03 - O CONSOLIDAR DO GOSTO
Parte V - O Pedro, homem a sério
Numa sexta feira, estavam os meus pais em Milão, numa viagem de trabalho, ligaram-me, a meio da tarde, o meu pai muito aflito porque se tinha esquecido de entregar uns documentos importantes para o chefe dele. Como o chefe (Pedro) morava perto de nossa casa, pediu-me para ir lá a casa entregar-lhos pessoalmente. Assim fiz. Peguei na pasta e fui a casa do Pedro.
Era uma vivenda com um jardim grande e com uma zona nas traseiras muito bonita, com piscina. Cheguei a casa dele e toquei á campainha do portão uma série de vezes. Como ninguém me respondia e o portão está só encostado, resolvi entrar e procurar outra entrada nas traseiras. Ao circundar a casa, vi á distância duas pessoas junto á piscina. Aproximei-me mais um pouco e vi o Pedro deitado numa espreguiçadeira e uma loira completamente nua, para aí com 30 anos ajoelhada ao lado dele a chupar-lhe o pénis. O corpo do Pedro é quase perfeito. Musculoso e moreno. A loira continuava a chupar com todo o empenho e ele estava a gostar. De repente, o Pedro tirou-o da boca dela, virou-a de costas para ele, ela colocou-se de gatas e ele montou-a, espetando com muito vigor.
Eu nunca tinha visto um casal a ter relações ao vivo e fiquei, por isso, completamente hipnotizado. Para mais percebi que a mulher tinha um pénis erecto e fiquei completamente espantado, nunca tinha visto uma transexual. Recuei mais um bocadinho, com medo que eles me vissem e fiquei á espreita a ver tudo. Quando parecia que ele ia ter um orgasmo, inclinou-se, agarrou-a pelos cabelos e puxou-a para trás, mexendo-se com toda a força, começou a arfar e explodiu num orgasmo que se deve ter ouvido em toda a vizinhança.
Assustado, fui-me embora para casa, não conseguia parar de pensar no que vira. Nessa noite mal preguei olho, pensava naqueles corpos que se amavam à beira da piscina, sem preconceitos e sem vergonha, um homem que possuía uma transexual e ambos tendo um prazer imenso, seria o que me estava destinado a acontecer? O certo é que nessa noite não pude deixar de experimentar a quase totalidade do guarda roupa da minha mãe e de me masturbar por várias vezes com essas imagens na mente, adormeci vestido de menina e com um brinquedo introduzido no meu ânus.
Na manhã seguinte, quando acordei, excitado, tive que me acalmar e preparar-me para ir novamente a casa do Pedro para entregar os documentos, o meu pai dissera que era importante que ele os recebesse ainda naquele fim-de-semana.
Mais uma vez fui pelas traseiras, desta vez com medo (ou curiosidade) a pensar no que poderia encontrar. Podem imaginar o meu alivio quando vi o Pedro sozinho. Estava sentado numa das mesas, com um roupão branco, a ler o Expresso e a tomar o pequeno almoço. "Bom dia Dr. Pedro!", disse eu, "Está bom? O meu pai pediu-me para lhe entregar estes documentos", "sim, ele telefonou-me", disse ele. E quanto ele me cumprimentava, só conseguia pensar na cena da noite anterior.
"Por favor, senta-te e bebe um café comigo, enquanto analiso os documentos..."
"Tenho mesmo que ir, desculpe..." comecei eu a dizer, mas ele interrompeu-me "por favor, insisto..."
Não tive outro remédio senão aceitar, e sentei-me em frente dele a beber um café. Quando ele se sentou e pegou nos documentos, o seu roupão abriu um pouco e ficou a ver-se o seu pénis, que estava ligeiramente dilatado. Nunca tinha visto um tão grande e tão bonito.
Tentei virar a cara e controlar os meus instintos, mas só me conseguia lembrar da noite passada. Estava a sentir uma "comichão" características no meio das pernas e estive uma eternidade a olhar directamente para o seu pénis, não ouvindo nada do que ele dizia.
De repente ele levantou-se, deixando cair o cinto do seu roupão, que ficou entreaberto. Quase me engasgava ao ver o que ele estava a fazer, mas fiquei imóvel a olhar para ele. Deu um passo em frente e o seu membro ficou a um palmo da minha cara. Pegou nele e levou-o aos meus lábios. Esfregou-o nos meus lábios e depois recuou.
"Vá lá, não dói nada...", disse ele enquanto o esfregava mais uma vez nos meus lábios. Eu, lentamente, levei a minha mão ao seu pénis e abri os meus lábios deixando-o introduzi-lo na minha boca. Senti-lo na minha boca era inebriante, por alguma razão não conseguia resistir ao Pedro. Ele colocou ambas as mãos na minha cabeça e começou um vai vem constante.
Tinha que admitir a mim mesmo que não só ia deixar este homem possuir-me como o queria ardentemente. O meu corpo parecia que estava a arder à medida que ele ia e vinha dentro da minha boca, como se tratasse da vagina de uma mulher. Eu estava maravilhado com a sensação da pele sedosa e das veias do seu membro, e admirava-me porque tinha resistido aos meus amigos tanto tempo. Passado pouco tempo, o corpo do Pedro ficou tenso e o seu pénis começou a disparar jactos de esperma directamente na minha boca. O meu corpo tremeu e tive o primeiro orgasmo da minha vida que foi não provocado pelo contacto físico com o meu pénis. Depois de eu lamber o seu membro até á última gota, ele levantou-me e sem dizer uma palavra, deu-me um beijo na minha boca ainda cheia de esperma. Nuca um beijo me soube tão bem. Enquanto me beijava, desapertou-me a camisa.
"Oh não!" disse eu, enquanto ele me deitava numa cama da piscina e me metia a mão pelos calções e cuecas, começando e empurrá-los para baixo.
"Estás pronto", perguntou ele enquanto guiava o meu pénis para a sua boca, e o lambia limpando a porcaria que eu tinha acabado de fazer, de seguida foi a vez de ele me levar ao infinito e de eu ejacular na sua boca.
Deitámo-nos os dois na mesma cama da piscina e ficámos abraçados enquanto os nossos lábios se cruzavam, talvez por uma longa meia hora sentimos o nosso desejo crescer novamente, então o Pedro levantou-me e levou-me ao colo para dentro de sua casa, directamente para o seu quarto, e deitou-me na sua cama. Despiu-se por completo e eu também, foi então que ele virou-se para mim e perguntou-me se eu não queria ser a sua menina especial.
Eu respondi-lhe que sim e ele indicou-me o guarda roupa, que eu sem grande surpresa vi que estava carregado de apetrechos de toda a ordem desde lingerie feminina até alguns vestidos bem decotados e femininos, passando por vibradores e outros apetrechos.
Com ajuda do Pedro transformei-me e depressa fiquei na sua menina, quando ele me tomou novamente nos braços eu sentia-me a sua menina e ,foi nesse dia que ele me baptizou de Elia, dizendo-me palavras doces levou-me novamente para a cama onde me começou a beijar e explorar o corpo com as suas grandes mãos.
"Por favor Pedro, não devíamos..." murmurei eu, enquanto o meu ânus ia á procura do seu membro. Pensei na minha namorada e sabia que era tarde de mais. Estava tão excitado que o meu pénis estava literalmente a rebentar e parecia que o meu ânus tinha um íman para o membro do Pedro. Ele dificilmente entrou em mim e com impaciência teve de lubrificar o meu ânus e o seu membro, mas depois de uma só investida enfiou metade do seu enorme sexo.
"Ohhhhhhhh, ai!" gritei enquanto tinha uma espécie de convulsões. Nunca tinha sentido um pénis tão grande e tão grosso, maior que o vibrador da minha namorada, e ainda só tinha enfiado metade. Na sua próxima investida, enterrou-o por inteiro e tive o maior orgasmo da minha vida "Ohhhhh, Meu Deus Pedro, estou-me a vir...ai!!!!".
Ele inclinou-se e deu-me um beijo. Eu não queria acreditar no que estava a acontecer. Após ser completamente fiel à minha namorada, aqui estava eu deitado, a deixar que o patrão do meu pai (e logo o patrão!), enterrasse o seu sexo no meu buraco esfomeado.
"Foda-se! És uma menina muito quente!" á medida que me penetrava cada vez mais depressa, "o teu homem vai ser um homem de sorte".
Possuiu-me com força durante mais uns minutos e depois veio-se mais uma vez, desta vez dentro do meu ânus. Era como se eu fosse a sua escrava sexual. Passei o resto do dia em sua casa. Ele teve-me de todas as maneiras e feitios. Vestiu-me todas as roupas e adereços do seu guarda roupa e fez-me desfilar só para ele.
Quando a noite chegou, eu era dele completamente. Eu sabia que faria o que ele quisesse, desde que ele me satisfizesse com o seu pénis maravilhoso. Só cheguei a casa por volta das 5 da manhã de domingo e passei o dia inteiro no sofá a pensar no dia anterior.
Não fiquei muito surpreendido quando o meu pai telefonou no fim desse dia a dizer que tinham aparecido mais uns problemas e que teria de continuar em Milão mais duas semanas. Disse-me ainda que sem saber porquê, o Pedro o tinha promovida a Director de Marketing para os assuntos internacionais e que por isso iria ter que viajar mais vezes. Porque será?...
Estive mais umas quantas vezes com o Pedro mas é melhor não contar por agora...
Mas este meu amante foi o primeiro que me fez sentir como se eu fosse uma verdadeira mulher e que me olhou e me soube amar e tratar como uma.
FIM