20 - BRUNO E DIEGO
Como já vos contei em algumas das minhas histórias anteriores, sou uma cota muito bem parecida, e com uma fixação em fofas. Essa fixação já me vem desde a minha infância, quando ficava super interessado nas minhas professoras. Adorava ver aqueles “traseiros” enormes andando para lá e para cá durante as aulas. Actualmente sou independente, financeiramente e sem amarras familiares, moro numa grande cidade e me sinto livre para fazer quase tudo o que quero e para ser quem eu quero ser, umas vezes mulher outras menina ou homem. O relato destas histórias que aqui deixo é apenas uma forma de eu retribuir a todos vós as aventuras que muitos me têm proporcionado ao longo dos últimos anos.
Meu nome era Bruno, tenho agora 51 anos, mas na época desta história eu ainda era um rapaz de 16 anos. Sempre adorei muito fazer atividades físicas, natação, luta, corrida e bicicleta desde os meus 10 anos. No clube onde eu estava a praticar algumas atividades conheci um rapaz, de nome Diogo, ele tinha uns 12 anos na época, era o irmão mais novo de um amigo meu, o Rodrigo. Costumávamos estar a jogar à bola no clube, eu o Rodrigo e mais uns quantos rapazes enquanto esperávamos pelo treino do fim da tarde quando ele aparecia e ia falar com o seu irmão. Baixinho, por volta de 1,50 m, cabelos bem pretos com uma faixa a segurar, olhos negros, sobrancelhas cerradas, um olhar profundo mas inocente e rosto arredondado. Tronco liso, barriga magra, braços magros, mas nada ossudos, mãos pequenas e delicadas, coxas relativamente grossas, pernas lisas. A pele era uma mistura de branco com avermelhado. Como ele andava de skate, ele adorava se vestir com roupas, bem largas, ténis com quase o dobro do tamanho do pé dele. No entanto ele sempre estava com roupas novas, nada velho ou feio. Sua voz era fina mas não irritante, era mansa, calma. Tinha um timbre gostoso de se ouvir. Bom, pela descrição não preciso de explicar que eu comecei a ficar com uma grande admiração com o garoto. Ele era bonito e estiloso para a idade dele. Naquela altura até fiquei com uma pequena inveja de querer ser como ele. Sabia que se eu fosse como ele quando tinha a idade dele, eu teria tido muito mais amigas menininhas ... Houve um dia em que ao voltar pra casa não conseguia parar de ver a imagem do garoto um só momento na minha cabeça. Achei até estranho pois que nessa época eu não sabia que mais tarde ia passar a gostar de homens. Uma noite até sonhei com ele. Esse sonho foi numa terça-feira e na quarta quando acordei cedinho fui a correr para o clube na esperança de o ver. Dei a volta ao clube inteiro mas acabei desistindo.
Resolvi que era melhor parar com esses pensamentos e decidi que o melhor caminho era tomar uma cervejas, coisa de rapaz macho. Fui em direção ao bar, mas no caminho vi-o sentado, sozinho num banco afastado. Estranho. Ele sempre foi popular, sempre estava rodeado de amigos. Mil e uma coisas passaram pela minha cabeça. Precisava de alguma desculpa pra ir falar com ele. Decidi ir perguntar pelo irmão dele. Fui. Que nervoso, que timidez a minha. Mas quando cheguei perto vi que ele estava meio pálido e com má cara. Mesmo assim perguntei pelo seu irmão e ele disse que o Rodrigo não estava no clube, pois tinha saído com uma namorada. Agradeci e virei as costas, mas minha consciência me deu um aviso, e virei-me de novo para ele e perguntei-lhe se estava tudo bem. Ele disse que não estava se sentindo bem. Como eu, por causa do desporto já tinha feito um curso de socorrido e entendia algumas coisas de saúde percebi vi que provavelmente a sua tensão estava abaixo do normal. Expliquei-lhe isso e disse que ele precisava lavar o rosto com água fria, beber água e comer alguma coisa salgada. Ele concordou comigo e aceitou a minha ajuda. Yes! Acompanhei-o até ao bar do clube e o obriguei a tomar água e comprei uns salgados, pois ele estava sem dinheiro.
Com esta conversa ficamos amigos. Descobri que ele estava começando a treinar agora (eu já tinha 3 anos de treino) e que estava tendo algumas dificuldades, na luta, e eu combinei com ele virmos os dois ao clube no dia seguinte para podermos treinar os dois e eu o ajudar. Também estava calor e sugeri que depois do treino fossemos para a piscina. Ele aceitou e enquanto combinávamos a hora do dia seguinte a sua mãe chegou de carro e o chamou para ir embora, ele apertou a minha mão forte, olhou no fundo dos meus olhos e demorou mais de 30 segundos para soltar a minha mão, ele agradeceu e disse que eu era muito amigo.
Era o primeiro sinal. Voltei muito feliz para casa. Muito mesmo. Completamente nos ares. Quase que não dormi nessa noite. E quando, antes de dormir, estava me masturbando como eu tinha por hábito antes de dormir, me recordei daquele momento da troca de olhares e de imediato imaginei a mão dele que acariciava a minha mão e que me ajudava na minha masturbação. Creio que tive um orgasmo nesse mesmo momento, e forte, sujei até ao ombro. Fiquei muito “aliviado”, mas me senti estranho. Houve outras vezes assim quando eu era menor com um amigo meu, mas essa é outra história, e diferente.
Quinta-feira chegou. Estávamos de férias e eu podia gerir o meu dia como queria. Cheguei às 9 da manhã ao clube como combinado, tinha sido um pouco chato acordar cedo, mas eu sabia que ia valer a pena. De novo dei uma volta ao clube e não o encontrei, ele chegou eram quase 10 hrs pedindo mil e uma desculpas pois não havia ninguém para o trazer. Fomos para um ginásio do clube onde não havia muita gente e que tem alguns tatamis (aquele “colchões” no chão para karaté, jiu-jitsu, etc). Ficamos lá quase uma hora treinando e sempre que havia algum movimento que precisava de maior aproximação ele não hesitava em chegar bem perto de mim e de se encostar a mim. Como estava muito calor decidimos fazer um pénissa e ir para a piscina, almoçar, e depois voltar. Na piscina ele logo que entrou na água teve que se segurar nas minhas costas, pois a piscina não tinha pé pra ele. Brincamos como se fossemos amigos de anos. Ele sempre a segurar-se nas minhas costas, quase me abraçando.
Foi talvez um pouco exagerado da parte dele, que por várias vezes me abraçou com mais forte e ficou de frente pra mim me olhando profundamente. Ali havia coisa. E eu ia descobrir hoje. No vestiário o seu comportamento esfriou um pouco, era vergonha. Ele quase que se escondeu dentro da toalha que trazia para trocar de roupa. Mas devo confessar que ele, naquela toalha grande e grossa eu o via lindo. Ainda mais pelas bochechas vermelhas do excesso de sol. Já eu não tive muito vergonha e me despi e troquei na frente dele. Me lembro que quando tirei a tanga da natação ele olhou para o meu pénis que, modéstia à parte, não é pequeno, e olhou para o lado, com o rosto vermelho, cheio de vergonha. Vendo a sua vergonha vesti-me rapidamente e esperei por ele à porta da piscina para irmos almoçar.
Ele tinha trazido pouco dinheiro, e estávamos com muita fome devido a toda aquela manhã de atividade e água. Acabei por lhe “emprestar” algum dinheiro pra ele e eu comermos no restaurante do clube. Eu e ele. Já eram duas da tarde e o meu coração batia forte. Fomos de novo para o ginásio dos tatamis, mas como todos sabemos, depois do almoço ficamos com moleza e o calor não ajudava. Resolvemos fazer uma luta de chão mais ligeira e eu ensinei-lhe umas chaves de imobilização no solo. Só que como eu sou um pouco aproveitador, ensinei-lhe todas as chaves que eu sabia em que eu podia ficar agarrado a ele. Quando as coisas estavam a aquecer, ouvimos no sistema de som do clube chamarem pelo nome dele para ele ir ao telefone, fomos a correr e era o seu irmão pedindo pra ele ir à portaria e lhe dar a chave da casa deles que estava com o Diego. Enquanto ele foi à portaria do clube, eu lhe disse que precisava fazer uma coisa, que era pra ele não ter pressa e que eu já voltava. Corri até a banca de jornais que ficava dentro do clube e comprei uma revistinha pornográfica que o velhote da banca vendia sem perguntas. Quando eu voltei para os tatamis, e vi que ele não estava no ginásio, mas que a mochila dele estava lá. Chamei-o pelo nome, “Diego”, e ele apareceu rápido, vindo do banheiro, meio desajeitado, com o rosto avermelhado, com a respiração ofegante e um olhar de quem estava aprontando alguma coisa. Não era preciso uma bola de cristal para perceber o que ele devia estar a fazer, e eu apenas pensei que gostava de saber se ele estava pensando em mim no momento. Fiquei um pouco surpreso, pois na idade dele eu ainda não me masturbava. Aproveitei a oportunidade e logo ataquei, falando um pouco mais zangado:
- Di, tu és louco? deixas a mochila aqui? Nunca ninguém aparece aqui nesta parte do clube, e se alguém te rouba a mochila os teus pais te comem vivo. Era uma zanga um pouco sem nexo, mas com 2ª, 3ª e até mais intenções. Ele baixou a cabeça e com uma voz mansinha disse:
- Desculpa. E ele lá tinha que pedir desculpas pra mim? Era a hora certa para eu avançar:
- Di, já estou cansado. Vamos dar uma volta. Ele acenou com a cabeça inocentemente dizendo que sim. Fomos andando e conversando saímos do clube e passeamos pelos campos fora, até que lhe perguntei pra ele se ele já tinha beijado alguém e ele me respondeu que já. Conversei mais e consegui que ele me contasse o seu primeiro beijo. Depois ainda perguntei se ele já havia tentando algo a mais com as meninas e fui conversando e conversando e conversando até chegar ao assunto se ele se masturbava (acreditem! Foi muita conversa). Ele disse que já, desde os 9 anos. Tinha aprendido vendo o seu irmão fazer no WC de madrugada. Perguntei se ele já tinha visto alguém a fazer isso sem ser o irmão dele, ele ficou vermelho e disse que ainda não. AINDA NÃO? Isso queria dizer que ele pretendia ver? Acreditem! Muitas pessoas revelam segredos sem perceber. Eu então lhe disse que eu tinha uma revista pornográfica na mala e que queria que ele a visse comigo. Ele disse que sim, mas que precisávamos de encontrar um lugar para nos escondermos. Logo encontramos um local no meio do mato, perto de uma ponte que havia ao lado do clube, bem escondido. Havia lá uns montes de terra que pareciam umas covas, por isso apelidávamos esse local de Cemitério. Ele sentou-se e eu sentei-me ao seu lado dando-lhe a revista para as mãos dele, fiquei bem pertinho dele e ele começou a folhear a revista comentando uma coisa ou outra. Coloquei a mão por cima do ombro dele, ele estremeceu de tesão e medo, acho eu. Me deixei ficar um pouco assim e depois comecei a fazer um carinho no ombro dele. Percebi que ele se chegou mais a mim. Ele folheava a revista devagar como se nada estivesse acontecendo. Abaixei um pouco a mão e comecei a fazer caricias no tronco dele. Fiquei quase dez minutos sem baixar a mão. Mas após isso coloquei a mão em sua cintura e fiz com a outra mão acariciei a sua coxa e fui indo devagar até chegar perto do seu pénis. Meu coração já estava saindo pela boca, não aguentava mais, queria abraça-lo, beijá-lo, tirar a sua roupa. Coloquei a minha mão na sua barriga e continuei descendo bem devagar......... Parecia que entre o umbigo dele e o começo do calções havia um quilómetro ........... Parece que nunca chegava até aos calções dele............ E ele continuava a ler como se nada estivesse acontecendo, mas com a respiração forte. Eu estava com uma mão por trás das costas dele, descendo quando senti o começo dos calções dele ....................................................... Sabia o que se ia passar logo depois. O meu coração estava mais rápido que uma metralhadora. Até que ........................ senti .............. e coloquei logo a mão toda .......... estava finalmente sentindo o pénis mais perfeito do mundo.
Era já era motivo para eu perder o controle, mas havia um fator ainda maior, o pénis dele era razoavelmente grande para a idade dele. O que me deixou ainda mais excitado. Fiquei fazendo caricias naquele pénis duro e não me controlei, comecei a masturbar o Diego por cima dos calções bem devagar. Ele amoleceu o corpo nos meu braços e eu continuei devagar. Enfiei a mão devagar por dentro dos calções, acariciei a sua cueca e logo enfiei a mão por baixo e senti finalmente o seu pénis. Fiquei passando a mão nele da ponta até à base, acariciei as bolas, subi, seguei ele firme e comecei a subir e descer a mão. Eu estava morrendo de tesão. E ele também, pois de vez em quando ele estremecia de tesão, o que me deixava ainda mais louco. Com a outra mão, segurei a mão dele e fui levando pela minha coxa até ao meu pénis. Quando ele sentiu o meu pénis ele estremeceu ainda mais forte. Parei de o acariciar com receio de que ele fosse gozar logo, se é que ele já gozava. Ele segurou meu pénis forte, largou a revista e olhou fixo nos meus olhos. Eu me reclinei pra trás, larguei o pénis dele e ele baixou os meus calções, segurou o meu pénis, ficou um tempo olhando pra ele. Ele quase não conseguia fechar a mão, ele deu uma olhada pra mim, olhou para o pénis de novo e começou a bater uma para mim bem gostosa. Eu estava a delirar. Ele deitou-se no meu peito e ficou olhando para o meu pénis enquanto batia pra mim. Dei a volta com a minha mão por cima dele e voltei a bater para ele também. De repente, ele vira-se ao contrário, mais ou menos como no 69, só que de lado, deixa seu pénis virado pra mim e começa a beijar as minhas coxas. E com beijinhos ele chegou no meu pénis e abocanhou como se quisesse muito aquilo e começou a chupar feito louco. Dava pra perceber que ele nunca tinha feito aquilo, mas era maravilhoso. Pela falta de habilidade dava pra sentir os dentes dele de vez em quando, mas isso só tornava a situação ainda melhor. Eu teria que lhe ensinar muita coisa ainda. Nisso eu não resisti. Olhei para o pénis dele, o pénis dele olhou pra mim e acho que foi como um beijo de cinema ali hehehehe .... Foi demais ..... Momentos depois, de repente ele se contraiu, soltou o meu pénis da sua boca e deu um gemido um pouco mais forte e depois ficou com o corpo mole. Mesmo assim, fiquei chupando o pénis dele devagar, mesmo depois de ele ter gozado. Foi um gozo seco, mas foi. Depois, ele virou-se de novo ao contrario, olhou bem nos meus olhos e eu não aguentei, agarrei-o e dei-lhe um beijo. Não foi um beijo com língua, apenas foi um longo xoxo, mas foi demais ...... De seguida ele me abraçou forte, deitou-se de novo no meu peito, com a sua cabeça no meu ombro e começou a masturbar-me novamente. Não sei como era possível eu ainda não ter gozado ... mas não resisti nem um minuto, e gozei como nunca havia gozado antes. Que tesão. Inexplicável. Perdi as sensações do meu corpo, como se me tivessem tirado a alma.
Devagar fui voltando ao normal, me sentindo nas nuvens. Ele ficou segurando o pénis meio sem saber o que fazer, eu o tirei da mão dele devagar, peguei num lenço na minha mala e me limpei. Ele ficou meio sem jeito, sem saber o que fazer. Com cara de preocupado. Eu olhei bem pra ele e perguntei:
- Di, tu gostaste? Ele respondeu que sim balançando a cabeça e me lembro de cada palavra a seguir:
- Então não temos que ter vergonha. Nós temos que fazer o que gostamos na nossa vida e não o que os outros acham certo ou errado, afinal a vida é nossa e quem faz nosso próprio destino somos nós. Não sei se estou a exagerar ao dizer ... Eu gosto muito de ti Di.
- Eu também. Respondeu ele falando com uma voz meiga e vindo para cima de mim me deu um beijo. Ficamos deitados quase uma hora juntos conversando e dando beijos.
Ele teve que ir embora. Nos despedimos com um longo beijo ..................... e um abraço bem forte ......... Logo que eu o vi indo embora senti saudades, mas tive a certeza que fora o melhor dia que já tinha vivido até o momento. É claro, isso foi só o começo. Depois disto ainda sentimos alguns problemas por causa da nossa diferença de idades mas eu consegui resolver quase tudo.
Se quem acabou de ler este conto gostar dele eu prometo que conto um pouco mais da mina amizade com o Diego, principalmente do que nos aconteceu passados anos em que eu consegui levá-lo de férias comigo para um acampamento na praia, como eu consegui levar para o quarto ele e mais um amiguinho dele, e como tudo acabou por termos sido apanhados pelos pais dele.
E outras coisas ainda mais interessantes que estas. Afinal isto tudo já se passou há uns 40 anos. E muita coisa aconteceu de lá pra cá. MUITA.
Meu email é elis69luis@gmail.com usem apenas se vocês tiverem algo de importante para me dizer ou mandar.
ATENÇÃO: Ser jovem e sentir atração por pessoas menores de 18 anos não é pedofilia. Pedofilia é abusar sexualmente e psicologicamente dessas crianças contra a vontade delas, deixando-as com sérios traumas que vão carregar para o resto da vida. Não apoio a pedofilia infantil. Tudo que foi feito foi de livre espontânea vontade do Diego e minha. Até diria que a iniciativa foi mais dele do que minha. Quando ele não queria, eu não insistia.
FIM