74 - Nasceu a Teresa
Olá lindos
Esta história não é minha, mas foi-me contada por uma amiga minha, foi-me contada com tanto carinho e palavras ternas que eu acredito nela por completo e não quiz deixar de a vir pôr aqui para que todos possam ver como é possível nascer um romance lindo.
A minha amiga, quando viveu este primeiro romance, ainda se chamava José Daniel e tudo começou, quando apareceu um primo seu, que era um ano mais novo do que ela e que apareceu, de férias, vindo de longe, era o Pedro Luís.
O que ela me contou, reproduzo aqui o mais fielmente que me recordo, e tento narrar na primeira pessoa por que eu adorava ter sido eu a personagem desta história:
Depois de tantos anos passados custa a acreditar que dois pirralhos como nós, que nunca se tinham encontrado, nos pudéssemos entender de uma forma tão perfeita e tão linda.
Tínhamos uma idade muito tenra, e foi durante as férias de verão, ele tinha acabado de chegar do Ultramar, eu já tinha ouvido falar dos meus primos de África, mas eram as primeiras férias que eu ia passar com eles.
Eu nunca os tinha conhecido, talvez em bebés, nos tivéssemos cruzado em casa dos avôs, mas eu de nada disso me recordava, eu era apenas um ano mais velha que o Pedro Luís, aquele que ficou a ser o meu amigo especial.
Ele mais novo com 8, eu mais velha com 9 mas muito inocente, eu nada sabia da vida. Filha única e super protegida que só conhecia a casa da família e a escola.
Ele mais novo, mas vinha de África, diferentes culturas, diferentes hábitos, diferentes liberdades.
Nem sei como é que os meus pais tinham decidido que eu podia ir de férias para casa da minha avó passar uns dias de férias no campo, numa casa grande, velha, um pouco suja e bem diferente do luxo da capital. Acho que estavam em crise e que quiseram passar uns dias de féria sozinhos, sem o filho mimado a atrapalhar, para reavivarem a sua paixão.
Na quinta conheci o Pedro e foi como se eu sempre tivesse brincado com ele. De imediato ficamos inseparáveis e fazíamos tudo juntos.
Numa tarde a minha avó nos disse para irmos até ao pinhal apanhar pinhas para lenha, e nos deu para a mão uns quantos sacos de serapilheira para irmos encher, prometendo que nos pagaria o trabalho.
No meio da tarde ele perguntou-me, do nada:
Olha tu já fodeste alguma vez?
A expressão, palavra, não me era estranha mas eu não fazia ideia do que queria dizer.
Inocente perguntei o que era foder, e ele riu a bom rir.
- Não sabes o que é?
Eu não fazia mesmo a mínima ideia do que aquilo poderia ser.
Ele explicou-me o que era:
- É quando um homem e uma mulher fazem sexo.
Outra palavra nova para mim, ele devia ter aprendido tudo isto com a gente de onde ele vivia lá longe com os selvagens em África.
Ele voltou e tentar explicar-me:
- Olha é quando um homem tem que ficar com a pilinha dura para meter no pipi da mulher.
Continuei intrigada com aquelas palavras novas para mim, mas ele lá explicou como aquilo se devia fazer.
Naquele dia a conversa ficou por ali, era preciso regressar e ir pedir o prémio do trabalho à nossa avó.
Dias depois voltámos ao pinhal para brincar, era tudo aventuras e descobertas, e ainda mais descobertas.
A conversa incompleta sobre sexo e de como se fazia voltou a aparecer.
Decidimos analisar as nossa pequenas pilinhas, e mostramos um ao outro como elas eram. Meio que sem querer começamos a acariciar-nos um ao outro.
Continuamos a ir para o campo ou para o pinhal e a continuar as nossas aventuras, e de uma forma natural voltamos a acariciar e a mexer na pilinha um do outro.
Não sei se aquilo que um fazia ao outro podia ser considerado masturbação, eu creio que nessa idade eu ainda não tinha um orgasmo. As brincadeiras evoluíram até que um dia eu decidi beijar a pilinha dele e metia na boca por um bom bocado, chupado-a.
Um dia, nem sei bem com as brincadeiras foram descobertas, a minha avó ficou furiosa e disse que não nos ia dar mais sobremesas se nós não nos portássemos decentemente, mas creio que ela nada contou aos nossos pais. Éramos dois miúdos e não fomos levados muito a sério.
As férias em conjunto acabaram logo e nos despedimos com um abraço de amigos.
Os anos passaram e quando nos voltamos a encontrar, eu agora com 14 e ele 13, voltamos à nossa conversa sobre sexo e voltámos às brincadeiras que entretanto evoluíram.
Tanto eu como ele já sabíamos agora o que era um orgasmo, e ambos gostávamos de ver o seu amigo a chegar lá acima com a nossa ajuda.
Me lembro de que a desculpa para nos começar-mos a acariciar era quase sempre:
- O meu hoje está maior do que o teu, queres ver?
Breve começamos a aprender um com o outro como se chupava, como se conseguia dar mais prazer ao parceiro.
Aprendemos a trocar beijos, e ficamos tardes e tardes abraçados entretidos a trocar carícias.
Fazíamos concursos era ver qual tinha a pilinha maior, mais dura, quem se vinha mais, quem chupava melhor. E continuamos por todo esse verão inseparáveis.
Eu tinha já 16 anos quando me decidi começar a brincar com as meias da minha mãe, num ápice evolui para os sapatos, a minha mãe sempre tinha usado saltos altos, paixão que até hoje eu cultivo.
Depois dos sapatos foi a lingerie, foi o pintar lábios e usar pó de arroz - a minha mãe nunca usou muita maquilhagem e eu tive que inventar um pouco, usava os lápis da escola, as tintas das aulas de educação visual.
Tudo acabava invariavelmente na banheira com água quente para me lavar e para me fazer gozar.
Mas o meu sonho era poder chupar um pénis duro assim vestida e arranjada. Todos os dias eu sentia essa ideia a crescer na minha cabeça, e pelas revistas pornográficas que eu ia conseguindo ver tudo aquilo com que eu sonhava parecia-me natural.
Os meus 18 anos foram o ponto de viragem.
Arranjei um emprego de verão, que um conhecido da família ofereceu num escritório durante os 3 meses de verão.
Era uma empresa grande de maquinaria que tinha um enorme armazém no piso térreo com um escritório por cima e ainda um refeitório, onde eu almoçava e por vezes ficava com os colegas a jogar às cartas.
Logo no final da primeira semana um colega, que trabalhava lá há mais tempo, desafiou-me para vir ver umas máquinas no armazém, segui-o sem outro pensamento, enquanto atravessava-mos os vários espaços desertos ele começou muito calmamente a levar a conversa para o sexo, percebi o que ele queria.
Na minha memória lembrei-me dos momentos agradáveis com o meu primo, mas também dos dias em que vestia a lingerie, os sapatos, e pintava os meus lábios de vermelho.
Quando ele se aproximou de mim, sem vergonha acariciei o seu pénis, colocando a mão por cima das suas calças.
Senti que ele estava duro e que não fugiu ao meu toque.
Acho que também ele ficou agradavelmente surpreendido.
Abri-lhe as calças e vi um pénis bom, duro, pronto a ser apreciado.
Ajoelhando-me beijei-o, acariciei-o, e abri a boca deixando-o entrar.
Foi um prazer para ele e para mim.
Chupei-o, passei a língua de alto a baixo, beijei-o, voltei a metê-lo na boca, massajei-o com a língua e não durou muito tempo até que ele explodisse.
Ele não esperava que eu saboreasse o seu esperma, mas eu sabia que aquilo era super bom.
E assim começou um ritual que se seguia aos almoços.
Eu encontrava-o no armazém, eu chupava-o, e tinha direito à minha sobremesa.
Rapidamente senti que queria mais, e chegou um dia em falhei na sobremesa, eu nesse dia fui comida,.
Chupei-o como nunca e quando vi que ele estava a chegar ao orgasmo, levantei-me baixei as minhas calças e ofereci-lhe a minha virgindade.
Ele tomou-me devagar e doeu-me bem no principio mas depois soube bem.
Uma vez por outra para não dar nas vistas com os colegas, tinha-mos uma sessão de sexo.
Quando ia fazer algum serviço à rua passava pelo armazém, fazia-lhe sinal e ia para a casa de banho, onde o chupava um bocadinho e isso deixava-o doido.
Ao fim de umas semanas a minha família foi de ferias, e eu, moira, tive que ficar para trabalhar.
A a primeira coisa que fiz em casa foi assaltar os armários da minha mãe.
Sutiãs, calcinhas, collants, sandálias de salto, batom, pó de arroz, etc. acho que tudo que a minha mãe tinha deixado foi visto, revisto, experimentado por mim.
Encontrei um vestido velho que estava num saco com mais roupa para dar, mas que me servia perfeitamente, e era ideal para a surpresa que eu queria preparar.
Arrumei tudo o que queria na minha mochila e comecei a preparar surpresa.
No meu trabalho por volta das sete da tarde todo o mundo vai embora, largam tudo, picam o ponto e lá vão.
O meu amigo era quem estava encarregue de fechar as instalações, e de se assegurar de que ninguém ficava esquecido.
Pedi-lhe para ele esperar por mim, pois que tinha uma coisa para ele, pedi-lhe para me dar 15 minutos e para voltar ao escritório.
Quando ele regressou, eu estava transformada e ele ficou sem resposta.
Desajeitada tentei fazer o meu papel de mulher atrevida, provocando-o, mostrando o que tenho, tento que ele fique louco por mim. Sentei-me ao seu colo e beijei-o avidamente.
Ele meteu-me a língua na boca, húmida de desejo.
Puxo pelo pénis dele, nunca o tinha visto tão duro, chupo um pouco, passo-lhe a língua.
Ele levanta-me, tira-me o vestido, deita-me em cima de uma mesa e penetra-me.
Agora desta vez já não me custou e foi muito bom.
Mas ele estava tão excitado que rapidamente atingiu o orgasmo, deixou-me um pouco incompleta, mas também rapidamente tive o meu e foi intenso.
Esse foi o verão excitante, intenso, que permitiu o nascimento da Teresa.