34 - QUERO SER PAULA
Paulo abriu os seus olhos enquanto acordava, olhou ao redor para o ambiente familiar do seu quarto. Cartazes de bandas, histórias de BD e videogames espalhados pelo chão.
Os seus pais estavam sempre a criticar a maior parte das coisas de que ele gostava e normalmente o argumento que utilizavam era o típico “Já estás velho demais para teres este tipo de passatempo!" Mas ele não se importava. Enquanto olhava mais uma vez em seu redor para o quarto, saiu da cama com a sua camisola preta e calças de corrida cinzenta, que ele normalmente usa para dormir e caminhou até a janela e ficou um pouco a olhar para fora enquanto bocejava e esticava os braços.
Parecia que o primeiro dia de férias, de páscoa, ia ser um dia lindo, embora ele não se importasse com o tempo que ia fazer porque ele tinha um encontro com a sua PS4 durante o dia todo!
Ele era definitivamente um rapaz estranho, que fazia com que os seus pais estivessem preocupados, e ele seguramente que nisso não discordava deles. Saindo do seu quarto foi pelo corredor fora até ao quarto da sua irmã que já estava na faculdade e devia estar a passar as suas férias lá para o sul, na praia. Ela tinha deixado muitas roupas no seu quarto, meio abandonadas. Ah, ele também tinha essa mania de gostar de se vestir como uma menina.
Ele sorria ao abrir o armário da sua irmã Aura, ela tinha tantas roupas que teria sido impossível levá-las todas com ela para a faculdade. Mas a desgraça dela era uma benesse para ele. A sua irmã Aura era muito pequena como ele também. Ela tinha 1,60 m, 53 kilos, tinha os seios em forma de chávenas de chá, e um traseiro um pouco arredondado.
Ele por seu lado, não tinha tido crescido quase nada nos últimos anos, e tinha 1,65 cerca de 54 kilos, ela e ele usavam tudo quase do mesmo tamanho, traseiro incluído, Paulo tinha um traseiro grande, para um rapaz, em forma de bola e os seus quadris eram um pouco largos.
Ele tirou para fora do armário um top preto e, de seguida, abriu uma pequena cómoda que também estava dentro do armário e escolheu um bonito par de calções jeans da sua irmã.
Vestir-se como uma garota sempre fora muito fácil para ele, não só porque a sua irmã e ele tinham e usavam os mesmos tamanhos (incluindo o tamanho do traseiro), mas também porque ele tinha cabelos loiros até à altura dos ombros e traços femininos. Para além disso ele mantinha as suas pernas rapadas porque gostava da sensação que a ausências de pêlos lhe dava, e tentava sempre usar calças perto das outras pessoas para que ninguém notasse.
Tirou a camisola preta e colocou o top preto. Olhou para baixo para o seu peito achatado que não era suficiente para a copa do sutiã e franzindo a testa pensou “gostava de ter sido abençoado com seios mais parecidos com os da Aura”. Rindo um pouco para si mesmo, tentava não fazer muito barulho, porque ele tinha que estar atento a alguns barulhos que pudessem indicar que os seus pais tivessem voltado para casa para a pausa do almoço.
Despiu as calças de corrida e abriu a gaveta da cómoda, era aqui que a Aura guardava os sutiãs e as suas calcinhas. Remexeu na coleção colorida de calcinhas. Alguns simples, outros provatórios e claro que se ia decidir por algumas calcinha que fossem provocatórias. Ele novamente voltou a rir para si mesmo enquanto tirava umas calcinhas de renda vermelha e as deslizava pelas suas pernas e até ao seu traseiro. Eles tinham um tamanho muito pequeno e faziam a parte inferior das suas bochechas das nádegas sobressaírem um pouco. O seu pénis pequeno e macio ficava empurrado um pouco para cima, mas não era desconfortável, ter um pénis pequeno era uma boa coisa para ele ... vamos chamar de anão.
Ao sentar na cama da sua irmã com o top e a calcinha vestidos ele se lembrou da primeira vez que vestira a roupa dela. Paulo ainda era uma criança da primeira vez e tinha sido antes de entrar na escola. E aqui estava ele agora, aos 18, ainda a fazer a mesma coisa.
Ele sempre invejara a sua irmã que era capaz de usar roupas tão fofas. E começara a olhar para as outras meninas, para as roupas mais apertadas que as garotas usavam, havia algo nelas que o excitava ... mas não por elas que as usavam, não ... Paulo se perguntava como seria se sentir sexy e ser desejada por homens como essas mulheres eram.
Ele se lembrou de assistir pornografia anos atrás e de ver uma jovem mulher sexy sendo penetrada por um garanhão com um pau enorme ... a maioria dos rapazes caras gostaria de ser o garanhão. Porém ele não, ele imaginava ser a garota!
Mas ele era tímido e receoso demais para tentar estar com um homem, especialmente vestido de mulher ... com medo das críticas que sem dúvida lhe iriam fazer ...
Paulo é trazido de volta à realidade quando ouve o seu telefone a tocar no meu quarto do outro lado do corredor. Levanta-se rapidamente, de top e calcinha de renda vermelha, e caminhe rápido pelo corredor até o seu quarto. Vendo o nome do seu pai no ecrã passou atendeu:
- Olá pai, o que se passa? Do outro lado ouviu a voz zangada do seu pai, ele estava sempre zangado!
- Paulo, preciso que você fique em casa por algumas horas! Ele já deveria saber que Paulo não tinha nenhuma intenção de deixar a casa. E Paulo, revirando os olhos, responde:
- Claro, pai, mas por que é que tenho de ficar por aqui? Enquanto fala Paulo enrolava o cabelo comprido no dedo, ele até tomava as atitudes de uma menina quando se vestia.
- O teu tio Luís vai passar por aí para ir deixar alguns papéis que eu preciso, deixa-o entrar e ajuda-o a arrumar.
Paulo ficou um pouco contrariado porque tinha de voltar a vestir as suas roupas normais, mas respondeu:
- Sim, pai, sem problema. Os dois se despediram e desligaram.
Os dois nunca tinham tido um relacionamento muito forte, o seu pai sempre lhe a tentar corrigir a sua forma de ser diferente, perguntando sempre porque não tinha uma namorada, porque não saia com os amigos e porque estava mais interessado em quadrinhos, música, anime e BD. Cory sorria pensando: “Ah, se realmente soubesses do que eu gosto, pai”. Ele ri sozinho, volta para o quarto de Aura e tira o top e a calcinha e volta a vestir o seu pijama. Suspira ao fechar a porta do quarto da sua irmã quando sai.
Cerca de meia hora depois, Paulo está mergulhado numa história em BD do Batman, quando ouve a campainha tocar. Ele rapidamente se levantou e desceu as escadas. O piso de ladrilhos que leva à porta da frente está frio e gela os pés descalços fazendo-o andar mais rápido. Abre a porta para ao grande e sorridente Tio Luís.
- E então rapaz? Pergunta ele enquanto entra em casa.
- Sem problemas tio Luís apenas a curtir a paz e o sossego.
Luís sorri e entra na cozinha onde começa a empilhar uma pilha de papéis. Ele não era realmente tio de Paulo, mas Paulo tinha crescido sempre com a sua presença, vendo-o por causa do seu pai e de Luís serem tão bons amigos. O grandalhão sorri de novo.
- Ah, aposto, que deve ser bom não ter os pais sempre a andar por perto por uns tempos. E sorri. O pai de Paulo e Luís estavam a abrir a sua própria garagem de automóveis e tinham que finalizar o empreendimento, a papelada que ele deixou no balcão sem dúvida seria para o negócio.
Os dois ficaram a conversar um pouco, Paulo sempre gostara de conversar com Luís, ele era um gigante gentil, provavelmente mais de 1,90 m com uma barba espessa, cabelo castanho curto e em muito bom estado para os 50 anos que já tinha. Paulo odiava admitir, mas ele achava que Luís era bem gostoso.
- Bem rapaz, não vou ficar mais aqui na conversa contigo.
Olhou para o homem alto, sentindo pena dele, ele tinha perdido a sua esposa há alguns anos e os seus filhos estavam todos crescidos e já se tinham mudado para longe. Só tinha o pai de Paulo para conversar. Levando Luís até a porta ainda disse:
- Não se preocupe, tio Luís, pode vir até cá quando quiser. Os dois sorriem um para o outro quando ele sai.
Paulo ficou-o a observar, pela janela, enquanto ele entrava na sua grande pickup vermelha e partia. Um grande sorriso invadia agora o rosto de Paulo enquanto ele subia as escadas de volta ao quarto da sua irmã. Praticamente dançando enquanto se dirigia para o armário do quarto da irmã:
- Estou em grande hoje! Abriu o armário e escolheu um vestido vermelho que sua irmã tinha usado para impressionar um rapaz de quem ela gostava. O vestido era apertado nele e mal cobria as suas nádegas. Sorrindo para si mesmo murmurava:
- Vamos lá a ver se eu consigo usar isto.
Procurou pelo lindo par de sapatos de saltos baixos vermelhos que a Aura tinha comprado para combinar com o vestido, pegou na calcinha de renda vermelha de novo, mas torcendo o nariz escolheu uma tanga preta e vermelha e um sutiã vermelho que ele ia encher o melhor que poderia. Despindo-se totalmente puxou a tanga para cima e colocou o sutiã muito grande primeiro, em seguida, deslizou o vestido que se agarrava firmemente na sua pele, as suas pernas rapadas pareciam boas, a parte inferior do vestido, como acontecia com a sua irmã, mal cobria o seu traseiro.
Paulo foi até a à penteadeira no quarto da sua irmã e decide que é dia de pintura de unhas e maquiagem.
Ele pega num frasco de verniz vermelho para combinar com o vestido e os sapatos e começa a agitar o frasco. Ele tinha se tornado muito bom a pintar as unhas ao longo dos tempos. A única coisa que o impedia por vezes era o ter que remover rapidamente o verniz, mas hoje parecia que ia ter tempo para tudo. Fez os dedos dos pés primeiro, ele usava apenas um tamanho 38 para homem ele tinha os pés bem pequenos, depois de terminar as unhas dos pés recomeçou nas unhas das mãos e no final ficou a balançar as mãos no ar para trás e para a frente, para secar. Então sentou-se e respirou fundo olhou-se no espelho e decidiu começar a fazer a pintura dos olhos, o delineador, rímel e um belo tom de batom vermelho mais escuro. Num toque final ele alisou o cabelo bem bonito com um ferro esticador de cabelo da sua irmã.
Sorriu-se para si mesmo no espelho. Ele sentia que poderia passar facilmente por uma mulher com a maquiagem que tinha posto. Ele levantou-se e calçou os saltos, provavelmente agora ficava com mais de 1,70 m usando estes sapatos. Ele saiu do quarto da irmã e começou a andar de volta ao seu. O tacões batiam no chão de soalho de madeira enquanto ele anda. Provavelmente conseguia andar com tacões melhor do que a maioria das mulheres.
Procurou pelo seu telefone e passou os dedos pelo cabelo loiro comprido e macio enquanto desce as escadas e caminha até ao grande espelho de parede, onde podia tirar fotos de corpo inteiro.
Era talvez a sua atividade favorita quando se podia vestir bem. Ele tinha uma pasta no seu portátil, cheia delas. Tirar fotos sensuais da sua Alter Ego era bom para aumentar sua confiança.
Ele sorria enquanto se colocava de lado com uma mão no quadril, esticando um pouco a traseiro e tirava a primeira foto do que ele só pode descrever como o melhor que já tinha visto. O Paulo tinha saído nesse momento, ele se tornara noutra pessoa, alguém que ele sempre se referira como Paula. Tirou mais algumas fotos de lado antes de caminhar até à sua cómoda. De uma caixa de lenços começou a tirar papel que enrolou começou a enfiar dentro do sutiã. Tentando o seu melhor para fazer parecer que tinha seios grandes, visto de lado até que eram bastante convincentes. Ele vai até o espelho e puxa o cabelo para trás enquanto faz umas caretas e tira mais algumas fotos.
- Ei, esqueci-me de deixar estes papéis com o resto .... uhhhh Paulo?
A voz de Luís, ele sente o seu mundo acabar quando se vira e vê o homem alto parado na porta, sem acreditar. Paulo dá um passo para trás
- Eu ... Luís? ... O grande homem entra e olha Paulo de cima a baixo, Paulo gosta do jeito que Luís está a olhar para ele, mas sabe que o jogo é muito alto ... ele esta com a roupa da sua irmã e agora vai ser conhecido como uma aberração. Luís finalmente fala:
- Há quanto tempo isto está a acontecer ...? Havia alguma vergonha estampada no seu rosto quando ele responde:
- Já acontece há muito tempo Luís ... Paulo tinha os olhos para baixo, mas então quando sente os passos se aproximando, olha para cima e vê que o Luís está mesmo na sua frente.
Mesmo com salto alto, Luís ainda tem que se inclinar para ele.
- Paulo, tu não vais gostar que alguém descubra isto que aqui acontece, pois não?
- Não, por favor Luís! Eu faço qualquer coisa!
Luís começa a esfregar para cima e para baixo os ombros de Paulo
- Qualquer coisa, hein? E logo de seguida, ele inclina-se e dá um beijo suave nos seus lábios
Paulo primeiro se sente desajeitado e mal retribui o beijo, mas eles continuam a beijar-se, e misturam as suas línguas. Enquanto isso Paulo coloca as mãos no peito do Luís. E sente mãos grandes apertarem um pouco o seu traseiro e o vestido levantar um pouco nas costas.
O beijo se quebra mas Luís continua a apertar o seu corpo contra ele.
- mmmmm, como é que tu tens um traseiro como este minha menina? Mmmmm inclina-te sobre a mesa e deixa-me dar uma boa olhada nisso!
Paulo cora, mas obedece, põe as mãos em cima da mesa e se inclina um pouco. Ele sente a mão grande em seu traseiro novamente e sente uma palmada seguida por um aperto que, odeia admitir, ele está a adorar. Outra palmada.
- Paulo maldito, você tem um traseiro melhor do que a maioria das raparigas! Paulo sorri e olha para trás.
- O .... obrigado. Ele segura no seu traseiro acariciando-o um pouco mais. Mas breve recua e diz:
- Venha aqui abrir o meu cinto querida!
Paulo sorri, contente, por ser chamado de querida .... é isso. ..ele sempre quis se sentir como uma garota e agora ela finalmente era e se sentia desejada!
Ela realmente se sente querida depois de ver o quão duro ela deixara Luís ... lentamente abrindo o cinto e abrindo o zíper das calças. A calça cai em torno de seus tornozelos e Paula engasga.
Devia ter pelo menos 25 centímetros de comprimento! O homenzarrão recua e se encosta na beira de um sofá. Acariciando a sua píton lentamente ordena:
- Fica de quatro e rasteja para mim fofinha!
Sorrindo e mordendo o lábio inferior por ser chamada de fofa, ela faz o que Luís manda e fica de joelhos, o piso de madeira aleija os seus joelhos enquanto ela rasteja até Luís, tentando parecer o mais sexy possível.
Ela finalmente alcança o meio das suas pernas e acaricia as coxas do homem enquanto olha para o pau hipnotizada. Luís sorri e suavemente bate com o seu grande pau no rosto de Paula
- No que estás a pensar que vais fazer Paulo? Mas Paulo não gosta de ser chamado por esse nome e franze a testa. Ele então tenta soar o mais feminino possível quando diz.
- É Paula .... e eu estou a pensar que vou chupar este pau grande.
Os olhos de Luís ficam grandes e arregalados
- Oooohhhh foda-se! .... prazer em conhecerte Paula .... mas um pouco menos de conversa e mais chupadas! Ordena ele.
Finalmente, a verdadeira Paula em pessoa pegou no pau grande com as duas mãos e acariciao suavemente para a aprovação de Luís. Era isso ... inclinando-se um pouco para cima, ele estende a sua língua e a passa para cima e para baixo no topo.
- Oooooooooh Paula .... ele geme enquanto ela continua a lamber e então finalmente no momento da verdade ela leva a cabeça do pénis para a sua boca e começa a chupá-lo.
- Oooooohhhhhh boa menina .... sim chupa este pau baby.
Ela nunca se sentira tão viva. Apenas capaz de ter cerca de 10 centímetros do grande pau na sua boca, ela continua a chupá-lo, rodando a sua língua ao redor da sua haste enquanto está dentro da sua boca.
Ela continuou por mais alguns minutos até que ele a interrompeu:
- Isso foi ótimo, baby, mas eu não quero explodir ainda ... Eu tenho planos melhores ... coloca-te de quatro no sofá e abre as tuas pernas Paula. Ela obedece e levanta-se, sentindo-se aliviada por não ter os joelhos no chão de madeira dura.
Ficando na beira do sofá de quatro, o seu pénis ereto que não tinha 12 centímetros estava enfiando na tanga, ela nunca tinha ficado tão excitada antes. Luís tirou as botas e depois as calças e então se adiantou e puxou o vestido um pouco para cima, revelando a bela traseira e fenda de Paula.
Ele começou a dar algumas palmadas de novo e a apertar as suas nádegas para logo dar um passo para trás e dizer:
- Porra ... tu não te importas se eu tirar algumas fotos para ver depois, não é?
Ela olha para trás e sorri
- Você nem precisava perguntar Luís! Luís fica com um grande sorriso no seu rosto enquanto ele puxa seu telemóvel e tira algumas fotos do seu traseiro, enquanto acaricia o seu pau..
Ele tirou as fotos suficientes para mais tarde poder ter uma boa sessão de masturbação solitária, mas breve acabou porque a próxima coisa que ela sentiu foi a sua tanga ser empurrado um pouco para o lado, as suas nádegas serem afastadas e sente uma língua entrar na sua fenda. Agarrando o sofá com força exclama:
- OH MEU DEUS! Puta merda, come o meu traseiro Luís! Ela não sabia que tal sensação existia, ela fica triste quando ele para e se levanta novamente.
Luís cospe na sua mão e esfrega no seu pau, acariciando-o lentamente, quase pronto para ter a sua garota Paula e lhe tirara virgindade. Paula olhava para trás um pouco nervosa, mas ela achava que nunca poderia dizer não a este homem. Sorrindo ela diz:
- Mhm .... eu quero que tu sejas o meu primeiro Luís .... eu confio em ti …
Ele sorri e afasta as bochechas das nádegas do traseiro dela com uma mão e começa a empurrar lentamente a cabeça no seu buraco apertado.
- Oooohhhhh .. ...
A sua boca escancarada quando ela começa a sentir dor invadir o seu corpo. Ela sentia a cabeça quase dentro de si e não resistiu a dizer:
- Foda-se ... Deus, você é enorme!
Luís agora agarra nos seus quadris firmemente, e já conseguiu colocar cerca de 7 centímetros dentro dela.
Lentamente continua a forçar um pouco de cada vez e chega a cerca de 15 centímetros.
Ele vê que ela pode não ser capaz de o receber por completo, pois realmente não há mais espaço no seu ânus para ele empurrar. Ele começa a deslizar para dentro e para fora lentamente, ela geme baixinho e respira pesadamente enquanto ele continua o vai e vem dentro do seu buraco apertado.
O suor escorre pela sua testa enquanto ele bombeia suavemente para dentro dela. Ela gostaria de poder ter mais dele dentro dela, mas já era doloroso o suficiente com os 15 centímetros. Com os olhos fechados e o rosto de lado no sofá, ela continuava a gemer baixinho e a respirar pesado. Os seus olhos estão fechados e ela morde o lábio
- Oooh fode-me Luís! Não pares!
Ele se afasta e Paula olha para trás meio triste
- O que há de errado?
Ele sorri se inclina beijando a parte inferior das suas costas.
- Deite-se de costas virada para mim Paula, que eu quero ver o teu lindo rosto.
Ela sorri e rapidamente vira-se de costas e desliza para cima do sofá um pouco mais para que ele possa ficar por cima dela.
Ele fica entre as pernas dela e coloca o seu corpo maciço contra o seu corpo muito menor. Dando um beijo nela enquanto ela agarra seu rosto e devolve apaixonadamente. Ela se sentia tão segura e querida pelo homem maduro enquanto compartilhava um beijo apaixonado com ele.
Ele interrompe o beijo e fica de joelhos levantando as pernas dela, agarra a parte de trás das suas coxas enquanto as empurra para o peito.
Eu preciso estar dentro de ti de novo, querida.
A grande cabeça de seu pénis de volta ao buraco dela, desta vez, no entanto, ele desliza para dentro quase todo de uma vez.
Agarrando as almofadas com força com as suas unhas pintadas de vermelho ela exclama:
- Ooooohhhhh Luís fode-me mais rápido, por favor ...
Ele faz o que ela pediu e ganha velocidade. Quando ele diminui a velocidade, olha para ela, e sente que ela é mesmo a sua menina. Olhando para ele, ela vai dizendo:
- Ughhhhhh que foda Luís és muito grande!
Luís desliza os seus 25 centímetros para dentro dela e fica com uma expressão selvagem de prazer no rosto. Ele desliza para dentro e para fora no seu comprimento total.
- Ooooooohhhh meu deus do caralho! Foda-se minha menina apertada ooooooohhhhhh!
Ele bombeia com um pouco mais de força e é recebido com um gemido alto de prazer. O seu minúsculo pénis semi-ereto movendo-se para trás e para a frente de cada vez que ele empurra. Ele puxa novamente pelo corpo dela beijando-a.
- Uuau! Ok, docinho, volta a ficar de quatro!
Ela rapidamente fica de quatro e ele agarra os seus quadris com força. Desta vez, porém, ele não se conteve e penetrou-a quase que sua só vez. O sua traseiro balança enquanto ele bombeia dentro dela rápido e selvagem. O seu pequeno pénis balança descontrolado enquanto ele a fode. Empurra a cabeça para trás e o seu cabelo longo e louro fica cada vez mais desgrenhado. A mão de Luís alcança a sua garganta e vira a sua cabeça para trás e ele desliza a língua na sua boca. Os olhos de Paula estavam praticamente na parte de trás da sua cabeça.
- Ooooooohhh Luís simmmm fode-me forte!
Ela gemia e suas línguas se exploravam de novo. Ele solta a sua garganta, agarra-a pelos quadris com extrema força, ela sorri e ri, ele bombeia dentro dela rápido e forte.
Ela gosta das suas mãos grandes agarrando firmemente nos seus quadris enquanto ele continua a bombear descontrolado dentro dela por mais longo momentos quando finalmente:
- Deus ... vou gozar, baby!
Ela sente o pau deslizar para fora dela mas empurra para trás evitando que ele saia dela. Aperta-o bem forte dentro dela e sente as carícias das mãos dele por todo o seu corpo. Soltando um grande grunhido Luís começa a estremecer e a vazar todo o seu sémen quente dentro de Paula. Ela sente a semente quente jorrar dentro do seu corpo e se sente uma verdadeira mulher.
Luís respira pesadamente ao terminar e se senta no sofá ao lado dela, ela encosta a cabeça no peito dele e os dois começam a se beijar suavemente por alguns minutos. Ela interrompe o beijo perguntando:
- Tu não vais contar que eu e tu ...?
Ele olha para ela e sorrindo responde:
- Nnão, eu não vou, eu prometo ... mas podemos talvez repetir isto algumas vezes?
Olhando para ele e sorrindo ela concorda.
- Eu também adoraria!
Ele beija a testa dela e se levanta. Pega nas suas calças que estavam no chão e coloca-as de novo. Paula se senta e, ironicamente, puxa um pedaço de tecido de seu sutiã para limpar o esperma que começava a escorrer de dentro dela.
Luís ri.”
- Se tu tivesses um par de seios um pouco melhores, ninguém pensaria que tu és um menino ... Deus, estou olhando para ti agora e nem mesmo eu te reconheço ... tu estás incrível Paulo, .. .Quero dizer Paula!
Ele pisca e sorri e ela sorri de volta para ele
- Queres me levar para passear?
Paula se levanta, endireita o vestido e estende a sua mãozinha para ele com um sorriso enquanto o homenzarrão estende a dele e agarra com força a dela.
Eles chegam à porta da frente e ele coloca as mãos nos quadris dela e lhe dá um beijo, sua barba faz cócegas nela cada vez que ele a beija.
- Sabes ..... Eu não vou fazer nada amanhã à noite ... planeava ficar em casa a ver alguns filmes. Talvez possas mentir para os teus pais e dizer que vais passar a noite em casa de um amigo ... podes vir e te vestes para passar a noite toda!
Ela sorri com a ideia.
- Eu adoraria ... vamos fazer isso. Responde ela sorrindo.
Eles dão mais um beijo de despedida antes do Luís se ir embora. Ela fecha a porta atrás de si e sorri, ansioso pelo dia de amanhã à noite quando percebe que é hora de voltar a ser o chato do Paulo, já que os seus pais deveriam estar a chegar a casa em breve para almoçar. Mas sorri de novo ao pensar em passar a noite na casa dos Luís amanhã!
A sua vida iria começar a mudar para melhor!
FIM