189 - Mandada parar
Cristina dirigiu-se a correr para o seu carro. Estava preocupada porque não queria chegar atrasada ao seu emprego outra vez. Ela entrou, fechou a porta e ligou o motor num movimento suave, arrancou bruscamente e foi direita à entrada da via rápida.
- Raios! Pensou ela. Os semáforos vão mudar.
Ela pisou a fundo o acelerador na esperança de conseguir passar antes do semáforo laranja fechar e forçou a sua passagem pelo cruzamento. Mal tinha acabado de percorrer a via de acesso à auto estrada quando sentiu um piscar de luzes azuis atrás do seu carro.
- Bolas tenho que parar!
Conduziu lentamente até à paragem de merendas que ela usava por vezes para mudar de roupa e encostou o carro, desligando-o.
Suspirando, alisou a saia e ajeitou o cabelo enquanto via, pelo retrovisor, o guarda sair do seu carro e caminhar lentamente até ela.
Ainda pensou qualquer coisa do género:
- Só um? Eles andam sempre aos pares, isto não é normal.
- Bom dia minha Senhora. Reparou que o semáforo estava vermelho quando passou no cruzamento da entrada da auto estrada?
Ela gaguejou enquanto respondia:
- Si … Simm Senhor guarda, te tem razão! E continuou com a sua voz suave e um pouco mais firme:
- É que vou chegar atrasada ao trabalho novamente e o meu patrão é muito exigente e rigoroso.
Ela olhou para cima verificando que o guarda estava a olhar para as suas longas pernas e endireitou-se no assento do carro, sentindo-se desconfortável.
- Saia do carro, minha senhora. Disse ele olhando para ela lascivamente e afastou-se para que ela saísse.
Ela podia sentir o seu coração a bater enquanto saía do carro.
- Ponha as mãos sobre o capô, por favor.
Ela olhou em choque para o guarda de cabelos escuros mas fez o que ele pediu. Os seus longos cabelos loiros caíam-lhe pelas costas, apenas aflorando o seu rabo escultural.
- Não pode simplesmente passar-me uma multa, para eu me puder ir embora, Senhor guarda? Perguntou ela, percebendo que teria muito para explicar se ele decidisse revistá-la.
- Porque é que tem tanta pressa? Perguntou ele. Ainda tenho de verificar a sua carta de condução e os documentos do carro.
Ela virou-se para o tentar olhar e ele de imediato disse rispidamente:
- Onde é que tem a documentação?
- Na minha mala de mão aí por cima da cadeira do pendura. Eu vou buscar.
- Não! Esteja quieta!
- Mas??
- Vire-se para o carro e fique quieta!
Ela sentiu o contacto de uma mão que a forçou de encontro à lateral do seu carro. Viu ele abrir cautelosamente a porta do carro e retirar a sua mala de mão. Ele estendeu-lhe a mala e disse para ela tirar os documentos. Olhou desconfiado para o cartão de identificação e para o documento único do carro dela.
- Ponha a sua cara no capô! Eu tenho que verificar estes dados.
Ela encostou-se mais ao carro e sentiu o contacto dele sobre o seu rabo quando ele passou por ela e se encaminhou para o carro patrulha a fim de verificar tudo. Pouco depois ele voltou e disse:
- Parece que temos de esperar, o sistema de consulta está bloqueado. Lambeu os lábios e olhou à sua volta.
Cristina levantou os olhos e inspecionou o estacionamento o melhor que pôde com a cabeça ainda no capô, e percebeu que o local estava completamente deserto.
- Já todos devem ter ido para o trabalho ou para as compras. Pensou ela.
Sentiu a cabeça a ser empurrada para o capô, e de novo a voz dele:
- Pensei que lhe tinha dito para manter a cabeça baixa, acho que vou precisar de a deter.
Prendeu-lhe os braços firmemente por atrás e ela sentiu o metal frio a contornar-lhe os pulsos. Ela ouviu o clique e sentiu-se mal.
De repente, ele estava a dar-lhe palmadinhas pelo corpo acima e ela podia sentir as mãos dele a subirem pelas pernas, revistando-a de baixo até cima.
Sentiu as mão a passarem pelas suas ancas, cintura e foram direitas aos seus seios.
Ele avaliou-lhe as mamas, sentindo o seu sutiã push-up e troçou:
- Acolchoado, huh? Está tudo bem, alguns homens até que gostam de mamas pequenas.
Ele estava de novo a revistar a cintura dela e depois voltou para as pernas dela. Ela seguia mentalmente o percurso dos dedos até às suas coxas e sentiu-se a tremer levemente. Sentiu o seu pénis a acordar e pensou que ele se ia irritar quando percebesse que ela tinha um.
- Gostas disto, não gostas?
Cristina ficou calada e rezou para que o seu pénis ficasse murcho enquanto o polícia a revistava com as palmadinhas. E ao mesmo tempo sentia que ele voltava de novo cada vez mais para cima. O seu estômago gelou quando ele lhe tocou nas bolinhas. Ela esperava que ele se afastasse, que lhe batesse talvez ... alguma coisa, mas tudo o que ele fez foi acariciar-lhe as bolas por um momento e depois sentiu os seus dedos percorrerem o caminho para o pénis de 15 centímetros dela.
Ela ficou dura quando ele acariciou o seu pénis por cima do tecido sedoso das suas cuecas cor pêssego. Ela sempre gostara da forma como a seda a fazia sentir, tão feminina, tão parecida com uma mulher.
Ela sabia que tinha de fazer alguma coisa.
- Não! Não faça nada disso. Disse ela sussurrando, mas a sua voz soava estranhamente sensual. O guarda não lhe deu ouvidos. Ele pressionou o seu corpo contra o rabo dela, ela podia sentir o seu sexo a endurecer através do tecido do seu uniforme.
Cristina suspirou de alívio quando ele a soltou, mas ficou chocada ao ouvi-lo dizer com uma voz mortalmente séria:
- Põe-te de joelhos.
Ela não teve escolha a não ser obedecer. Ela caiu de joelhos, o seu pénis agora quase murcho, assistiu com horror e fascínio enquanto ele abria o fecho das calças e libertava o seu grande pénis dos confins das cuecas cinzentas de algodão.
Ela tentou dizer a si própria que não era assim tão mau. Talvez ele estivesse apenas a brincar com ela, e além disso era suficientemente bonito.
Mas ela percebeu que não era brincadeira quando ele levou o seu enorme pénis em direcção à boca dela.
- Chupa-a bem agora! Ouviu-o dizer pouco antes de ele empurrar o pénis por entre os seus lábios.
Ela tentou protestar, mas ele agarrou-lhe o cabelo e forçou a entrada. Ela sentiu ele a bater no fundo da garganta, e ela abriu o que consegui de forma a ela ir o mais fundo que podia, forçando o seu pénis.
Cristina deu graças por ter praticado aquilo vezes sem conta e por conseguir engolir um homem daqueles com relativa facilidade e entretanto sentiu o seu pénis começar a voltar à vida enquanto ele metia todo o seu pénis na boca dela.
De repente ele parou, saiu dela e puxou-a para cima para ela ficar de pé.
Sem uma palavra ele arrancou-lhe as suas belas cuecas e começou a acariciar-lhe o pénis e as bolas.
Ela gemeu silenciosamente, ele apertou-lhe as bolas mais apertadas para a avisar para ficar quieta.
Um momento depois, ajoelhou-se no pó e chupou-lhe o pénis com entusiasmo.
Deixou a sua língua deslizar sobre a cabeça e desceu pela haste dela até aos seus pêlos púbicos bem aparados e voltou para colocar os lábios sobre a ponta e começar a chupá-la, os seus lábios apertavam a glande a cada chupada, produzindo um prazer esmagador a Cristina.
Ela gemeu, perdeu o equilíbrio quando começou a ejacular e molhou o rosto e uniforme dele enquanto caía ao chão.
Ele levantou-a, sacudiu-a e mandou-a lamber a sua cara para ficar limpa.
Ela lambeu o seu esperma com prazer e voltou a cair ao chão, de joelhos, quando ele empurrou os seus ombros.
Com as mãos algemadas atrás das costas, ela pressionou para a frente e abocanhou o pau do guarda entre os seus lindos lábios cor-de-rosa e afundou-se para a frente para o meter pela garganta abaixo, ela chupou o pénis dele durante cinco minutos, usando a língua, os lábios e os músculos da garganta. Quando ele começou a ejacular, ela fechou os lábios à volta do seu enorme pénis para e engolir cada pedaço do seu esperma.
Num piscar de olhos ele retirou-se dela, ela olhou de surpresa e depois ouviu um carro a passar.
Ele soltou as mãos dela das algemas, puxou para cima as suas calças escuras, limpou os joelhos do pó e voltou para o seu carro. Sem uma palavra, voltou para entregar a Cristina a identificação e o documento do carro.
Pegou nas cuecas dela, enfiou-as no seu bolso e voltou a para o seu carro de patrulha.
Cristina arranjou-se o melhor que pôde, aplicou batom de novo e foi-se embora.
- Cristina, estás uma hora atrasada! Gritou o seu patrão assim que ela entrou pela porta.
- Vem agora mesmo ao meu gabinete para teres o teu castigo! Disse ele com um pouco mais de calma.
Cristina sorriu, estava a revelar-se um dia infernal, ou seria fenomenal??