59 - COMO SE VAI SONHANDO
Absolutamente por acaso estava encostada ao muro da estrada que vinha da praia a descansar.
Tinha estado a tarde toda a apanhar sol e mar, estava calor e precisava de me refrescar, devo ter fechado os olhos por momentos e deixei-me levar pelo sonho.
Passavam-me pela cabeça a imagem de uns quantos rapazes que tinham passado por mim na praia mas que não se tinham aventurado a mais do que uns simples sorrisos e olhares um pouco gulosos. Ouvi uns passos que se aproximavam e alguém dizer timidamente:
- Olá! Bom dia, pode ajudar-me? Abri os olhos e lá estava um homem.
Era pequeno e olhava para mim um pouco embaraçado.
- Sim? disse eu, e ele meio a gaguejar perguntou-me se era aquele o caminho para a vila do mar, eu respondi-lhe:
- É sim! Também vou para lá, estava cansada e encostei-me aqui um pouco, mas já estou melhor. Quer que eu o ajude a encontrar algum sítio na vila é?
Ele ainda mais atrapalhado ficou por me ver assim tão à vontade e respondeu:
- Eu não conheço nada destes sítios e agradeço desde já a sua simpatia, estou à procura de um sítio para passar uns dias de férias. Desembarquei agora e deixei tudo lá na praia, disseram-me para ir à vila e procurar um quarto para alugar.
- Fez bem em perguntar, eu vou para a vila e posso ajudá-lo. Também já estive à procura para mim e já conheço quase todos os sítios com quartos para alugar. Vamos que eu indico-lhe o caminho disse eu enquanto me punha a caminho e via que ele quase tinha que correr para me acompanhar.
Propositadamente adiantei-me um pouco para ele me poder ver bem a traseira e depois virei-me para ele e sorrindo disse.
- Quem sabe acabamos vizinhos de hotel! Ele um pouco esfalfado respondeu:
- Era perfeito se eu pudesse arranjar um quarto no seu hotel. E atrevendo-se um pouco mais:
- Talvez me possa mostrar o seu quarto para eu ver se gosto, desculpe se eu estou a ser pendura, nem me apresentei sou o Valter.
- E eu sou a Elia! Disse eu estendendo-lhe a mão. Estamos quase a chegar são mais 5 minutos, vai ver que é um local agradável e tranquilo, espero que o quarto esteja mais fresco que aqui na rua, deixei o ar ligado e vai saber-nos bem o fresco.
Reparei que quando me tinha apertado a mão a tinha retido um pouco e a tinha suavemente acariciado, deixando adivinhar que era uma pessoa calma e carinhosa. Entrámos no hotel e eu levei-o directamente para o meu quarto, ele estava um pouco embaraçado por eu o levar assim para o meu quarto, mas eu cuidadosamente tratei de o por à vontade pequei-lhe na mão e mostrei-lhe o quarto todo e deixei-o fazer todas as perguntas. Quando ele parecia nada mais ter para perguntar eu sentei-me no sofá e disse, suspirando:
- Aí!! agora deixe-me gozar um pouco este ar fresco, sente-se aqui comigo e podemos ficar um pouco na conversa enquanto eu sirvo uma bebida.
- Obrigado pelo seu convite, estou um pouco embaraçado, eu é que devia estar a convidá-la para tomar um refresco e afinal eu é que sou o convidado. Respondeu ele sentando-se ao meu lado.
De repente, quando ele se sentou ao meu lado parece que tudo aconteceu como se estivesse já combinado e ensaiado, nada precisei mais de dizer. Ele pegou-me na mão novamente e acariciou-a suavemente conduzindo-a para o seu peito, que eu senti quente e forte, deixei-me levar por ele, e deixei que ele me envolve-se com os seus braços e me beijasse ternamente, Quando ele me apertou senti que estava com um desejo louco de me ter e antes que ele avança-se mais tomei a iniciativa. Empurrando-o para trás desapertei-lhe as calças e deixando-o sem fala tomei o seu pénis duro na minha boca enquanto ele me olhava e acariciava os cabelos.
Sofregamente chupei o seu pénis a todo o comprimento fazendo os movimentos ora fortes ora suaves, intervalando as chupadas com algumas dentadas suaves na cabeça rosada e proeminente que ameaçava rebentar a qualquer momento. Eu sabia que ele ainda não tinha percebido que eu era transexual e que tudo o que pudesse fazer agora iria contribuir para que ele fica-se ou não zangado comigo, tinha que o fazer ficar louco de desejo e satisfação senão ele iria embora quando percebe-se o engano. Percebi que o momento dele estava a chegar e redobrei as chupadas fortes e cada vez mais rápidas, até que senti o seu esperma no fundo da minha garganta correndo em jactos fortes, não parei e bebi tudo que ele tinha até ele me forçar a cabeça a parar.
Olhei para ele e pela sua expressão percebi de imediato que o que eu lhe tinha dado era suficiente para ele aguentar o que eu lhe ia dizer.
- Olha tenho que te dizer a verdade. O meu nome verdadeiro não é Elia. Eu sou uma rapariga especial. Disse eu enquanto a minha mão não largava o seu membro que continuava duro. E vi pela sua expressão que ele não tinha percebido o que eu lhe estava a explicar. Ele entretanto tentava chegar até mim esticando o braço para as minhas pernas onde devia pensar que ia encontrar a gruta de uma menina. Não o deixei chegar perto e antes que ele pusesse a mão onde não devia disse-lhe:
- Não te vais zangar comigo mas na realidade eu sou uma menina que tem os dotes de um homem, e que ainda não se vai ser uma menina completa. Vou mostrar-te que tenho algo que tu não está à espera.
Sem esperar mais levantei-me e comecei lentamente a desviar a parte superior do biquini mostrando os meus seios. Olhava para ele e via que ele ainda não acreditava que eu tinha uma pilinha, mas quando comecei a puxar as calças para baixo e o meu sexo ficou livre a sua expressão mudou para um ar de espanto mas também de curiosidade.
A sua mão até então estendida para mim recuou um pouco. Eu disse-lhe:
- Bem te avisei espero que agora não te zangues e te vás embora ou me faças mal Valter, por favor fica um pouco mais.
Que se passaria de seguida? Eu estava cheia de medo com o que iria ser a sua reacção, sem saber se ele se iria levantar e ir embora ou se iria reagir mal e me ia tratar mal, ele bem podia imaginar que eu o tinha querido enganar.
Aproveitei o momento e continuei a exibir-me, puxei os seios mais para fora, bamboleei as minhas ancas diante dele e fiz o meu ar mais sensual e feminino possível. Despi por completo as calças e ajeitei a tanga do biquini aproveitando para lhe mostrar as minhas nádegas bem feitas e virando-me novamente para ele perguntei:
- Não vais querer ir embora pois não? Ele mal respondeu gaguejando qualquer coisa que não se compreendeu mas não se levantou nem esboçou qualquer movimento de desagrado, limitou-se a fixar os olhos no meu sexo e a ficar de boca aberta. Vi que ele já não se ia levantar a continuei na minha exibição, tirei por completo a tanga do biquini e fiquei apenas com a parte de cima do biquini, dirigindo-me novamente ao sofá.
Sentei-me ao seu lado insinuando a minha mão na direcção do seu sexo e senti que ele também procurava o meu pequeno pénis, deixei que ele me acaricia-se enquanto eu o ia novamente excitando com alguns movimentos da minha mão e com palavras e sussuros de pomba amorosa. Pouco a pouco senti que o seu desejo voltava e que tinha feito bem em lhe contar tudo. O seu pénis crescia novamente prometendo um resto de tarde agradável, fui continuando os movimentos e carícias até sentir novamente que não era só a sua mão que me procurava, mas sim todo o seu corpo que me desejava. Quando vi que ele não podia mais e que começava a querer mais resolvi dar-lhe tudo o que tinha.
Levantei-me novamente e exibi para os olhos dele a minha rosa, entreabrindo as nádegas suavemente. Ele não se atrapalhou e senti as suas mãos novamente a percorrerem o meu corpo, excitando-me e deixando-me louca por o ter dentro de mim, não via a hora de sentir o seu membro a penetrar-me. Achei que era a altura de lhe dar mais e libertando-me dos seus braços pequei na sua mão conduzindo-a na direcção da minha rosa e disse-lhe que era ali que ele ia ter que enfiar o seu membro duro, ele não se atrapalhou e ajudou-me a pôr um pouco de lubrificante. Com os dedos foi-me alargando o ânus e percebi, pelos seus gestos. que ele estava cada vez mais excitado e desejoso de me ter como mulher.
Empurrei-o suavemente para o sofá e sentei-o de forma a que o seu pénis ficasse solto, segurando nele fui aproximando a minha rosa da sua cabeçona. O meu buraquinho estava já bem dilatado e aberto mas mesmo assim não pude evitar um gemido ao sentir a sua cabeçona a entrar dentro de mim. Continuei lentamente a forçar a entrada esquecendo-me por momentos da presença do Valter, até que comecei a sentir que o seu membro, que já era grande, pouco a pouco ia ficando mais duro e maior, era como se ele ainda estivesse a crescer mais dentro de mim. Ainda não o tinha conseguido por todo dentro de mim e já sentia dores que me obrigavam a gemer. Continuei com pequenos movimentos a forçar a sua entrada dentro do meu ânus e cada vez mais sentia que ele continuava a crescer e endurecer dentro de mim.
Depois finalmente senti que ele estava todo dentro e pouco a pouco senti-me mais à vontade e comecei a deixar de ter as dores da penetração e a gozar com o seu enorme pénis a furar-me até bem ao fundo da minha gruta. Comecei a forçar mais os movimentos de sobe e desce fazendo agora com que fosse o Valter a começar a gemer mas de prazer. A sua hora estava perto e apressei-me a acelerar os meus movimentos, tornando-os mais amplos e rápidos enquanto que o sentia cada vez mais a perder o domínio de si até que subitamente senti que ele se vinha com uma explosão de prazer, gemendo e arfando. Eu não parei e continuei a movimentar-me apertando as nádegas o mais possível e empurrando cada vez mais para baixo até que ele não pode mais e gritou para eu parar.
Senti que ele tinha despejado todo o seu liquido dentro de mim e que ameaçava ficar seco. Abrandei e finalmente parei apertando-o dentro de mim. Recostei-me e senti que as suas mãos procuravam os meus seios, acariciando-os suavemente. Apertei novamente o mais que consegui as minhas nádegas e senti que ele libertar as últimas gotas do seu liquido dentro de mim.
Virei-me e senti o gosto doce da sua boca que me procurava, deixei que ele me beijasse sem fim enquanto pouco a pouco me virava para ele. Depois perguntei-lhe docemente
- Gostas-te amor? Queres repetir? Ele nada disse mas a sua boca procurou-me novamente e os movimentos da sua língua ao longo do meu corpo foram o suficiente para me excitar mais. Libertei-me dele e sentei-me ao seu lado sentindo as suas mãos percorrerem os seios e os eus lábios procurarem todas as partes do meu corpo.
Estendi-me no sofá e fechei os olhos apreciando o momento o mais possível. Sentia que o Valter ia tomar a iniciativa e de facto senti as suas mãos a afastar as minhas pernas, o seu sexo a aproximar-se de mim até que ele o encostou ao meu. O prazer que senti no contacto dos dois pénis foi enorme, eu estava excitada e o meu pequeno sexo também estava erecto, o Valter com a sua mão envolveu os dois sexos e depois deitando-se por cima de mim começou um movimento de vai e vem apertando-os de encontro à nossa barriga eu rapidamente me vim e gozei com as suas carícias deixando que ele continuasse até que senti que também ele estava para se vir. Afastei-o receando que ele se viesse fora de mim e arrastei-me para o chão em frente ao sofá, onde me estendi de costas puxando as pernas o mais para trás que consegui e alteando o meu buraco de forma a que ele não o pudesse falhar.
Ele não se fez rogado e agora que o buraco já estava bem largo e lubrificado conseguiu enfiar o seu grande pénis quase todo de uma só vez deixando-me uma vez mais a gemer de dor e prazer. As minhas pernas ficaram presas no seu peito e senti novamente as suas mãos a procurarem os meus seios. Depois senti os seus movimentos e o seu pénis a penetrar-me cada vez mais. Eu fechei os olhos e preocupei-me apenas em saborear o momento, sentindo-o dentro de mim cada vez mais fundo, mais rápido e maior, parecia que ele nunca mais parava de crescer e de ir mais fundo dentro de mim.
Quando ele se veio não pude evitar um gemido de prazer e senti que também eu me tinha acabado de vir sujando uma vez mais a minha barriga. Devo ter adormecido de cansaço. Quando acordei já de noite o Valter estava sentado no sofá a olhar-me como se eu fosse a única pessoa do mundo, senti que era o início de uma bela relação, ele era o meu Homem e eu a sua Mulher. O resto das nossa férias foram um paraíso de sexo, manhãs tardes e noites sem fim.