositivo de castidade, uma pequena gaiola em plástico cor de rosa que impedia o crescimento do meu pequeno pénis. Era algo que eu já tinha por vezes tentado comprar, mas que nunca me atrevera.
- Não te preocupes! Disse ela.
- Eu tiro se tu fizeres tudo o que eu mandar o resto do dia. Vais ficar muito feliz quando eu acabar contigo. Eu apenas não quero ver essa pobre desculpa de masculinidade fracassada a debater-se.
- Agora coloca alguns travesseiros por baixo do traseiro e abre bem essas bochechas. Quero ver o teu rosto enquanto te fodo no rabinho apertado e o preparo para mais tarde.
Eu receosa fui obedecendo enquanto me apercebia do tamanho real do dildo que ele tinha, creio que devia ter uns bons 25 cm de comprimento, com uns bons 5 cm de diâmetros, ainda não tinha percebido que ela era tão brutal. Mas ela colocou uma boa quantidade de lubrificante no dildo e, em seguida, deu umas palmadas no meu rabinho. Então apontou a ponta do pau de silicone e lenta e suavemente colocou apenas a ponta em mim e parou. Eu ia perguntar por que ela tinha parado quando a vi sorrir e perguntar:
- Estás pronta, vagina? E antes de eu puder responder, ela tentou empurrar todos os 25 centímetros para dentro de mim.
- BOLAS! Gritei eu. Ela apenas tinha um sorriso nos lábios e disse:
- Gemer é maravilhoso, mas agora apenas tens de ficar deitada, quieta e tenta apreciar.
Tanta dor, tanto prazer, que ela lentamente me provocava empurrando ou tirando o dildo de mim, deixando sempre a ponta dentro, e em seguida, empurrando com todo o seu dildo de volta para dentro de mim. Ela continuou por vários minutos até que ela presumiu que eu estava aquecida e bem dilatada.
Quando ela decidiu que eu estava totalmente pronta, apenas disse uma palavra:
- Espera. E então começou a bombear para dentro e para fora o mais forte e rápido que podia até que eu explodi na gaiola que ela tinha colocado no meu pénis. Foi quando percebi que ele também tinha colocado um preservativo, mas por baixo da gaiola. Eu perguntei-lhe para que servia aquilo e ela apenas disse:
- Deserto.
Ela lentamente puxou todo o dildo para fora de mim e disse:
- Acho que devemos continuar na sala de estar. Achas que podes andar?
Lentamente, levantei-me e descemos. Foi quando percebi pela primeira vez que havia algumas novidades presas à mesa do centro da sala.
Ela então disse-me para eu colocar o meu estômago deitado sobre a mesa. E amarrou cada um dos meus braços às pernas da mesa para que eu não pudesse tocar em nenhuma parte do meu corpo. de seguida, ela amarrou as minhas pernas na altura dos joelhos a cada perna da mesa para que minhas pernas ficassem abertas ao máximo possível, deixando-me completamente exposta.
Ela caminhou a toda a volta de mim lentamente e disse algo como.
- Está a faltar qualquer coisa! E colocou-me uma venda, garantindo assim que eu não podia ver nada, e disse que voltava logo, e que eu não devia fazer barulho até ela voltar. Depois de vários minutos ouvi várias pessoas a andar a meu redor. De repente eu senti o que pensei ser o seu dildo no meu anus de novo, mas estava menor. Em me dar tempo a pensar ela disse-me:
- Abre a tua boca.
E antes de eu puder emitir qualquer som senti um pau de verdade na minha boca e ouvi ela dizer:
- Vais ter os dois dentro de ti como uma puta verdadeira puta. Não faças barulho e se morderes ou algo para os machucar, nunca mais te tiro a gaiola. Tenta apreciar e divertir-te!
Fiz o que ela disse e realmente comecei a chupar e a tentar torná-lo agradável para ele, quando de repente senti algo quente e húmido a bater nas minhas costas. Com um pau no meu rabo e outro na minha boca, eu não conseguia dizer nada, mas não precisava, e até estava a apreciar.
A minha colega de apartamento tirou a minha venda e diante dos meus olhos estava vários homens nus, e eu sentia que outros estavam por trás de mim fazendo fila para me puderem comer pelo traseiro.
Quase que me senti a desmaiar mas na realidade apreciei todos aqueles momentos.
Contei 15 homens no total que se preparavam para satisfazer dentro de mim naquele noite.
A meio da noite ela decide que é hora de se explicar e disse:
- Passei cerca de um mês a preparar isso e para garantir que tu obtenhas todo o prazer que os homens te podem dar. Agora não vais ser mais uma lésbica, mas serás bi, talvez até mesmo tenhas direito a ser apenas uma mulher a partir desta noite. Levei muito tempo para combinar com todos estes homens e para garantir 15 garanhões só para ti. E decidi fazer tudo como as regras mandam.
- Agora os homens vão tirar à sorte a ordem como se vão satisfazer contigo. Cinco vão te comer o rabinho, cinco a tua boca e outros cinco vão se masturbar para cima de ti.
De seguida ela arranjou umas fichas e cada um deles tirou uma ficha com o seu número de ordem e o buraco onde devia descarregar o seu esperma. E ela disse:
- Se depois de vocês terem o o vosso primeiro orgasmo dentro da putinha ainda forem capazes de dar a uma segunda ou terceira, podem dar onde quiserem.
E enquanto eles continuavam a entrar à vez a entrar em mim ela foi falando comigo dizendo-me também que eu não devia derramar uma única gota do meu traseiro e que tinha de engolir cada descarga em minha boca ou então nunca sairia daquela gaiola apertada em que estava. Ainda me disse:
- Notaste que o único preservativo está em ti? Bem, isso é para que a tua última descarga, pela tua garganta abaixo desta noite seja a tua! Em breve as tuas dores de fome vão passar, pois tu estarás a comendo muito esperma. Os homens que te podem o traseiro têm apenas um propósito: procriar contigo, mas sem medo de te engravidar. E bem, o esperma no teu rosto e corpo, bem, isso está aí para te dizer o que uma cadela como tu merece. Não vais ser nada além de uma cadela vadia depois desta noite. Cada um destes homens já concordou em voltar para te comer novamente até ao dia em tu fizeres a cirurgia de redesignação sexual. Eu só espero que depois desta noite tu sejas mais do que uma lésbica, uma vadia, bimba, que adora sexo com homens e mulheres.
Foi naquele momento que acordei.
Na verdade, senti que tudo aquilo era real e tive que olhar em redor e sentir a minha cama para perceber que era apenas um sonho. Sinceramente, não sei de onde me veio aqule sonho.
Eu gosto de ver pornografia lésbica e bissexual, mas acho que vem das minhas amigas, que têm me encorajado para experimentar um homem. Elas estão sempre a dizer que um pau é bom e explicam-me como é bom.
Decidi colocar esse sonho por escrito para não o esquecer e talvez fazer com que um dia ele se torne realidade.
Nunca me senti tão animada em toda a minha vida depois de acordar de um sonho.
Vou imprimir este sonho e acidentalmente vou deixar por alguns locais para ver se alguma mulher o torna uma realidade. De contrário, também anseio pela humilhação e tenho certeza de que seria agradável se humilhada por uma mulher que leia isto.