121 - A ROCHA
Era sábado de novo.
Ser sábado significa que ele vai estar no parque sentado na pedra quando eu passar.
Todos os sábados das últimas seis semanas eu fui até à biblioteca e regressava pelo caminho do parque.
De todas as vez aquele homem mais velho estava sentado na mesma pedra.
Sorria para mim, quase como se estivesse a brincar comigo.
Ele estava sempre vestido com uma camisola sem mangas e calções curtos vermelhos.
De todas as vezes que eu passava, ele pedia-me um cigarro e dizia:
- Eu podia atropelar-te se tu quisesses!
De início eu não tinha certeza do que ele queria dizer com aquela pequena frase.
Mas eu sabia que aquilo me soava muito erótico.
Sempre que eu ouvia aquilo o meu pau ficava grande e doía.
Quando chegava a casa, dava um puxão na minha pilinha pensando naquele homem mais velho sentado na rocha.
Eu estava novamente a regressar para casa, vinda da biblioteca, e desta vez estava pronta.
Comprei um maço de cigarros e segui o meu caminho pelo parque.
A ansiedade estava a roer-me por dentro, só de pensar na possibilidade do que podia significar aquela oferta ficava com calafrios na espinha.
Caminhei um pouco mais rápido que o normal naquele dia.
Lá estava ele na rocha.
As suas grandes bolas suculentas viam-se, quase a sair dos calções.
As suas longas pernas descansando contra a relva.
Continuei andando e agi como se não o tivesse visto.
Sentia a batida do meu coração a disparar enquanto olhava em volta para ter a certeza de que ninguém nos via.
Assim como ele tinha feito em os todos sábados, anteriores, ele pediu-me um cigarro.
Eu virei-me para ele e antes que ele pudesse dizer que me podia "atropelar" o meu pau estava a sair das minhas calças.
Os seus olhos pareciam que me perfuravam e viam através de mim.
Eu não conseguia nem falar e apenas lhe estendi o maço de cigarros, que ele pegou com prazer.
Ele olhou para a minha protuberância e sorriu.
Olhando para ele com um pouco mais de atenção percebi que ele devia ter pouco mais que uns 40 anos.
Ele abaixou-se, agarrou no meu pau e puxou-me para perto dele.
Os seus lábios grossos foram pressionados contra os meus e eu quase que tinha um orgasmo e libertava a minha carga logo.
Ele rapidamente abaixou os seus calções e empurrou a minha cabeça na direção das suas enormes bolas suculentas.
De joelhos comecei a chupar as suas bolas enquanto sentia a sua mão alcançar as minhas calças e a puxar o meu pau.
Ele me fez levantar e virando-me fez com que eu ficasse sentada na pedra.
Abri as minhas pernas e ele, ajoelhando-se, envolveu os seus grandes lábios em redor da minha ferramenta.
Eu estava tão quente e húmida que atirei uma sucessão de jatos para a parte de trás da sua garganta.
Ele continuou a chupar e a lamber o meu pau e as minhas bolas e eu fiquei dura como pedra pronta para mais daquele velho e gostoso garanhão.
Ele tirou os calções vermelhos e inclinou-se sobre a pedra expondo as nádegas mais rosadas que eu já tinha visto.
Fiquei por trás dele por alguns segundos a olhar para seu buraco aberto pulsando e pedindo por mim.
Deslizei o meu pau quente na sua fenda velha e comecei a montá-lo.
Puxei os seus quadris contra os meus e bombeei a sua fenda, que estava cheia com a minha carne.
Ele começou a gemer e a empurrar para trás com tanta força que vi um pouco de sangue a escorrer pela sua coxa.
Ele estendeu a mão para trás e puxou meu pau para fora da sua fenda pingando e empurrou-o de volta.
Eu estava a bombear na sua fenda apertada e senti-me um pouco culpada.
Agarrei nas suas bolas grandes e continuei a bombear na sua bunda o mais forte que podia.
Ele começou a gritar por mais.
Ele continuou a gritar mais forte, mais forte, eu agarrei nos seus ombros e puxei as suas costas para mim o mais forte que pude e depois de uns quantos golpes eu explodi dentro da sua fenda.
O meu esperma ficou a escorrer pelas suas pernas, como o sorvete caindo de um cone no calor do verão.
Caímos na relva ao lado da pedra e ficamos ali por alguns minutos.
Mas apercebi-me de que estávamos num local público e que era de dia.
Eu rapidamente puxei as minhas calças para cima e comecei a agradecer-lhe, ajudando-o a vestir-se.
Ele disse que não era necessário agradecer, mas assim que eu me levantei para me ir embora ele chamou-me.
Eu virei-me e ele mandou-me o maço de cigarros para mim e disse:
- Guarda isso para o próximo fim de semana.
FIM