Até ao fim do ano passado eu trabalhei como moço de recados e paquete num grande edifício de escritórios no centro da cidade.
Para até do meu emprego oficial eu também conseguia, quase todos os dias, no meu horário de almoço, atender um dos meus amigos, que trabalhava nos escritórios no edifício onde também eu trabalhava.
Ele dava-me sempre alguns euros, 20€ ou até 50€ no fim, não como pagamento por sexo, mas como uma gorjeta “por todo o trabalho duro que fazes aqui" dizia ele.
Oficialmente eu trabalhava numa garagem de estacionamentos do prédio.
De início, eu fazia limpezas, manutenção e atendimento aos clientes, o que significava principalmente encontrar uma vaga de estacionamento para as pessoas ou encontrar os seus carros se eles se perdessem. Um dos meus deveres também era ir entregar as faturas, validações do estacionamento ou outros embalagens que deixavam na garagem para para entregar nos escritórios de nossos inquilinos.
Um dia o meu Supervisor pediu-me para entregar uma fatura a um inquilino. Gosto de sair da garagem escura e húmida cheia de fumos e poeiras dos carros e entrar no prédio de escritórios limpo e elegante. Aproveito, sempre a chance quando me é dada.
Eu saí do elevador no 18º andar e procurei o escritório pelos longos corredores, encontrando-o finalmente. Devia ser um novo inquilino porque nunca tinha ouvido falar dele antes. Parei na frente do escritório e bati na porta fechada. "Entre", disse uma voz profunda, mas amigável. Abri a porta e entrei para encontrá-lo, 50 e poucos anos, cabelos grisalhos, bigode e barba, vestindo o que parecia ser um fato caro e gravata, sentado na sua mesa. Ao longo das paredes estavam alguns diplomas universitários e recortes de jornal com a sua foto. Percebi que era um advogado de 50 e poucos anos, rico, bonito. Uma janela ampla na lateral do escritório dava para o rio banhado pelo sol.
- Eu vim apenas entregar uma fatura! Disse eu enquanto caminhava até à sua secretaria e coloquei a fatura na sua frente.
- Obrigado. Disse ele sorrindo. Você é que é o Luís, que trabalha na garagem do prédio, certo?
- Sim. Respondi, e senti que ele me olhava, creio que ele estava a medir-me de cima a baixo e aproveitava para olhar para a minha figura delicada e esguia. Muitos homens adoram o meu corpo, alguns dos meus amigos dizem que é a minha melhor característica.
- Você trabalha muito por aqui e mantém o lugar agradável e bem limpo. Elogiou.
- Obrigado. Agradeci contente.
- Mas eu acho que te conheço de outro lugar?
- Talvez! Respondi. Eu faço muitas coisas. Trabalho como voluntário em algumas organizações humanitárias no centro da cidade.
Não era impossível que ele me pudesse ter me visto num desses lugares.
- Já sei! Tu estás num site chamado SissyClub?
Fiquei nervoso porque não sabia se este inquilino me ia denunciar para o meu chefe que me podia despedir, ou se talvez ele me fosse chantagear? Mas arrisquei e respondi:
- Sim.
- Elia! Exclamou ele alegremente. Uau! Eu pensei que eras tu! Tu és tão gostosa! Eu masturbo-me a ver as tuas fotos e vídeos quase todos os dias!
- Obrigada. Disse eu corando. É por isso que eu publico as minhas coisas.
- Eu li o teu perfil e o teu blog.
Ele levantou-e e agarrou-me, abraçando-me com um abraço de urso, os dois braços à minha volta apertando-me. Eu senti o seu pau duro contra o meu enquanto nos abraçamos, as suas mãos a deslizaram sobre o meu traseiro e nádegas, e ele tocou no meu anus através das minhas roupas. Quando ele me apertou, beijou-me e os nossos lábios ficaram encostados, a sua língua engasgou-me quando ele tentou entrou na minha garganta.
- Gostas disto? Perguntou.
Eu já estava com as calcinhas molhadas e sentia uma gota de liquido que me aflorava a ponta da pilinha quando respondi:
- Sim, mas o meu supervisor está à espera que eu volte para a garagem em breve.
- Quando é o teu intervalo?
- Eu tenho uma hora de almoço às 11.
- Mmmm... então vai e depois vem ter comigo a essa hora.
Isto tinha sido por volta das 9 da manhã e nas horas seguintes eu debati na minha cabeça se eu devia voltar e o que me aconteceria se eu voltasse.
Tinha a certeza de que ele queria sexo, e embora eu gostasse de ser uma putinha e de agradar aos homens, ainda ficava nervosa e tímida por vezes, além disso, e se alguém descobrir? Fazer sexo no trabalho? E sexo gay, nada menos, nada mais? Eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu iria me cruzar com ele e que ele iria querer saber o que tinha acontecido, além disso, eu estava muito excitado.
As calcinhas ainda estavam molhadas e pegajosas e eram uma lembrança excitante dele.
Às onze em ponto piquei o meu cartão avisei que ia almoçar e decidi ir de novo ao escritório do advogado. Lavei a minha pilinha e o meu rabinho com água e sabão no wc da garagem e borrifei spray desodorizante e um pouco de perfume floral antes de sair para ir ter co ele.
Quando finalmente entrei no seu escritório, ele continuava sentado à sua mesa, vendo-me disse logo:
- Fecha e tranca a porta, sim?
Fiz o que ele pedia e retornei para junto dele. Ele empurrou a cadeira e deslizou sentado para trás e pude ver que ele já estava a acariciar o seu pénis e que exibia. Uns bons 18 cm, rapado, rosado com uma bela cabeça de cogumelo.
- Gostas do que estás a ver?
Eu balancei a cabeça enquanto estava sem saber o que dizer.
- Queres chupar?
Ajoelhei-me de imediato e agarrei aquele pau, guiando-o para a minha boca aberta. Eu o chupei, movendo minha boca para cima e para baixo, enquanto acariciava a haste com a mão e o sacudia às vezes. Eu lambi a haste, as bolas, a cabeça, e de seguida, chupei novamente. Ele colocou a mão no topo da minha cabeça e começou a empurrar para cima e para baixo forçando-me a engolir o seu pau. Estava a ficar muito grosso e duro na minha boca e eu comecei a engasgar. Eu queria respirar um pouco, mas ele não me deixou, ele segurou-me. Eu já adivinhava o gosto do seu esperma quando de repente ele me empurrou.
- Espera! Disse ele à beira do clímax. Eu quero gozar dentro de ti.
Levantei-me e ele começou a despir-me. É tão íntimo e excitante quando o teu parceiro tira as tuas roupas uma peça de cada vez, em vez de já estar nu. Ele ajudou-me a tirar a camisa do meu uniforme, em seguida, a camiseta por baixo de mim, expondo meu peito rapado de menino e mamilos rosa brilhantes. Ele imediatamente os mordeu e começou a chupar os meus peitos de menino. Enquanto ele fazia isso, as suas mãos estavam desabotoando e abrindo o fecho das minhas calças.
- Usas calcinhas no trabalho! Exclamou ele vendo as calcinhas de algodão cor de rosa com uma renda branca que eu estava a usar.
As minhas calças caíram. O advogado tirou o meu pau das minhas calcinhas e começou a chupá-lo. Como ele estava a tocar-me no meu anus e enfiou um dedo dentro de mim, rápido tocou a minha próstata. E eu gozei... GRANDE... enchendo a sua boca e eu conseguia ouvi-lo a engolir. Gole! Gole! Gole! Gole!
Ele olhou para mim sorrindo.
- Que bom ... e gostoso!
O advogado levantou-se e pediu para eu me virar. Agora eu estava de frente para a sua mesa, as minhas nádegas de frente para ele e eu tinha vestido nada mais que as calcinhas.
- Curva-te. Ele orientava-me e eu ia tentando fazer tudo que ele queria. O meu pau e bolinhas estavam agora nivelados em cima da sua mesa.
- Tão quente. Disse ele, Tens um belo traseiro!
Ele baixou as minhas calcinhas apenas o suficiente para expor a minha rachadura e, em seguida, deu uma palmada e apertou as minhas nádegas. Eu podia senti-lo logo colocando lubrificante na minha fenda e buraco, então ele esfregou um monte em seu pau.
- Tu já me disseste que não tens nenhuma DST, certo?
Eu acenei afirmativamente com a cabeça.
- Bom, eu também. E ele inseriu o seu pau no meu buraco com cuidado e lentamente. Quando ele empurrou e depois passou pelo meu esfíncter, a sensação da penetração foi tão boa que eu gemi em êxtase, todas as minhas terminações nervosas sensíveis estavam sendo tocadas, foi incrível.
Eu não era comido à algum tempo e agora apercebia-me do que estava a perder! Quando ele entrou todo na minha cavidade anal, houve um pouco de dor, pois o seu pau estava a inchar tanto que estava a dilatar toda a minha cavidade e reto. Soltei um pequeno grito.
- Tu estás bem? ele perguntou.
- Sim, está tudo bem, não pares! Implorei.
Ele começou a empurrar lentamente, mas ficou cada vez mais rápido, mais e mais fundo a cada movimento. As suas pernas estavam a bater contra o meu traseiro e pernas. Tchack! Tchack! Tchack! Ele começou a gritar insultos, nomes degradantes para mim.
- Toma, sua vadia! És a minha puta! Minha puta! Tchack! ele bateu no meu traseiro com tanta força que doeu, e eu gritei quando ele me comeu. A minha traseira ficou vermelha e inflamada durante alguns dias. Dentro e fora, dentro e fora, ele empurrou, o seu pau mal podia caber, depois de alguns minutos, com o seu suor escorrendo nas minhas costas, eu podia sentir seu pau a inchar e pulsar, então ele tremeu quando explodiu e jorrou o seu esperma, o seu sêmen, o seu DNA dentro de mim. Ele apenas me semeou! Ele ME CONQUISTOU!
- Sim, vadia! ele gritava em êxtase. Enquanto isso, o meu pau e bolas foram esfregando contra o tampo da sua mesa de madeira de carvalho enquanto ele me fodia e agora o meu esperma estava espalhado na mesa.
Quando o seu pau terminou de esguichar, ele ficou lá, ainda dentro de mim, ele estava curvado sobre as minhas costas, respirando pesada e rapidamente.
- Obrigado! Sussurrou ele ao meu ouvido esquerdo, que de seguida, chupou e beijou.
Esse advogado guardava não apenas lubrificante, mas também trapos, branqueador, sabonete, spray desodorizante corporal, perfumeia e pasta bocal, como se esperasse fazer sexo no seu escritório. E usamos tudo isso para nos limpar.
- Desculpe, mas eu empolguei-me. Disse ele.
- Tudo bem, eu gostei.
- Eu quero ver-te de novo. Talvez isto se torne uma coisa normal? Tu podias ser o meu brinquedo, aqui no escritório.
Eu Corei.
- És melhor do que uma bola anti-stress. E acrescentou, enquanto tirava uma nota de 50€ da sua carteira. Sendo um advogado, ele sabia o que dizer:
- Isto não é para o sexo. É apenas uma gorjeta ou um presente de Natal antecipado por todo o trabalho duro que tu fazes aqui.
Nós nos beijamos novamente antes de eu sair.
E foi assim, até ao meu trabalho terminar, que todos os dias da semana às 11, eu estava no seu escritório chupando pau, tendo o meu pau chupado, e sendo comido por trás. No entanto, houve momentos em que não fizemos sexo. Quando este advogado estava muito cansado ou stressado para foder. Houve momentos em que acabamos por apenas conversar. Os meus amantes dizem que sou um ótimo ouvinte. Também houve dias em que almoçamos juntos. Quando ele não queria foder, ele pedia-me para tirar a roupa e dançar para ele, embora eu ainda seja uma dançarina horrível, mas sempre o satisfez. E ele tirava fotos e vídeos meus para postar no SissyClub e para uso pessoal, afirmava ele.
Uma vez eu estava a limpar o chão da garagem quando ele passou por mim, indo para casa e encontrou-me na caminho do carro.
- Oh, Elia! Disse alegremente. Sabes que eu preciso de ser aliviado do stress antes da minha longa viagem para casa.
Ele sorriu, piscou e acenou com a cabeça para eu o seguir. Entramos no seu carro e assim que nos sentamos, ele já tinha o seu pau duro para fora. Mais uma vez eu chupei, ali mesmo no carro dele, na garagem, esperando que ninguém passasse e visse. Mais uma vez, ele segurou a minha cabeça e empurrou para baixo com a mão.
- Não deites nada no carro, disse ele, engoles tudo".
Depois do seu pau terminar de encher a minha boca com o seu delicioso suco de homem e ficar flácido novamente, eu levantei-me, limpando o excesso de sémen dos meus lábios e queixo. Novamente ele estava respirando pesadamente.
- Obrigado! Ele sorria. És um grande brinquedo de escritório.
Ainda me deu mais 20€.
- Aqui está um pouco mais para resolver o teu problema.
Depois que eu sair do seu carro, ele acenou e sorriu para mim enquanto se afastava. E eu sabia que ia ter de o atender novamente no dia seguinte, a menos que fosse no fim de semana.
Eu ganhei entre os 20€ e os 80€ por dia atendendo os desejos deste advogado, cinco dias por semana, mesmo quando não fazíamos sexo.
No final do ano a garagem foi comprada por uma empresa diferente, e eu perdi o meu emprego.
Mas adorei ser brinquedo de escritório!